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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau

O ex-diretor dos espiões alega que as secretas acedem a dados pessoais. O Conselho de Fiscalização nunca detetou este crime.
Deputados de todos os partidos querem explicações do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CF-SIRP) sobre as revelações do ex-diretor dos espiões, Jorge Silva Carvalho, que assumiu práticas ilegais nas secretas, nomeadamente acesso a dados de comunicações. Constitucionalistas classificam de "muito grave", "alarmante" e "uma violação gravíssima do Estado de Direito" que os serviços de informações nacionais cometam aquele crime.
A prisão está a embaraçar a Santa Sé, já que o mordomo era das pessoas mais próximas de Bento XVI.
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