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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Um pastor norte-americano suicidou-se seis dias depois de o seu nome ter sido exposto pelos piratas informáticos que atacaram o sítio de adultério na internet Ashley Madison, disse hoje a sua esposa à cadeia televisiva CNN.
A esposa, Christi Gibson, descobriu o corpo do seu marido, e uma nota em que revelava a sua vergonha por ter sido identificado e exposto publicamente...
Além de ser pastor, na Primeira Igreja Batista Sulista, em Pearlington, no Estado do Mississippi, Gibson, de 56 anos, também era professor no Seminário Teológico Batista de New Orleans.
Doutorado em Teologia, Gibson vinha de uma longa linhagem de ministros batistas.
Porque, como ele mesmo diz, não estava envergonhado por ser um mentiroso profissional, um falso moralista que não fazia aquilo que certamente exigia aos outros com o seu moralismo. Não, o que o envergonhou foi não poder continuar a fazê-lo, na boa, às escondidas... foi terem descoberto a sua falsidade. E negando tudo o que se calhar ensinava, o pecado do orgulho impediu-o de fazer penitência. Isto espanta? Não, nem por isso...
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