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O stress dos professores

por beatriz j a, em 22.03.18

 

Bem-estar dos professores deve ser prioridade para os Governos

Como garantir que os docentes se sintam bem com o trabalho é uma das questões em debate numa cimeira que reúne em Lisboa representantes governamentais e sindicais de mais de 30 países.

 

O bem-estar dos professores deve ser entendido pelos Governos como “um tema político de primordial importância”, já que está demonstrado que quando os docentes “se sentem bem com eles próprios podem fazer uma diferença positiva no ensino dos seus alunos”.

 

Neste documento, Edwards lembra que a OCDE só começou “a relacionar o stress dos professores, o seu bem-estar e os resultados dos alunos” nos últimos três anos, mas que o tema tem vindo a ganhar importância no seio daquela organização, estando agora a ser estudada a realização de um inquérito específico ao bem-estar dos professores.

 

É como se um pessimismo endémico tivesse tomado conta da educação escolar”, descreveu então o investigador Joaquim Azevedo, que coordenou o inquérito. Também o secretário-geral da IE considera que “as causas do stress dos professores são frequentemente endémicas dos próprios sistemas educativos”. E incluem, entre outras, “reformas constantes impostas à profissão de professor, sistemas de responsabilização e de avaliação que são sancionatórios e confusos, e turmas com excesso de alunos”.

 

publicado às 06:59


Modern World

por beatriz j a, em 22.01.18

 

 

 by Dan Piraro Bizarro Comics 

 

publicado às 20:43


Dos alunos

por beatriz j a, em 22.01.18

 

 

Às vezes chateia as pessoas terem informações e guardarem-nas até ser demasiado tarde, sendo que, se as tivessem partilhado, podiam fazer-nos tratar de um caso de uma maneira completamente diferente. Quando temos um aluno impossível de ajudar porque toda a gente fez asneiras, uns por ignorância, outros por... os pais, o médico, outras pessoas que lidaram com ele... e só hoje, quando já não há nada a fazer, venho a saber de um facto que poderia ter modificado as coisas... agora vou ter que fazer uma coisa que nunca fiz e que não quero fazer mas que tenho que fazer. 

Há falta de psicólogos educacionais nas escolas. Os adolescentes estão numa idade complicada. Hoje falei com um aluno. Andava para falar com ele desde o princípio do ano mas quis esperar até ter a certeza de ele ter confiança em mim porque há miúdos que são como bambis, qualquer coisinha que interpretem como invasão de território, espantam-se, fecham-se e perdemo-los para sempre. Esperei quatro meses, pacientemente, até ele estar no ponto de poder falar com ele. Há alunos que andam num sofrimento diário, escusadamente, quando há solução para os seus problemas. Isto é, se tiverem acesso a um profissional que os trate, o que não é certo, porque 700 mil portugueses não têm médico de família.

Estas coisas stressam-me. Não me posso stressar que amanhã vou fazer um exame detestável e o stress é capaz de afectar os níveis de não sei quê...

 

publicado às 20:07


Yeah...

por beatriz j a, em 03.11.17

 

 

 

 

 

publicado às 21:05


Damn right again!!

por beatriz j a, em 03.11.17

 

 

Tags:

publicado às 21:01


Damn right!!

por beatriz j a, em 03.11.17

 

 

 

Tags:

publicado às 20:56


Stress detox 🛀

por beatriz j a, em 10.10.17

 

 

 chá em vez de água, sff

 

publicado às 22:57

 

 

Tese de doutoramento “Há vida para lá do trabalho” revela que os docentes não conseguem desligar-se da profissão no final de um dia de aulas. A autora da investigação, Maria Alexandra Costa, professora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), obteve um dado curioso: segunda-feira é o dia mais difícil.


Durante duas semanas, no ano letivo passado, 100 professores do pré-escolar ao Ensino Secundário foram seguidos atentamente. Maria Alexandra Costa, professora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), acompanhou os docentes e colocou-lhes várias questões em duas fases, ou seja, antes do início de mais uma jornada de trabalho e depois das portas da escola se fecharem. Na tese de doutoramento “Há vida para lá do trabalho – A relação entre a recuperação de recursos e o desempenho no trabalho”, a investigadora analisou um grupo profissional com elevados níveis de stress e concluiu que os docentes não conseguem desligar o botão quando chegam a casa.

A pesquisa revela que os docentes não conseguem recarregar baterias quando acaba um dia de trabalho, funcionando, por isso, como “uma bateria viciada”. “A partir do momento em que têm níveis de stress muito altos, não conseguem recuperar de forma a não sentirem stress no dia a dia”, refere a investigadora ao EDUCARE.PT. Quando o dia acaba e a porta de casa se abre, há muitos professores que têm aulas para preparar, testes para corrigir ou precisam de ajudar os filhos nos trabalhos para a escola. Nestas condições, é complicado interromper a rotina, desligar o interruptor e relaxar antes de ir para a cama. “Torna-se mais complicado, parece que o professor está sempre a trabalhar porque recorre a recursos semelhantes aos que usa no trabalho.”

 

ler o resto aqui 

publicado às 12:24


Stress and anxiety

por beatriz j a, em 24.03.14

 

 

 

The Joy of Stress

Do you know someone with insomnia who wakes up at 4am and ends up working and reading novels and cleaning closets and cycling through anxieties until the sky turns pink? I know her and sometimes I am her.

(...)

But is there something vaguely bovine, dull, about the state of being unstressed? Is there something slow, unfruitful, stagnant or dense about calm? You, with your fruity cocktail under the palm trees, are you boring?

(...)

Kierkegaard said: “Anxiety is the dizziness of freedom,” which gets at the very particular counter-intuitive joy of it. It is the bone-deep experience of possibility. Another way to think about this is that if you are safe, you are bored. If you feel comfortable, you lack desire. We think of stress as an unfortunate side effect of busy modern urban life; we tend to imagine that if we were all shepherds lounging with flutes in emerald grass, we would be bucolically redeemed but, in fact, stress may be a sign of engaging life fully or at least intelligently apprehending it.

 

 

publicado às 06:17


Porque é que isto não espanta...?

por beatriz j a, em 02.10.12

 

 

 

 

Professores portugueses com mais stress do que população norte-americana

Os professores portugueses têm um nível de stress superior à população norte-americana, considerada uma das sociedades mais stressadas, conclui um estudo sobre o esgotamento físico e mental dos docentes portugueses.


Alexandre Ramos, autor do estudo sobre burnout (esgotamento físico e mental) entre os docentes portugueses, explica que, com base nas suas conclusões, “a grande maioria dos professores encontra-se em níveis médios e baixos de burnout, mas nenhum se encontra no estado de ausência [de burnout], o que parece ser preocupante”.

“Se queremos preservar a qualidade de ensino nas escolas, é indispensável preocuparmo-nos seriamente e imediatamente com a saúde dos professores”, alerta o especialista, que considera o problema preocupante por causa da qualidade de ensino nas escolas.

 

publicado às 10:46


Pois...

por beatriz j a, em 11.06.12

 

 

 

 

E aposto que isto começou com a senhora Rodrigues. Este ministro, no entanto, não lhe quer ficar atrás... vá de encher os professores de turmas, de alunos, as escolas autênticos campos de concentração de alunos... mais horas por semana, mais turmas...e a tendência é para piorar, agora que as escolas podem perder créditos pelo facto de estarem em zonas desfavorecidas e os resultados dos exames reflectirem isso mesmo... mais um ad-up para o stress diário...

Enfim, é a paixão pela educação...

 

 

Estudo

Metade dos professores portugueses sofre de stress, ansiedade e exaustão

Investigadoras do ISPA inquiriram mais de oitocentos docentes de todo o país. A indisciplina e o desinteresse dos alunos, o excesso de carga lectiva e a extrema burocracia nas escolas são os principais motivos apontados.


publicado às 13:37


Inglaterra - o que estamos a construir cá...

por beatriz j a, em 26.03.09

 

 

 

 

Professores exaustos, desmotivados, stressados e fartos das pseudos reformas e aulas caóticas.

 

Uma professora substituta filmou as várias escolas onde esteve colocada para um documentário do Channel 4

 

 

 The Guardian

A supply science teacher who secretly filmed unruly pupils for a Channel 4 Dispatches documentary was found guilty of professional misconduct today and suspended from teaching for a year.

Alex Dolan recorded the footage covertly at four schools in London and Leeds in 2005, exposing apparent attempts by the school to dupe Ofsted inspectors.

A General Teaching Council panel found her guilty of taking advantage of pupils, breaching their trust – and that of colleagues – and abusing her position.

Dolan was praised at a hearing of the panel last week for showing integrity, and acting as a whistleblower to expose conditions in the schools in which she had taught.

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 11:13


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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