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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
A geração que nasceu nos anos 80 está hoje agrilhoada a uma realidade que a transtorna a toda a hora: para além das contas que não consegue liquidar, ainda quer seguir os passos dos antepassados e tentar dar-lhes descendência, mas há terceiros que lhes domam e determinam as próprias vidas, quais donos disto tudo.
E quem governa, das duas uma: ou não está ao corrente desta realidade (e é difícil acreditar nisso) ou está de conluio com os senhores do pilim. É simplesmente mais um capítulo na saga “quem governa não protege os governados”. O lado bom disto é que, dentro de cento e tal anos, os historiadores hão-de escrever crónicas heróicas sobre quem queria ter filhos e não podia, não conseguia, não era autorizado. Isto, claro, se a geração de hoje for capaz de parir (e educar) os historiadores de amanhã.
Retirar os chumbos do processo avaliativo "nunca será uma decisão unilateral" nem "uma medida isolada". Ao JN, a ministra da Educação garantiu que esse objectivo poderá ser alcançado de "forma gradual, moderada" e sempre dialogada com agentes do sector.
Ah bem! Se a ministra garante nem se fala mais nisso porque a palavra dela e do primeiro ministro são de grande confiança....
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