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Bom dia Terra

por beatriz j a, em 30.04.16

 

 

 

... vista desde a nave espacial Cassini, na órbita de Saturno (NASA)

 

 

publicado às 08:46


Divagações sobre o céu nocturno

por beatriz j a, em 18.02.16

 

 

Estou a passar nas turmas do 11º ano o filme Agora para contextualizar a cultura científico-filosófica do Renascimento. Ao longo do filme, de vez em quando, sobretudo em cenas de grande agitação e conflito humanos, a câmara põe-nos na situação de quem olha a cena do alto e vai afastando-se até termos uma perspectiva dos acontecimentos terrenos como coisas insignificantes face à evidência inamovível de que somos um pequeno corpo errante no Universo. Para aqueles de nós que vivemos em cidades, às vezes, só a presença da Lua nos recorda a nossa pertença a uma realidade física enorme que nos escapa. Depois vemos estas fotografias com estes céus nocturnos polvilhados de outros mundos nossos parentes e esse sentimento misto de espanto e insignificância enche-nos de encantamento. Esta fotografia belíssima devolve-nos uma imagem de nós mesmos.

 

 

 Beth Moon

 

 

publicado às 03:35


As coisas raramente são como parecem

por beatriz j a, em 04.02.16

 

 

 

Forma real da Terra.

 

 

publicado às 17:13


Acordar no planeta do Big Brother

por beatriz j a, em 29.06.15

 

 

 

 

 

publicado às 08:41


A Terra vista do céu

por beatriz j a, em 05.04.15

 

 

 

 

 

publicado às 09:20


Olhar para a Terra

por beatriz j a, em 08.05.14

 

 

 

A NASA pôs câmaras na estação espacial apontadas para a Terra. Veja aqui:  http://www.iflscience.com/space/eyes-earth-iss-hd-earth-viewing-experiment

 

ou aqui:

 

 

 

publicado às 23:21


Espelho meu, espelho meu...

por beatriz j a, em 11.04.14

 

 

 

publicado às 19:50

 

 

 

 

stumbleupon

publicado às 15:28


da série 'planeta Terra': em rotação

por beatriz j a, em 23.06.11

 

publicado às 20:53


inspiração

por beatriz j a, em 12.03.11

 

 

 

roubada do jornal i

 

 

A visão da Terra, vista do espaço é de cortar a respiração! O pulcro azul dos oceanos no fundo negro do espaço polvilhado de pontos de luz... como é que é possível olhar-se este cenário sem espanto, sem filosofia? O mistério da causa de todas as coisas... porque existem coisas? Porque existem coisas tão belas? Porque somos capazes de vê-la, de apreciar a beleza? Porque é que a visão da beleza causa emoção? Porque é possível ficarmos a contemplá-la sem cansaço? Porque nos emocionam as cores? O que se passa nos confins do Universo? Estamos sozinhos? E, se estamos, qual é o sentido disso? Porque é que existem coisas? E nós? Somos o quê ao certo? Porque não o nada? E, como é possível viver sem se andar preocupado com estas coisas e espantado com a sua existência?

Descartes dizia que a Filosofia é a ocupação mais importante de todas que existem:

É propriamente ter os olhos fechados, sem jamais tentar abri-los, viver sem filosofar; e o prazer de ver todas as coisas que a nossa visão descobre não é comparável à satisfação proporcionada pelo conhecimento daquelas que encontramos por meio da filosofia; e, finalmente, esse estudo é mais necessário para regrar os nossos costumes e conduzir-nos por essa vida do que o uso dos nossos olhos para orientar os nossos passos. Os brutos animais que apenas possuem o corpo para conservar, ocupam-se, continuamente, com procurar alimentá-lo; mas os homens, cuja parte principal é o espírito, deveriam primacialmente empregar o tempo na pesquisa da sabedoria, o seu verdadeiro alimento. (...)

 

 

publicado às 01:36


assombro

por beatriz j a, em 21.11.10

 

 

 

a Terra no dia 1 de Agosto - fotografia da NASA

 

 

 

A vida quotidiana é de molde a fazer-nos esquecer que habitamos um planeta à deriva no Universo e cheio de actividade cósmica, como qualquer outro astro celeste. Esquecemo-nos que temos algo das poeiras cósmicas e somos feitos da mesma matéria que as estrelas.

Dia 1 de Agosto, estava eu a entrar de férias. Pensar que estava algures no meio desta explosão de azul e ouro que valseia pelo espaço cósmico em compasso geométrico ao som da música celeste enche de assombro.

 

publicado às 14:15


visions of beauty

por beatriz j a, em 04.04.10

 

 

 

 

publicado às 10:13


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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