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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau


O dançarino e coreógrafo refugiado Ahmad Joudeh numa performance no evento World Refugee Day em Bruxelas.

Shakila Zareen:
‘I wondered what I had done to deserve such inhumane treatment.’
Photograph: None
A viagem de Rania Mustafa Ali, de 20 anos, desde Kobane, na Síria, até à Áustria. Um pequeno filme que documenta o que os refugiados passam nestas viagens clandestinas.
... em seguida é preciso problematizá-lo para se poder encontrar uma estratégia de solução: desenhar-lhe o contexto, as fronteiras de demarcação, as características, as causas, as consequências e as ramificações. Depois procura-se uma solução ou, pelo menos, definem-se medidas de controlo do problema e de inibição das consequências.
Falhar em reconhecer um problema é deixar uma via para que ele se desenvolva ao sabor das circunstâncias e das pessoas que dominam essas circunstâncias e até que possa agravar-se a um ponto de não retorno. E isso é o que tem acontecido um pouco por toda a Europa na questão dos refugiados/imigrantes muçulmanos. Como não há uma estratégia para lidar com o problema cada um dispara à toa com as armas que tem à mão que tanto podem ser os preconceitos como os interesses políticos, comerciais, etc.
É evidente que estes refugiados ou migrantes, como se lhes queira chamar podem ser um problema nos países europeus se crescerem a números que ponham em causa a hegemonia cultural do país em questão pois trazem consigo uma matriz de organização social teocêntrica onde a religião impõe leis ao Estado. Ora, como nós muito bem sabemos (já tivémos esse padrão cultural aqui na Europa e muito nos custou vermo-nos livre dele), as religiões em geral não valorizam a universalidade dos direitos humanos [há uma hierarquia onde uns, os machos, têm mais direitos humanos que outros], não valorizam a liberdade, valorizam a obediência [daí que não valorizem democracias], não valorizam o saber, valorizam a fé, sendo que a religião muçulmana é particularmente retrógada e arrogante na sua visão medieval, dogmático-machista do mundo e da organização social. Portanto, o perigo de crescerem dentro de sociedades relativamente pequenas e tentarem impôr a sua visão teocêntrica é real e assusta as pessoas.
Este é o problema e é preciso pensar uma maneira de lidar com ele [mandar as pessoas de volta ou tratá-las mal não resolve nada e é um mau princípio) pois enquanto não o fizerem ele vai escalando e alastra-se [veja-se o à vontade com que o Erdogan inflama os muçulmanos contra os europeus), por um lado e, por outro, porque investe-se contra ele energias, talvez mal guiadas e excessivas, que podiam ser usadas para fins positivos. Veja-se o caso Brexit e o crescimento de partidos nacionalistas um pouco por todo o lado: quando as pessoas se percebem em perigo e sem proteção começam a armar-se para se defender do que antecipam vir aí.
"A minha Europa não deixaria refugiados morrer de frio”. Assinem e partilhem a nossa petição se concordam! #EuAcolho




Carlos Spottorno y Guillermo Abril
Este tipo tem 8 mansões, algumas na Europa e em grandes terrenos, cheias de quartos vazios. Quantos refugiados é que ele já acolheu com os seus milhões e milhões? Zero. Nada, Nicles. Niente. Vai aos sítios falar como se fosse moralmente superior e depois volta para as suas mansões, fatos de seda e caviar. Hipocrisia. Ainda se irrita com a jornalista e pergunta-lhe o que ela faz pelos refugiados: ela faz o seu trabalho que é interrogar hipócritas como ele...
Ao menos o Papa que também fazia o mesmo discurso inconsequente, outro dia levou meia dúzia de mulheres para o território do seu Estado particular. É um começo... porque esta hipocrisia cansa. A Anjelina Jolie adoptou 6 ou 7 miúdos. Fez mais com isso que os outros dois com todas as suas conversas.

... ler isto e vir logo à cabeça aquelas imagens de montes de malas, jóias, dentes de ouro e outros objectos pilhados aos judeus nos campos bem como as fortunas que lhes sacavam para os passar para a América. Bem sei que a Dinamarca faz isto para dissuadir os refugiados de passarem a linha da Alemanha para cima e não para roubar os refugiados mas há coisas que não podem fazer-se.
... tendo sido os principais responsáveis por ela com a invasão do Iraque, é uma vergonha, não?
GOP presidential candidate Ben Carson made a comparison between Syrian refugees and rabid dogs at a campaign stop in Mobile, Ala., on Thursday.
Carson, a retired neurologist, said during the campaign event in Alabama that the country should be cautious about allowing an influx of immigrants from that part of the world.
Interpelada durante uma visita esta quinta-feira a um centro de acolhimento em Berlim, a chanceler alemã começou por declinar o pedido de um candidato a asilo mas acabou por conceder algumas selfies.
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