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dos alunos

por beatriz j a, em 28.10.19

 

Tenho as turmas do 10º ano a fazer o 1º teste. Duas já fizeram na semana passada e tenho que vê-los hoje. Os outros são de uma turma com alunos que querem boas notas e estão inseguros porque nunca fizeram nenhum teste de Filosofia, embora lhes tenha dito que não faço testes difíceis nem acredito em testes difíceis e muito menos com armadilhas. Acredito em testes e trabalhos que testam o que andamos a falar e as técnicas que andaram a aprender - embora ponha sempre nos testes uma questão para ver se há ali algum aluno daqueles que vão mais além e que precisam de outro tipo de alimento.

Disse-lhes para mandarem um email se tivessem dúvidas. Sábado recebi uns emails. 'Professora, pode explicar este tópico e este e mais este?' !!?? Ou seja, queriam um texto sobre cada assunto. LOL É claro que não fiz tal coisa. Mas o que isto significa é que não sabem expôr dúvidas. Isto é típico dos alunos do 10º ano. Lá expliquei de volta que uma dúvida é uma incerteza ou uma dificuldade e não uma ausência total de conhecimento sobre todo um assunto e que primeiro é preciso estudar e só depois se vê quais as incertezas e dificuldades que ficam por perceber ou resolver. Responderam de volta a pedir desculpa. Agora estou à espera de emails de dúvidas porque o teste é amanhã. Vamos ver.

 

publicado às 09:33


Diário de bordo

por beatriz j a, em 07.10.19

 

Estive aqui a arranjar uns textos e umas imagens para as turmas do 10º ano. As aulas de introdução à Filosofia são tão complicadas e difíceis... tenho andado a semear a confusão (lol) com questões e problemas e isto sem lhes dar, nem respostas, nem apontamentos que eles é que têm que aprender a saber estruturar as ideias de modo pessoal no caderno. É claro que ensino como se faz mas tudo lhes é confuso e estranho e para alguns, muito novinhos de idade, muito abstracto. Semei a confusão justamente porque preciso, ao mesmo tempo que vou introduzindo um certo modo de pensar as questões, de sentir a dinâmica das turmas, a capacidade de linguagem, o vocabulário, o raciocínio, o interesse, etc. Deixo, de propósito, que façam incursões em temas paralelos à conversa, que não são propriamente os da filosofia mas que vejo lhe interessam muito. Passei um filme e gerei uma grande discussão acerca de saber se será mais importante a liberdade ou a paz, não se podendo ter ambas. 

Vejo que estão ainda muito desorientados sem saber ao certo de que raio trata esta disciplina.

Amanhã começamos a organizar ideias.

Amanhã também tenho a primeira das reuniões de pais das minhas DTs. Também estive a prepará-las. Ninguém gosta de reuniões de pais a não ser os professores. Alguns, não a maioria, nem de perto nem de longe. Mas os pais... sairem do emprego e terem que ir cansados, ao fim do dia, para uma escola ouvir professores... eu quando tinha que ir às reuniões do meu filho detestava. Ainda para mais porque às vezes estava a ouvir falar dos problemas e estava a ver muito bem o que se teria passado. Enfim, uma pessoa tem que tornar as reuniões de pais agradáveis e úteis, senão não voltam lá. E a meu ver a primeira reunião de pais é fundamental. Se as coisas forem bem feitas, dali até que saiam do secundário, tenho colaboradores e não opositores.

Mas pronto, esta semana vai ser um massacre de cansaço. Logo se vê. É da maneira que tenho a cabeça ocupada e não me dá para pensar noutras coisas. Para a outra semana já tenho testes marcados ao 10º ano!!! Como passou o tempo tão depressa se os dias têm sido tão difíceis...? Vou ter que inventar testes diferentes, com pequenos problemas para pensarem ou assim.

Enfim, é o início do ciclo. Se tudo correr bem (e porque não há-de correr?) daqui a um par de meses tudo isto é jóia, como dizem os brasileiros.

 

publicado às 18:45


Toque à entrada

por beatriz j a, em 16.09.19

 

Misé Pê

 

publicado às 06:48


CTT - um retrato do país

por beatriz j a, em 31.08.19

 

Como é que uma empresa passa de óptima a péssima? Despedimentos massivos, desperdício de dinheiros, conivência do Estado, desprezo pelos serviços que devem prestar e pelas pessoas que deviam servir.

 

Os problemas não são por causa  das férias como diz o sub-título, pois sempre houve férias... os problemas estão em terem despedido tanta gente para aumentarem lucros, único objectivo das empresas acuais, que não têm pessoal para trabalhar. Agora devem andar a contratar gente que mal sabe ler e escrever e não tem nenhum amor à camisola. Deve ser por isso que se extraviam e desaparecem tantas encomendas... os CTT são o retrato do País: nas mãos de gente que só pensa em si, nos seus lucros e no dos amigos, que se pensa com direito a tudo e que despreza os trabalhadores...

 

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publicado às 12:20

 

As empresas, se não têm enormes margens de lucro, declaram falência sem pensar nos trabalhadores e os bancos fecham balcões pela mesma razão.

 

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publicado às 11:30

 

5ª feira, dia 18 de abril:
- Os nossos serviços serão realizados de acordo com horário de sábado.

 

Excetuam-se as carreiras rápidas, que asseguram a ligação entre Setúbal, Palmela, Pinhal Novo e Lisboa (561, 562, 563 e 565), que não serão efetuadas.

 

- Em Palmela, será assegurada a ligação entre a estação rodoviária e a estação ferroviária de forma a garantir que os clientes têm acesso ao comboio.

 

Os serviços da TST irão sendo progressivamente reduzidos ou suprimidos, à medida que as reservas de combustível da empresa se forem esgotando.
Sugerimos que consulte o nosso site para se manter atualizado.

Pedimos desculpa pelos eventuais incómodos que esta situação possa vir a causar-

TST

 

publicado às 20:11


diário de bordo

por beatriz j a, em 22.12.18

 

O que fiz hoje e em parte do dia de ontem? Trabalhar! 🙂 pois... onde normalmente, por estes dias de vésperas de Natal, me apetece fazer doces e pouco mais, desta vez apeteceu-me trabalhar 🙂 é que estou com ideias para melhoramentos de instrumentos de avaliação e de auto-avaliação para os alunos e revolvi fazê-los antes que me passasse a vontade e me esquecesse do queria fazer e como 🙂 

 

Costumo dizer aos alunos, na primeira aula do 10º ano, que o meu objectivo é que cheguem ao final do 11º ano ou do 12º ano a não precisarem de mim para nada. Para isso acontecer é preciso incentivar a autonomia em todas as tarefas, teóricas e práticas; logo, instrumentos de auto-avaliação das várias dimensões presentes no trabalho escolar são necessários para que possam atingir esse fim. Para além de que também melhoro o meu próprio sistema de avaliação.

 

Depois, tenho que pensar uma estratégia para uma disciplina com alunos que me vieram parar às mãos, quase todos completamente passivos e de pendentes do professor para tudo, o que é uma chatice, porque a partir de certa idade/nível de escolaridade já reforçaram certos mecanismos emperrantes. Enfim, isso vai dar trabalho mas é um desafio 🙂

 

publicado às 17:14


Fim de semana produtivo 🙂

por beatriz j a, em 11.11.18

 

 

Ontem, seis horas e meia de trabalho. Hoje já lá vão cinco. Acho que faltam outras cinco para deixar toda a semana que vem preparada que tenho tantas idas a hospitais, médicos, consultas e cenas dessas que não vou ter tempo para preparar seja o que for.

 

Acabei de ver os testes todos e a turma que vi em último lugar deixou-me bem disposta para o resto do trabalho - quatro negativas numa turma inteira e notas bastante boas. Não está nada mal. Ainda vamos no 1º período. O que tem piada é que esta turma, no ano passado, no 10º ano, foi a turma que me deu mais trabalho.

 

Há um certo aparente paradoxo no início do 10º ano de Filosofia.

Os alunos que vêm com melhores notas do básico, geralmente nas turmas do ramo Científico-Natural, vêm formatados a pensar que a aprendizagem da Língua ou de qualquer disciplina das Humanidades é inútil para a profissão que querem seguir.

Ninguém lhes explicou que sem conceitos não têm ferramentas para construir e trabalhar as ideias, que sem correcção lógica no modo como relacionam e trabalham os conceitos e as ideias produzem maus conhecimentos e que a vida não se esgota na dimensão profissional, há muitas outras dimensões essenciais à existência, ao bem estar mental e à felicidade.

Vêm habituados a que lhes ditem definições, fórmulas e respostas dogmáticas e fechadas aos problemas e sentem-se frustrados por uma pessoa lhes dar perguntas, perguntas e mais perguntas... e incertezas também. Alguns, revoltam-se, mesmo e arranjam grandes discussões connosco, o que é óptimo para desfazer todos esses preconceitos de senso comum :)

No entanto, assim que conseguimos abalar essas crenças dogmáticas infantis e pô-los a pensar, tornam-se os melhores alunos porque juntam a vontade de progredir a hábitos de trabalho sistematizado. Enfim, os que o têm claro. É nesse ponto que se encontra esta turma. 

Uma das negativas é de uma aluna nova na turma. Não sei de onde vem nem o que lhe ensinaram mas num teste sobre a filosofia política de Rawls resolveu substituir o pensamento do autor pelas suas próprias opiniões sobre a justiça e injustiça da vida e da política, uma miúda de 16 anos que ainda agora chegou ao mundo... é evidente que só diz disparates num discurso contraditório e ignorante. Esta está no ponto em que os outros se encontravam no ano passado.

 

(é nisto que dá o discurso do ministro, do secretário de Estado e da equipa que fez as AE de Filosofia, que querem pôr os alunos a dar as suas opiniões sobre questões filosóficas, científicas e o que mais for, antes de terem conhecimentos - mas enfim, que sei eu... ainda ontem vi no FB um colega que dá aulas de Filosofia numa escola, como eu, apresentar-se como filósofo...lá está, sou eu que devo ser muito burra quando dou por mim a pensar, como o Karl Popper, que está tudo a marchar no passo errado...)

Seja como for, a turma já evoluiu tanto desde o ano passado que não vai ser fácil pô-la ao nível dos outros.

 

Em contrapartida, os alunos de Artes e de Humanidades não têm, no geral, rotinas de estudo e trabalho e pensam que a inspiração e o talento chegam e sobram para tudo. À conta disso, já tiveram grandes desaires e isso predispô-los a pensar na vida e nas suas possibilidades, o que os torna receptivos à Filosofia desde o início. No entanto, como lhes falta essa estrutura de organização de trabalho, a maioria são piores alunos na produção de trabalho com qualidade.

 

Enfim, vou fazer um intervalo para almoçar e ver as notícias do dia (rir um bocado) antes de me atirar aos trabalhos e à produção de uns materiais para as aulas.

 

publicado às 12:39

 

 

Isto de classificar testes e trabalhos é a pior coisa de ser professor. É um trabalho repetitivo, demorado (ontem comecei a vê-los e ao fim da 1ª hora tinha despachado apenas seis) porque uma pessoa tem que escrever anotações em cada teste, é frustrante pela quantidade de disparates que temos que ler vezes sem fim. É um trabalho mesmo custoso de fazer, não pela dificuldade em si mas pela quantidade de horas brutais que se gasta numa tarefa repetitiva e não criativa.

Enfim, isto foram umas mini-mini-férias... deu para dormir e descansar, o que é melhor que o nada em que estava há mais de um ano, claro, mas não para desligar do serviço, tantos que são os testes ali em cima da mesa todos os dias a olhar para mim.

Vou ao mercado comprar quaquer coisa boa para me motivar :) Domingo passado fui ao mercado e por acaso passei num dos talhos e vi uma fotografia enorme a preto e branco, pendurada na parede, de um talhante com um bebé e três crianças, num armazém de talho antigo. A fotografia está tão espectacular que fui lá perguntar quem eram as pessoas da fotografia. O homem do talho disse-me que o bebé é ele próprio quando tinha cerca de um ano e meio, ao colo do pai, o talhante. As outras crianças são primos. Depois contou-me a história da fotografia e do talho da família. Há pessoas interessantes por detrás de uma aparente normalidade :)

 

publicado às 07:44


Trabalho

por beatriz j a, em 05.09.18

 

 

"America Today" by Thomas Hart Benton, 1930–31 

 

publicado às 05:27

 

 

Se fosse cá... não era, pois se consideram irrelevante o trabalho dos professores o que diriam de gastar dinheiro em funcionários para as malas chegarem em boas condições aos seus donos...?

 

publicado às 07:42


Segunda-feira

por beatriz j a, em 25.02.18

 

 

Seis aulas de enfiada. Duas reuniões ao fim do dia. Preparar uma delas à tarde. Corrigir e acabar uma acta. Resolver, quer dizer, dar passos para a resolução do problema de um aluno. Ao fim do dia, duas reuniões que só servem para nos cansarmos... acabar de fazer os comentários aos trabalhos da turma xxx é mais logo às 4 da manhã, quando acordar... agora já estou demasiado cansada para me concentrar nisso. Agora, ainda vou acabar de fazer uma ficha acerca do David Hume. Enfim, este fim de semana foi fantástico e amanhã vai ser um dia lindo...

 

 

publicado às 17:31


Domingo

por beatriz j a, em 25.02.18

 

 

Já lá vão sete horas de trabalho e ainda não está tudo feito...

 

 

publicado às 16:58


1928 - Another day at work

por beatriz j a, em 06.02.18

 

 

Construção da ponte que liga o Estado de Washington e o de Oregon sobre o rio Columbia.

What a heart!

 

publicado às 06:10


Um desabafo de uma colega professora

por beatriz j a, em 09.11.17

 

 

Desabafo
Hoje cheguei à escola, meu local de trabalho, às 8h da manhã e saí às 18.30h, dei aulas, tive dois conselhos de turma, apoio na biblioteca, apoio a alunos, preenchi sumários eletrónicos, corrigi trabalhos, 10 h e tenho o prazer de estar numa escola que é muito humana e evita o máximo a burocracia. Uma boa escola, a escola secundária Sebastião da Gama.
Mas foram 10h
Foi apenas um dia igual aos outros, turmas de 30 alunos e o meu desespero de saber que me é impossível comunicar com cada um como se fosse o único e vejo-me do outro lado da porta a pensar: " Meu Deus como conseguirei chegar a todos estes miúdos, o futuro que sei eu do futuro, mas sinto-me responsável pelos seus futuros", como é possível chegar a 30 adolescentes que são apenas o Futuro". São muitos os pensamentos que me ocorrem durante 90 minutos de aula e eles são o tema.

Depois desde 2011 a 2017 fiz anualmente relatórios de auto-avaliação, fui avaliada pela minha assistente pedagógica, foi-me atribuída uma avaliação.

Outros casos houve de professores que tiveram aulas assistidas e avaliados por um professor da escola ou externo à escola, no seu desempenho dentro da sala de aula. Foram avaliados e foi-lhes atribuído avaliação.

Todos os anos temos que fazer "Ações de formação", fora do horário e pagos por nós, porque é um dos parâmetros da avaliação. Somos avaliados na relação que temos com a comunidade escolar. Somos avaliados pelo desempenho pedagógico, somos avaliados pela mais valia que damos à escola, somos avaliados pelas atividades desenvolvidas e a nossa progressão é por anos? Não sei o que isso significa, se fui avaliada em tantos parâmetros. O que andei a fazer desde 2011 se esses anos não contam para a progressão da minha carreira? Para quê tanto tempo, meios e esforço numa avaliação que contempla o qualitativo e o quantitativo?

Desculpem se me alonguei, estou exausta, no fim de semana corrigi 90 testes, depois aulas e conselhos de turma, tenho 55 anos, 30 deles dedicados à minha profissão e estou cansada.
Tenho 5 turmas.

Dia 15 de novembro faço Greve tal como fiz no dia 27 de outubro.

Boa noite e obrigada por me ouvirem 💖🌷

Maria Macieira

 

publicado às 06:16


Just saying...

por beatriz j a, em 12.09.17

 

 

Não ganho para o papel e para os tinteiros da impressora.

 

 

publicado às 17:45


Os factos

por beatriz j a, em 19.07.17

 

Portugueses trabalham cada vez mais horas e põe saúde e família em risco

Em Portugal, ao contrário do resto da Europa, trabalha-se cada vez mais horas e o fenómeno tem implicações nas relações familiares mas também na saúde.

 

“Hoje é mal visto quem sai a horas. Não interessa a produtividade. Nos países nórdicos trabalham menos e não consta que tenham menos produtividade. Estar presente não está obrigatoriamente relacionado com o aumento da produtividade”, disse.

 

publicado às 07:19

 

 

... que é minúsculo. Tenho que chegar à escola com tudo preparado: no 10º ano já não falta muita matéria - é o John Ralws e depois a estética. Cada coisa vai ter que ter a sua avaliação e hão-de ser de natureza muito diferente. Não vou ter tempo de fazer uma visita de estudo a um museu. No 11º ano falta imensa matéria... toda a parte do método e dos problemas da ciência, mais o Popper e o Kuhn e ainda queria falar no cientismo. Depois queria fazer uma conclusão do curso de dois anos, talvez com o existencialismo. Vai ser tanto trabalho, mas tanto, tanto, que até tenho pena dos miúdos... [mentira, não tenho pena nenhuma  lol]  No 12º ano falta toda a parte das relações precoces, dos processos de influência social... o capítulo é enorme e queria acabar a Psicologia com o Bronfenbrenner. Vou ter que inventar uma avaliação diferente e original porque já não há tempo para fazer trabalhos com apresentação oral e não quero fazer um teste tradicional.

Enfim, é muita coisa porque tenho que produzir muita ficha formativa e coisas de avaliação e ter as aulas todas contadas.

É por isso que hoje devia começar a trabalhar nisto tudo mas... não apetece [é verdade que tenho andado a pensar e já tenho as coisas mais ou menos definidas na minha cabeça, só falta mesmo materializá-las], de modo que vou ler as palestras do John Rawls que sempre estou a adiantar serviço :))

 

 

publicado às 16:29


Choque do presente

por beatriz j a, em 11.04.17

 

 

"The factory of the future will have only two employees, a man and a dog. The man will be there to feed the dog. The dog will be there to keep the man from touching the equipment."
-Warren G. Bennis, 1991

 

 via United Citizens of Earth

 

publicado às 06:20


Really...?

por beatriz j a, em 01.04.17

 

 

Darwin worked a few hours a day. Trollope wrote only between 5 to 8 a.m. — and published 47 novels. They weren't accomplished despite their leisurely schedules; they were accomplished because of them... (BY ALEX SOOJUNG-KIM PANG)

 

Isso é porque não tinham que dar aulas, senão passavam muitos sábados, ou domingos, presos em casa a ver cenas... e isto não é mentira do 1 de Abril!

 

publicado às 14:49


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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