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Falar, falam mas não fazem nada

por beatriz j a, em 29.09.16

 

 

Temos hoje em dia uma geração de jovens que foi mais longe na formação que todas as outras gerações anteriores: têm licenciaturas, mestrados e doutoramentos (alguns, vários) e estão, na maioria, desempregados ou empregados precariamente a fazer qualquer coisa diferente daquela em que são especialistas. Toda uma geração desperdiçada porque secundarizada, cativa dos interesses das sociedades em financiar bancos, políticos, amigos de políticos... é revoltante. Fala-se de educação e fazem-se muitos estudos e observatórios mas não se corrigem os pressupostos que estão a fazer derivar as sociedades para estruturas do tipo 'sovietismo soft'. Os do aparelho estão lá eternamente, apadrinham os camaradas familiares e mantêm os outros num estado de dependência extrema.

 

 

publicado às 05:55

 

 

... porque elas precisam imenso de mais descriminação e assédio. Acho pouco. Em caso de quererem interromper a gravidez deviam ser imendiatamente presas e ficar na cadeia, guardadas à vista, até terem o bebé. Depois de o terem seriam chicoteadas para aprenderem que não têm voz, não têm querer, não têm liberdade de decidir sobre os seus próprios corpos nem sobre as suas vidas. Devem ser os homens a decidir o assunto por elas para ver se elas aprendem qual é o seu lugar no mundo: meros instrumentos da gestão das tabelas de natalidade.

.

Movimento propõe que mulheres vejam ecografias antes da interrupção de gravidez

Um movimento de cidadãos está empenhado em mudar a regulamentação da lei do aborto, face à “crise de natalidade grave” que Portugal hoje enfrenta.

 

 

publicado às 10:11

 

 

 

Menor convive com violadores

Aluna manteve-se na mesma escola durante seis meses com o grupo que a violou. Um ano depois, no mesmo dia, os colegas voltaram a abusar dela

 

 

Uma adolescente de 14 anos que há um ano foi violada por cinco colegas da Escola Básica 2/3 Ruy Luís Gomes, no Laranjeiro, Almada (A adolescente foi agarrada por cinco colegas que a violaram durante várias horas numa mata), foi obrigada a frequentar o mesmo estabelecimento de ensino durante seis meses com alguns dos suspeitos de violação. A 19 de abril último, precisamente um ano depois, a menor terá sido alvo de novos abusos por parte do mesmo grupo. O caso está no Ministério Público.

 

Como é possível isto aacontecer numa escola? A rapariga ter que conviver diariamente com os indivíduos é uma violência diária. Como é que não foi imediatamente transferida? E como é que os rapazes continuam tranquilamente a frequentar a escola? Qualquer escola!? É para ver se violam outras raparigas? É uma espécie de imitação da política da Igreja Católica que ia transferindo os padres, violadores de miúdos, de paróquia em paróquia, para eles terem outras oportunidades de rapacidade...? E, como é que o MEC não é responsabilizado por esta situação? A tolerância com os criminosos à custa das vítimas não é cumplicidade?

 

 

publicado às 10:39


Quando a lei manda torturar as mulheres

por beatriz j a, em 14.03.12

 

 

 

 

Marroquina forçada a casar com violador suicida-se

Uma marroquina de 16 anos suicidou-se este sábado com veneno para ratos após dois anos de casamento forçado, marcado por constantes actos de violência física e verbal, com um homem dez anos mais velho que a violou quando a residente na aldeia de Douar Khirimda tinha apenas 14.

Segundo a lei marroquina, um violador não enfrenta qualquer pena desde que se case com a vítima.

 

 

Um violador não é condenado desde que garanta continuar a torturar a vítima, no caso de ser mulher, claro... é o que eu digo, a guerra mais antiga a decorrer no planeta é a dos homens contra as mulheres.

 


publicado às 17:50


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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