Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



 

Sandro Botticelli, The Story of Nastadio Degli Onesti I, ca. 1483. Image via Wikimedia Commons.

 

publicado às 17:40

 

Isto é em Inglaterra mas não há-de ser diferente do que acontece aqui, ainda para mais porque este [anglo-saxónico] é o sistema que mais copiámos no passado recente e vemos os problemas serem os mesmos: cortes na educação, crianças e jovens em pobreza crescente, falta de interesse e desvalorização no trabalho dos professores, falta de professores, violência contra professores, políticas de adesivo que não sabendo conter hemorragias mandam pôr adesivo para tapar a ferida e ninguém ver.

 

Ainda há duas semanas um rapaz de 12 anos bateu num professor e exclamou triunfante, 'já lhe parti  o focinho'. Não recordo o ministro da educação ter dito algo a propósito deste assunto. Talvez no entender dele não seja muito grave... ... quem sabe se o professor não mereceu, não é verdade...?

 

Entretanto anda a dar entrevistas ao modo do grande masturbador [“No hay que ser impositivos: cuando confías en las escuelas, responden”Portugal se ha convertido en un referente mundial en mejora educativa y pedagogías innovadoras. Es la nueva Finlandia] em que arrecada o mérito, com um descaramento desavergonhado, de termos melhorado no PISA, numa entrevista que é um rol de mentiras e traições (desde, la intensa formación del profesorado até confiarem nos professores sem nada imporem) que até mete nojo, sabendo nós o estado a que votam as escolas e os professores.

 

Vai lá para fora gabar os professores mas aqui dentro é só ofensas, controlo, desprezo, perseguição e degradação. Já aprendeu com o Costacenteno a arte de ter duas caras.

 

Subimos no relatório PISA, não devido ao trabalho dos milhares de professores que trabalham apesar das políticas anti-pedagógicas e reformas atrás de reformas de ministros incompetentes, mas devido a este indivíduo, quem sabe, um iluminado, que sem perceber nada de ecucação tem revelações da divindade...

 

Agora até já dizem que somos a nova Finlândia lol  

Cá dentro tratam-nos como bestas, como se viu no ano passado e acham que devíamos ser proibidos de fazer greves. Mas depois vão lá para fora gabar do trabalho que fizémos nestas condições incríveis como se o trabalho fosse deles. Isto é só rir...

 

Passa-se aqui o mesmo que em Inglaterra. Para terem pretexto de cortarem dinheiro na educação destruiram os professores, o que teve como efeito, como se gabou a outra incompetente, que o Costacenteno tem como ídolo, de terem ganho os pais contra os professores. Nisso foi ela competente.

Daí segue-se que o mau comportamento dos filhos é aceite como normal pelos pais, pois os professores, como se sabe, são todos uns incompetentes e, hoje em dia, espera-se que um professor tolere o mau comportamento dos alunos. Como se fizesse parte da natureza de ser aluno, comportar-se mal e/ou violentamente e da profissão de professor tolerar esse comportamento.

 

A inclusão é entendida como tolerância total, até dos comportamentos mais intolerantes. Os alunos podem falhar em todos os seus deveres: faltar a quase todas as aulas, faltar aos apoios, não estudar como se estudar fosse um dever do professor e não deles, ser mal educados, violentos, auto-indulgentes e, mesmo assim, o ministro quer que passem de ano e que se esconda informações na pauta para ninguém perceber que as pobres crianças passaram com 9 negativas, por exemplo e processos disciplinares por mau comportamento, tudo em nome de uma inclusão perspectivada como uma anulação de tudo o que deve ser uma escola na formação da pessoa. Ahh mas têm aulas de cidadania, como se umas aulas teóricas tivessem algum valor face à prática do quotidiano que as contraria. Não sabendo conter hemorragias mandar tapar as feridas com pensos rápidos para não se verem. E é disto que ele se gaba lá fora...

 

Many say poor behaviour is making them want to leave the profession, NASUWT finds.

Nearly nine in 10 teachers said they had received some sort of verbal or physical abuse from pupils in the past year. Eighty-six per cent said they had been sworn at and 46% said they had been verbally threatened.

Many teachers said the abuse and attacks made them less enthusiastic about their job. Several said they did not report poor behaviour because they feared school leaders would take no action, while others said they had been warned that doing so would harm their careers.

...

Kitchen said “incredible” levels of poverty and homelessness were having a major impact within British classrooms.

He also said: “Resources for the classroom are being diverted away from teaching to be spent on law firms, accountancy and private companies, to name but a few. 

Kitchen said “a climate of fear” was being used in some schools as a tool to control teachers.

 

publicado às 09:56


Quando as pessoas se fazem de estúpidas

por beatriz j a, em 28.01.19

 

A ministra que acirra os ânimos

Fernanda Câncio

 

... e falam de uma dirigente do BE ter incentivado a que se fosse para a rua fazer manifestações contra a polícia (o que acabou em pedradas) e de um assessor do mesmo partido ter chamado 'bosta' à polícia como se isso fosse um pedido de investigação do racismo nas forças de segurança. Agora o deputado do PSD mandou o dito assessor à bardamerda. Tudo gestos que ajudam a combater o racismo na polícia...

 

A questão é: a deputada do BE pertence à coligação que está no governo. Em vez de, demagogamente, vir para a rua gritar contra a polícia, use o poder que tem para obrigar a uma investigação séria ao racismo da polícia.

 

Que a polícia tem muitos elementos racistas toda a gente sabe. Imitam o que vêem na sociedade onde os africanos começam por ser vítimas de um racismo económico e de uma guetização. A isso acresce a polícia, em geral, não ter formação para lidar com situações de crise (como se viu nos incêndios) sem entrar logo na agressividade.

 

No entanto, nada disso se resolve com ofensas mútuas mas com decisões políticas. De modo que, em vez de acirrar os ânimos de uns contra outros, a deputada do BE que use o seu poder para fazer algo de útil, em vez de querer ganhar votos demagogamente.

 

publicado às 05:56

 

Presidente francês garante que “nunca aceitará a violência"

 

publicado às 21:13


Citação deste dia

por beatriz j a, em 26.09.18

 

If a Woman Drinks, It’s Her Fault. If a Man Drinks, It’s an Excuse

Maia Szalavitz

 

 

publicado às 06:28


Coisas positivas

por beatriz j a, em 21.02.18

 

Portugal “assume a responsabilidade” pelo massacre de Batepá

Pela primeira vez, um Presidente da República visita o lugar onde pelo menos 400 pessoas morreram às mãos de um governador português em São Tomé, há 65 anos.

 

publicado às 19:52


Enorme hipocrisia dos holandeses

por beatriz j a, em 01.02.18

 

Turistas vão ter de virar costas às prostitutas em Amesterdão

... para não ficarem a olhar para elas como se fossem mercadorias numa montra de loja. Só que... é isso mesmo que são. Uma mercadoria à venda numa montra de uma loja. Os holandeses são uns hipócritas de todo o tamanho.

Há pouco tempo uns dinamarqueses fizeram uma experiência com homens, que filmaram (aqui tem um pedacinho da experiência) onde estes têm que analisar e dizer se o que estão a ler é um guião pornográfico ou uma história pessoal tirada da  #MeToo story. Dão a todos um guião de uma cena pornográfica. Os homens quase todos dizem que é assédio e violência sexual. Pois, é que a pornografia, como a prostituição, é violência, geralmente sobre as mulheres. 88.2% das cenas pornográficas contêm alguma forma de agressão contra mulheres.

Os rapazes e, as raparigas também, crescem, hoje em dia, com o fácil acesso à pornografia, habituados a olharem a agressão e a violência contra as mulheres como se fosse normal, como se fosse prazer sexual. Porquê? Porque está normalizada.

A prostituição, ao contrário do que se diz, não tem a ver com a liberdade do corpo. As mulheres que andam na prostituição, praticamente todas, são pessoas com poucas ou nenhumas opções de vida. Os números são muitos, muito e muito claros. As que se lançam na prostituição aos 12 e 14 anos são vítimas de abusos sexuais e as mais velhas também vêm de ambientes degradados, são manipuladas, vêm de ambientes de droga e de violência, são vendidas, abusadas como mercadorias que se usam e se deitam fora.

São oriundas da pobreza, são filhas de marginais, vítimas de abandono, não são filhas de pessoas de classe alta ou de classe média. Não são banqueiras, advogadas, médicas, economistas, professoras, etc. Nos EUA o nojo é tal que há meia dúzia de anos incentivavam-se as raparigas a prostituir-se para pagarem os empréstimos dos cursos superiores. São pessoas sem opções de vida.

De modo que os holandeses, gabarem-se de terem o Estado a fazer de chulo e a gerir bordéis degradantes onde exploraram a violência contra as mulheres e depois obrigarem os turistas, pudicamente, a virarem as costas para não as ofenderem é de uma hipocrisia enojante.

Quando morei em Bruxelas apanhava na TV todos os programas de todos os países ali à volta. Havia um canal holandês, não pornográfico, que a partir das onze da noite passava pornografia e programas a incentivar a prostituição. Uma vez por semana ou assim passava pornografia de bestialidade, com mulheres em actos sexuais com cães, ratos, e outros animais. Às vezes tentava ver aquilo para ver se percebia a lógica daquilo mas não era capaz porque aquilo é de uma violência tão grande e tão degradante que ficava irritada, revoltada e com vontade de bater em alguém pela extrema degradação e violência a que sujeitam as raparigas.

De modo que esta cena dos holandeses mandarem os turistas voltarem costas é de uma hipocrisia nojenta.

 

publicado às 22:39


Coisas que infelizmente não surpreendem

por beatriz j a, em 07.01.18

 

Filhos de vítimas de violência doméstica chumbam cinco vezes mais

 

Um dos grandes problemas do mundo é a violência a que as crianças são expostas, seja em casa, seja fora de casa, em situações de guerra, de gangues, de subjugação doméstica, política, religiosa, etc., que as traumatiza, destabiliza, perverte e as leva, mais tarde, a reproduzir esses mesmos padrões de comportamento.

A quantidade de alunos que sabemos assistirem a cenas de violência em casa, a maioria das vezes quando os pais bebem e batem nas mães ou nas mães e nos filhos ou têm comportamentos sexuais com as filhas de modo que estas se trancam nos quartos assim que os pais entram em casa... como é que isto não há-de afectar o estudo...?

 

publicado às 14:12


Legitimar a violência sobre as mulheres

por beatriz j a, em 13.12.17

 

 

Investigadores voltam a reunir esforços para legalizar a exploração da prostituição

Há um consenso entre os 21 membros do Grupo Interdisciplinar de Investigadores sobre Trabalho Sexual: todas as formas de exploração do trabalho sexual devem ser descriminalizadas e os direitos laborais dos trabalhadores devem ser garantidos.

 

Há 21 pessoas que querem legalizar a exploração da prostituição. Para quê? Quem ser chulos e ganhar dinheiro com bordéis? Toda a gente sabe que a prostituição não é uma profissão, nem é sexo, é volência e objectificação das pessoas, na maioria mulheres e crianças. Uma coisa é descriminalizar as prostitutas, outra os clientes e, falar em legitimar a exploração da prostituição. Só a expressão, 'exploração da prostituição', já diz tudo o que há de errado com essa forma de pensar, que é usar as mulheres como quem usa uma slot machine. Ligada à prostituição estão, como toda a gente sabe, o negócio dos chulos, da escravatura e tráfico de mulheres (sobretudo), o negócio das drogas, etc. Outros países da Europa que experimentaram isso voltaram atrás em força nisso de tratar o corpo das mulheres como um objecto de exploração por lucro. Como há pouca violência sobre as mulheres, agora querem legalizá-la...

 

publicado às 15:12

 

Juízes defendem colega do acórdão de violência doméstica

Noronha Nascimento, ex-presidente do Supremo e outro dos subscritores, defende que “começa a existir um perigo para a independência dos juízes”.

 

 

Os juízes defenderem um colega que ofendeu e humilhou publicamente uma vítima de violência machista enquanto justificava os actos do agressor é como os professores juntarem-se para defender um colega que bate nos alunos alegando que criticar esse professor põe em causa a independência pedagógica e não passa de moda do politicamente correcto. Haja pudor.

 

publicado às 17:22


Ensinar as crianças a banalizar a violência

por beatriz j a, em 23.05.16

 

 

 

The University of Canterbury team said child’s play was becoming brutal, with a higher proportion of weapons appearing among Lego’s building blocks and war-like scenarios featuring in its themed kit sets.

“The Lego company’s products are not as innocent as they used to be,” lead researcher Christoph Bartneck said.

 

“The violence in Lego products seems to have gone beyond just enriching game play.”

 

An analysis found that weapons had steadily become more commonplace and were now included in 30% of Lego kits.

 

Se isto é assim nos Legos, imagine-se nos outros jogos que já eram, por si mesmos, de cariz violento. E ainda há quem se admire que a violência nas escolas tenha aumentado, apesar de se educar os miúdos, desde pequenos, a banalizar a violência. E para quê? Para uma empresa aumentar os lucros...

 

 

publicado às 06:06


Excesso de homens

por beatriz j a, em 03.05.16

 

 

 

 

 

publicado às 04:55

 

 

Professora com cancro agredida por alunas na aula

Segundo o JN apurou, a estudante mais velha acabou mesmo por arrancar cabelo da docente, tal a força da agressão, a empurrar-lhe a cabeça contra uma parede. 

O diretor do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, João Andrade, confirmou ao JN "o incidente com a professora", mas não avançou as causas.

 

Quais causas? Aqui não há nenhuma relação de causalidade como na lei da gravidade. Não há uma relação de necessidade entre algo que a professora tenha dito ou feito e a aluna agredi-la com violência. E não é um incidente. Um incidente é tropeçar e cair não ser vítima de violência de outras pessoas.

A indisciplina e a violência vão aumentando nas escolas porque aumentando vão o número de alunos por turma, o número de turmas dos professores e o trabalho burocrático, sobretudo no básico. Depois há a gestão das escolas, um exemplo do que não deve ser fazer-se em democracia... um exemplo de falta de competência (porque não é esse o requisito para se estar à frente de uma escola) e de vontade em resolver os problemas reais em vez de trabalhar apenas para os papéis serem lindos e agradarem ao inglês que vê (ou finge ver) a superfície das coisas. Que as coisas estejam a piorar não é nenhum mistério, ainda hão-de piorar mais porque é já evidente que este ministro não veio para resolver os problemas fundamentais das escolas.

Eu responsabilizo a Rodrigues por isto que vemos hoje, pois foi ela que destruiu o ambiente de trabalho e a cooperação dos professores com a sua divisão agressiva (os titulares desapareceram mas, só da lei) e o Crato que nos aumentou os alunos nas turmas e o número de turmas e de horas de trabalho porque... deixa ver... é um ignorante? 

Entretanto os jornais dão as notícias deste modo em que desvalorizam as agressões, chamando 'incidente' com 'causas' a um caso de agressão em que uma aluna arranca os cabelos da professora a bater-lhe com a cabeça contra a parede.

 

(Ando a escrever três diários: um é o diário da minha prática lectiva. As medidas e estratégias, tanto as didácticas como as pedagógicas que sei que funcionam e resultam porque o constato todos os anos com alunos diferentes de turmas diferentes e, as que não resultam e porquê; outro chama-se, 'diário das imoralidades' com um longo preâmbulo contextualizante) 

 

publicado às 04:23


A escola reflecte a sociedade

por beatriz j a, em 31.03.16

 

 

Crimes dentro da escola continuam a aumentar

 

A escola é um reflexo da sociedade, tanto nas suas estruturas como nas relações entre pessoas: desigualdade de oportunidades, pobreza, desemprego, pais com dois e três empregos para a sobrevivência, promiscuidade, violência, compadrios, bullying, falta de apoios sociais, etc. De modo que estas notícias não espantam.

 

 

publicado às 12:20


Um baptismo exótico???

por beatriz j a, em 14.01.16

 

 

 

publicado às 05:14


A catarse de Artemisia Gentileschi

por beatriz j a, em 07.01.16

 

 

 

'Judite decapitando Holofernes' by Artemisia Gentileschi (1612). Imagem da Wikimedia

 

É difícil não ver nesta pintura uma expressão de raiva e de catarse da pintora Artemisia Gentileschi, violada aos 19 anos por um amigo do pai e torturada durante o seu testemunho de queixa contra o criminoso, numa época em que a justiça nestes assusntos era praticamente inexistente. Na história da arte como no que respeita a ultrapassar traumas, o importante é preservar o que sobrevive.

Este pintura onde Artemisia Gentileschi projecta o seu desejo de vingança, permite a todas as vítimas de violação uma catarse de vingança simbólica onde não há justiça. (adaptado daqui)

 

'Judite e a sua criada' by Artemisia Gentileschi. Imagem da Wikimedia

 

 

publicado às 05:59


Kabul, hoje

por beatriz j a, em 11.11.15

 

 

 

Hoje, dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se contra a decapitação, por talibãs, de duas mulheres, uma rapariga de nove anos e quatro homens, raptados há mais de um mês. As pessoas manifestaram-se contra a escalada da violência e pedem paz e a destruição dos talibãs e do ISIS. 

 

 

 

 

Protesters chanting "We want peace," "Death to Taliban & ISIS." People as far as eye can see, #Kabul protest

 

via Revolution News

 

 

publicado às 20:51


Regulador é um idiota?

por beatriz j a, em 26.10.15

 

 

 

Regulador pede mais porno luso


A pornografia não é erotismo, é violência contra as mulheres. Não se pode proibi-la mas pode-se não incentivá-la... ora, o regulador entendeu por bem incentivar a indústria da violência contra as mulhertes em Portugal... como se não houvesse já bastante...

 

 

publicado às 05:55


Todos os anos isto das praxes e da violência

por beatriz j a, em 15.09.15

 

 

 

Universidades incapazes de controlar praxes violentas

O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portugueses e reitor da Universidade do Minho, António Cunha, admite que as universidades têm dificuldade em controlar os abusos das praxes porque estas "ocorrem maioritariamente fora dos campus, com alunos adultos e livres de assumirem os comportamentos que entendem".

 

Não são adultos -a não ser os 'dux' que têm 30 e mais anos e lideram as praxes-, têm 17, 18 anos e, não são livres: são pressionados, eles sozinhos, por grupos de colegas mais velhos que os ameaçam, mais ou menos abertamente, de serem excluídos se não aderirem às praxes. É assim em muitos sítios. Mesmo em faculdades onde as praxes não são violentas muitos alunos submetem-se, por receio de serem gozados ou posto de lado mas não gostam e sentem algumas das praxes como embaraçosas e até, humilhantes. Fazem-no com grande frete e sem nenhum ganho de integração, muito pelo contrário. Isto dizem-me eles.

E as faculdades, embora possam não conseguir controlá-las completamente, podem perfeitamente desincentivá-las.

 

o costume...

 

 

as meninas que se afirmam por mandar outros ajoelharem-se...

 

 

 os sádicos...

 

...

 

 

 

Isto tem imenso a ver com integração...

 

 

publicado às 08:48


Os factos

por beatriz j a, em 25.06.15

 

 

Violência contra mulheres e crianças mancha Direitos Humanos em Portugal

 

O relatório de 2014 do Departamento de Estado norte-americano, sobre Direitos Humanos, refere ainda, no que toca a más práticas de Portugal, a detenção de pessoas que procuram asilo, a discriminação e a exclusão social de ciganos, a diferença salarial entre homens e mulheres e a prática da mutilação genital feminina entre a comunidade da Guiné-Bissau residente no país.

 

 

publicado às 22:30


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D



Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Edicoespqp.blogs.sapo.pt statistics