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Os estúpidos dos portugueses que paguem

por beatriz j a, em 08.01.15

 

 

 

portugal-gastou-mais-de-120-milhoes-com-helicopteros-que-nunca-vai-receber

 

Em 2011 e 2012, Portugal gastou 87 milhões num programa da NATO para comprar dez helicópteros. Agora, pagou mais 35 milhões por ter desistido de os comprar.

São 150 milhões para estudos que podiam custar nada, são 900 e tal milhões de impostos a mais para a ministra ter dinheiro de bolso, são milhões para o BES, milhões para a REN, para os submarinos, para o BPN... e os estúpidos dos portugueses que paguem, pois é evidente que tudo isto se deve a viverem acima das suas possobilidades...

 

 

publicado às 16:11


Wat??!! Que é isto?

por beatriz j a, em 30.12.14

 

 

 

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) lança amanhã a ‘conta base', "uma conta à ordem com um conjunto de serviços bancários básicos incluídos", refere o comunicado hoje divulgado pela instituição.

 

"Esta conta inclui, para além dos serviços de constituição, manutenção, gestão e titularidade de conta à ordem, serviços fundamentais de movimentação e pagamento: um cartão de débito com anuidade gratuita, acesso ao serviço Caixadirecta, até três levantamentos por mês gratuitos em agência e transferências gratuitas para contas da Caixa", explica o banco. A esta conta estará associada "uma única comissão de manutenção mensal fixa".

 

Então passa a pagar-se uma comissão por alguns serviços? E os outros serviços? Pagam-se à parte? Mas porque raio é que temos que pagar comissões em primeiro lugar? Então uma pessoa que tenha várias contas em bancos diferentes paga uma fortuna em comissões? E quem não faz movimentos e não tem Caixadirecta, etc., como muitos reformados? Paga a comissão na mesma?

Só pensam em roubar... 

O que dá vontade é juntarmo-nos, um punhado de pessoas e tratarmos particularmente do nosso dinheiro, num 'banco' nosso sem ladroagens. Se todos tirássemos o dinheiro dos bancos, os bancos percebiam num instante porque é que existem.

E o tipo do BDP só dá palpites destes porque lidar com o BES foi a porcaria que se viu! E ninguém o tira de lá! Ele e o Crato fazem o par do galheteiro. 

 

 

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publicado às 21:19


Títulos de hoje I

por beatriz j a, em 21.06.14

 

 

Só com os criminosos pobres é que não se pode comer à mesa



As informações sobre o que se está a passar no BES, como o que nos últimos anos se veio a saber do BCP, e, andando um pouco mais para trás, toda a história ainda em curso do BPP e do BPN, mostram alguma coisa de consistente no comportamento de uma parte importante da elite político-financeira portuguesa.

 

O que tudo isto tem em comum é em primeiro lugar a completa promiscuidade com o poder político. Os Espírito Santo frequentavam os gabinetes de Sócrates, elogiaram-no até ao dia em que o derrubaram, quando os seus interesses estavam em causa pela ameaça de bancarrota. O dinheiro fluiu nos contratos swap, usados e abusados pela governação socialista, e as PPPs contaram com considerável entusiasmo da banca nacional e internacional. Compreende-se porquê, quando mais tarde se veio a saber detalhes dos contratos leoninos que deixavam milhões e milhões para pagamento num futuro que já era muito próximo.

O actual governo mereceu também da banca todos os elogios e retribuiu em espécie, impedindo que qualquer legislação que diminuísse os lucros da banca passasse no parlamento, ou ficando como penhor de bancos que em condições normais iriam à falência, mesmo numa altura em que já era difícil alegar crise sistémica. O governo actual manteve todas as práticas de co-governação com a banca e as instituições financeiras que já vinham do governo anterior, consolidando um efeito perverso, que não é apenas nacional, de permitir que os principais responsáveis pela crise dos últimos anos tivessem sido seus beneficiários principais.

 

Para além disso, mantém uma transumância de lugares e funções com a banca tanto mais reforçada quanto a sua relação com os “mercados” passava pela intermediação financeira quer em Portugal, quer fora, e a desertificação das chefias da função pública baseadas no mérito, atiradas para a rua pela demagogia do diminuir os “lugares de chefia”,  entregou áreas importantes do estado a consultoras financeiras e à advocacia de negócios. Os incidentes com secretários de estado que vinham da banca e do sistema financeiro e que se transmutavam da venda de swaps para negociadores de swaps, mostraram essa promiscuidade. E as decisões revelam como ninguém quer beliscar uma banca de onde veio, onde pode voltar a ir. A decisão de não ir a tribunal em nenhum caso mais grave de acordos leoninos quanto a PPPs e contratos swap, foi um dos maiores presentes que o actual governo ofereceu à banca.

 

Outra das coisas que se vão sabendo é como a gestão dos bancos se fazia como se o dinheiro que lá estava fosse pertença dos seus donos, gestores, administradores e dos seus amigos, ao  mesmo tempo que uma ríspida prepotência e intransigência é a norma de tratamento dos clientes e depositantes, a quem não se desculpa nada. Os milhares de casas, carros, empresas, bens que foram consumidos nesta voragem da “dívida”, que tornou famílias e pessoas solventes naquilo que nunca imaginaram que iam ser, insolventes, oferece um contraste flagrante com a prática reiterada de evasão e fuga fiscal dos mais ricos com dimensões muito significativas.

 

Pacheco Pereira

 

 

publicado às 10:38


sem préstimo nenhum

por beatriz j a, em 04.12.09

 

 

 

As declarações de Lima de Carvalho da Universidade Independente ao tribunal são o espelho do país: corrupção, promiscuidade, acobertamento das figuras que mandam em vários sectores na fuga ao fisco.

Enquanto isso e, sobretudo, para isso, fábricas são fechadas, centros de saúde fechados (este ano houve mais de um milhar de crianças a nascer em parte incerta), professores escorraçados da escolas, crianças à fome...

Já não posso ver estes gajos. Há décadas no poder sem préstimo nenhum. O Sócrates hoje dizia a um deputado para ter 'juizinho'. Que vulgar, que falta de sentido de estado. Como se estivesse a lidar com crianças. De facto é isso, temos sido governados por gente de mentalidade infantil. Só a roubar são adultos.

 

 

 

publicado às 18:19


Portuguela?

por beatriz j a, em 18.09.09

 

 

Já chegámos ao ponto em que os jornais da influência e agrado do governo têm acesso aos emails privados doutras pessoas - neste caso de outros jornalistas dum jornal da concorrência?

 

Como é que pôde ter acontecido? Quem tem poderes para espiolhar informações privadas? O SIS? Que depende directamente do primeiro ministro?

 

Não se instaura um processo ao DN por violação de correspondência alheia? Isto não é equivalente a arrombar uma caixa de correio, roubar a correspondência e usar-se dela?

 

Então e o DN, na pessoa do seu Director ou outro que autorizaram isto? Nada lhes acontece?

 

Este país deverá passar a chamar-se Portuguela? Uma mistura de Portugal e Venezuela?

 

 

 

publicado às 19:29


band of forty

por beatriz j a, em 28.06.09

 

 SOL

 

Reforma de luxo
Jardim Gonçalves conta com avião privado e 40 seguranças
O ex-presidente do BCP, acusado de crimes financeiros, continua a utilizar o avião a jacto alugado pelo banco e a contar com a protecção de cerca de 40 seguranças privados pagos pela instituição, revelou o Diário de Notícias

 

 

São estes abutres que tem mandado no país e a quem os políticos prestam vassalagem.

Foi em indivíduos como este que a ministra minha patroa se inspirou quando arquitectou o sucesso para a educação? Eram citados como exemplos de gestão de sucesso. Sucesso, claro, em roubar bem e depressa. Vê-se o sucesso que conseguiu: depois de ter deixado os accionistas do banco em dificuldades reforma-se e vai viajar com o dinheiro dos depositantes e com quarenta seguranças. Ele lá sabia o que tinha feito, para querer tantos seguranças....

 

 

publicado às 14:48


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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