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O S.TO.P faz um ano

por beatriz j a, em 16.02.19

 

...e já teve mais impacto que muitos sindicatos com décadas de existência. É preciso dar-lhe força.

 

S.TO.P Um sindicato que procure fazer a diferença tem de lutar pela união e apoiar todos os colegas. No S.TO.P. continuaremos a primar por estes valores e é uma certeza que quanto mais colegas se juntarem a nós, mais poderemos devolver à classe: http://sindicatostop.pt/aderir-2/

 

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publicado às 06:07

 

Basta de roubo, mentira, ilegalidade e autoritarismo: "Brandão e Leitão, DEMISSÃO!".

 

publicado às 20:30

 

Sindicato Para Todos os Professores acusa Governo de "discriminação politica"

A nossa única interpretação é que este Governo mantém uma atitude de fachada. O ministro de Educação disse, a 04 de junho, que tinham uma grande cultura democrática porque convidou todos os sindicatos. Quando eles [o ministério da Educação] viram que no passado o mês de junho continuávamos [com a greve], deixaram de convidar. Só pode ser discriminação política no sentido que há filhos e enteados", acusou em declarações à Lusa, o dirigente do S.T.O.P André Pestana.

 

publicado às 12:04

 

 

7 pontos sobre a alteração legislativa ao funcionamento dos C.T. :

1. O M.E. mais uma vez demonstra que, a 11 de julho (na reunião entre o Ministro e a Plataforma Sindical), apenas TENTOU GANHAR TEMPO para desmobilizar a classe docente numa greve histórica que o M.E. estava com muitas dificuldades em contrariar (por isso mesmo recorreu a várias ilegalidades, como por exemplo, a nota informativa de 11 de junho e o email da Dgest de 20 de julho, entre outros), e isto MESMO DEPOIS de 13 de julho, com apenas um sindicato nacional a manter o apoio aos colegas em luta;

2. O M.E. ao regulamentar através da Portaria n.º223-A/2018 está a demonstrar inequivocamente que, em junho e julho, agiu ILEGALMENTE e no “vale tudo” para tentar impor a sua vontade a qualquer preço, contrariando décadas de legislação consensual com AUTORITARISMO;

3. O M.E. mais uma vez DESCONSIDERA o papel central da avaliação no processo de ensino/aprendizagem, revelando um total desprezo pelos principais protagonistas do processo de aprendizagem e da avaliação (professores e alunos), para além de, uma vez por todas, assumir que a sua verdadeira preocupação é manter a sua prepotência a qualquer custo, mesmo que isso implique alterar a própria lei, sem consulta DEMOCRÁTICA dos agentes educativos;

4. PARADOXAL e IRONICAMENTE o Decreto-Lei n.º 55/2018 (6 de julho), assume como prioridade a “concretização de uma política centrada nas pessoas”, como princípios orientadores estabelece o “Reconhecimento dos professores enquanto agentes principais no desenvolvimento do currículo, com um papel fundamental na sua avaliação” (artº 4) e a finalidade da avaliação das aprendizagens “Informar e sustentar intervenções pedagógicas, reajustando estratégias que conduzam à melhoria das aprendizagens, com vistas à promoção do sucesso escolar” (artº 22). Já a Portaria n.º223-A/2018 (3 de agosto) - reafirmando o anteriormente decretado - , apesar de ter a competência de analisar e deliberar, ou seja, de se tratar de um órgão de natureza pedagógica BASILAR é, simultaneamente, equiparado a um órgão administrativo, independentemente da sua especificidade explícita, sendo desconsiderada a presença de todos os intervenientes;

5. Assinale-se ainda que a sobredita legislação cria uma SIMULTANEIDADE de regulamentação para, entre outros, o funcionamento dos CT. Entre 2018/2019 e 2021/2022 serão incluídos todos os anos de escolaridade, o que significa que, durante 4 anos letivos, teremos a coexistência de REGRAS DIFERENTES para algo que se prevê idêntico na sua essência pedagógica;

6. Perante mais este vil ataque do M.E./governo, a classe docente - visando mormente a sua competência profissional e a seriedade do processo de avaliação dos alunos - OU DESISITE de uma Escola Pública de qualidade e livre para todos, OU começa a CONSTRUIR - coletiva e democraticamente - uma resposta a esta intentona no início do próximo ano letivo. Dia 8 setembro (sábado) ocorrerá um ENCONTRO NACIONAL de TODOS os professores onde decidiremos qual o rumo a tomar. A partir desta segunda-feira, 6 de agosto, iniciaremos uma sondagem para que, uma vez mais, democraticamente, se escolha o local desse Encontro Nacional a 8 de setembro;

7. Reafirmamos que, JURIDICAMENTE, mantemos o compromisso de acompanhar de perto, este mês, os múltiplos processos em curso. Ainda que o efetivo final do ano letivo se aproxime a passos largos, à luz da nova Portaria, o que aconteceu nos últimos meses está indiscutivelmente manchado de credibilidade e legalidade. Enquanto preparamos os próximos procedimentos, resta-nos procurar assegurar por todos os meios ao nosso alcance que, a Justiça - o terceiro Poder - possa efetivamente funcionar com independência, e a suspensão das ilegalidades aconteça com efeitos retroativos, como prevê a lei.

Um sindicato docente NÃO PODE, nem quer ir de férias, pelo menos no estado atual da dignidade da profissão docente!

JUNTOS SOMOS + FORTES e construímos novos caminhos!

S.TO.P. Sindicato de Tod@s @s Professor@s

- Decreto-Lei n.º 55/2018 (6 de julho): https://dre.pt/…/pesquisa/-/search/115652962/details/normal…
- Portaria n.º223-A/2018 (3 de agosto): https://dre.pt/…/gu…/home/-/dre/115886163/details/maximized…

 

publicado às 05:51

 

O ministro Centeno tem problemas com os professores?

Centeno diz que não tem dinheiro para contabilizar o tempo de serviço que os professores efectivamente trabalharam (9 anos, 4 meses e 2 dias). Os professores não pedem qualquer aumento de salarial ou retroactivos. No entanto parece ter problemas em dizer que o seu governo tem tido sempre milhares de milhões de euros para as ruinosas Parcerias Público Privadas (PPP), para reformas vitalícias de políticos (escandalosamente com direito a retroactivos) ou mesmo para banqueiros amigos (os mesmos que nos levaram no passado recente para a crise).

Centeno diz que não tem dinheiro para quem todos os dias tenta (apesar de todas as políticas deseducativas dos últimos governos) dar o seu melhor a mais de 1 milhão de crianças e jovens. Os professores, que em 10 anos perderam 10% do seu salário e viram aumentada a sua idade de reforma em 10 anos e que (como classe) mais contribuiu para pagar os buracos para negociatas obscuras de banqueiros próximos do PSD/CDS/PS… mas Centeno tem sempre mais milhares de milhões precisamente para os mesmos responsáveis que no passado nos levaram para a crise (e que se nada fizermos, nos levarão para outra crise).

O que este governo não quer que se saiba é que há milhares de professores que já entraram ou estão a entrar na 3ª idade e que continuam a dar aulas a turmas enormes (com 30 ou mais alunos) e com horários cada vez extenuantes, há ainda mais milhares que ano após ano continuam a centenas de km dos seus filhos (sem qualquer subsídio de transporte ou alojamento ao contrário de outros funcionários públicos) e com um salário líquido de 1 000 euros (ou menos), há milhares de professores (das Atividades Enriquecimento Curricular) que não têm sequer direito a subsídio de Natal e férias, além de não receberem nada durante as chamadas férias escolares, sujeitos a uma precariedade que nos devia envergonhar a todos como sociedade …Obviamente que quem é assim tratado não poderá oferecer as melhores condições de aprendizagem que os seus alunos precisam e merecem. Mas é esta classe profissional que o actual governo enganou (estava já aprovado a contagem do tempo de serviço no artigo 19 do último Orçamento de Estado), tenta roubar o tempo de serviço e chegou mesmo a chantagear com aceitam 2 anos ou nada… Os professores estão fartos de ser “saco de pancada” de governos e de alguns Media que fazem uma autêntica campanha caluniosa contra a nossa classe. Por isso tudo neste momento decorre a mais longa greve de sempre na Educação em Portugal.

E perante este grande exemplo de luta o actual governo “socialista” ousou por diversas vezes questionar o elementar direito à greve e o direito às férias destes trabalhadores…

Quando os professores são sucessivamente enganados, roubados, chantageados e agora de uma forma inédita após o 25 de Abril, limitados no seu direito à greve e as férias, não são apenas estes a serem atacados mas toda a sociedade que se pretende livre, democrática e socialmente mais justa.

É esta a sociedade que queremos deixar para os nossos alunos/filhos e netos?

Problemas com os professores? Não, o Ministro (e o seu governo) parecem ter é, apesar da sua narrativa, sérios problemas com a verdade, a justiça e a liberdade/democracia na Escola Pública.

Professor contratado e dirigente do Sindicato de tod@s @s professor@s S.TO.P.

 

publicado às 14:49

 

 

(...) depois terem passado mais de 48 horas da convocatória do ME para todos os sindicatos/federações docentes (exceto o S.TO.P.) para reunir a 11 de julho, o S.TO.P. continua a não receber qualquer convocatória para essa reunião negocial.

Por isso, não se trata de esquecimento mas sim de uma evidente tentativa de discriminação e mais um atropelo da democracia. Para que não haja quaisquer dúvidas, enviámos hoje, para o ME, mais uma demonstração da nossa vontade em participar no processo negocial que vai abrir no dia 11 de Julho de 2018:

"Ao Ministro da Educação,

O S.TO.P. vem, por este meio, mais uma vez, reafirmar a total disponibilidade em reunir para iniciar um processo negocial sobre as reivindicações que levaram a classe docente a realizar a presente greve que se iniciou a 4 de Junho e com grande impacto em todo o país.

Entregámos a responsáveis do ME uma proposta a 14 de junho e reafirmámo-la novamente a 2 de julho, demonstrando a nossa total disponibilidade em reunir, com caráter de urgência, com o Ministro da Educação. Passaram-se mais de 2 semanas e não existiu qualquer resposta...

A 3 de julho tivemos conhecimento, através da comunicação social, que o Ministro da Educação convocou uma reunião com todos os outros sindicatos/federações sindicais docentes exceto o S.TO.P. (precisamente o único sindicato que iniciou este ciclo de greves a 4 de junho). O Ministério da Educação parece fazer uma clara opção política, demonstrando que tem sindicatos favoritos em detrimento de outros.

Este atual comportamento do Ministro da Educação contrasta com o que teve na reunião de 4 de junho onde afirmou fazer questão de reunir com todos os sindicatos independentemente da sua representatividade em número de sócios. Mais uma vez, como aconteceu no colégio arbitral que determinou os serviços mínimos, o S.TO.P. foi claramente discriminado, tendo sido impedido de indicar qualquer elemento para representante dos trabalhadores desse mesmo colégio arbitral (por isso expressámos a nossa discordância com a constituição de um único colégio arbitral).

Mas o mais grave deste comportamento não é apenas a evidência de uma total incoerência do Ministro (em menos de um mês) mas acima de tudo é grave porque viola princípios elementares da Constituição da República Portuguesa (C.R.P.). Nomeadamente o artigo 13º da C.R.P., o princípio da igualdade bem como o artigo 266, nº2 da C.R.P. no que respeita à Administração Pública onde se refere: "Os órgãos e agentes administrativos estão subordinados à Constituição e à lei e devem atuar, no exercício das suas funções, com respeito pelos princípios da igualdade, da proporcionalidade, da justiça, da imparcialidade e da boa-fé.

Assim, aguardamos que o ME reconsidere a sua posição e convoque também o Sindicato de Todos os Professores – S.TO.P. para o processo negocial que vai abrir no dia 11 de Julho de 2018.

Cumprimentos,

S.TO.P. Sindicato de todos os professores"

 

publicado às 06:33


STOP

por beatriz j a, em 07.12.14

 

 

stop.jpg

 do FB

 

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publicado às 09:15


STOP - מספיק - كفى

por beatriz j a, em 21.07.14

 

 

Só para fans do Eddie Vedder e da paz porque a imagem está péssima e o som também, mas vale pelo ambiente e pela intenção.

 

 

 

publicado às 20:33


STOP - מספיק - كفى

por beatriz j a, em 15.07.14

 

 

 

 

STOP - מספיק - كفى

 

 

É preciso dizer STOP ao conflito Israel/Gaza! Parar com os ataques a civis, nomeadamente crianças e jovens.

 

 

 

 

publicado às 13:34


hand on aproach

por beatriz j a, em 12.07.10

 

 

 

 

 

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publicado às 18:33


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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