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... e um grande obstáculo à solução. A maior reivindicação destes 'coletes amarelos' portugueses é a luta contra a corrupção e este indivíduo, juntamente com muitos outros que andam no sistema há dezenas de anos, são uma grande parte do problema.

 

Hoje o Assis escreve no jornal que os críticos do governo são todos populistas (esta palavra serve para tudo, é o equivalente aos homens chamarem histéricas a toda e qualquer mulher que se queixe) e maniqueístas porque os assuntos são complexos. Pois são, e o problema é que os Assises, os Costas, os Centenos (Impostos por cobrar: governo perdeu 1,6 mil milhões em dois anos - quando o inspector-geral das Finanças, que é membro do Conselho de Prevenção da Corrupção, protegido de Centeno, é um suspeito de ser criminoso... ) e muitos outros são uns simples com soluções simplórias e muitos amigos de má nota. Mas não se vão embora e fazem questão de piorar os problemas.

 

Carlos César: autoridades devem lidar "com a maior firmeza" contra manifestações violentas

 

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publicado às 18:56


Problemas

por beatriz j a, em 01.12.18

 

IMG_2447.jpeg

Estou aqui a olhar para estas coisas à minha frente e a pensar, 'como é que as coisas sabem o que devem e não devem ser?' Quer dizer, como é que sabem os limites nos quais devem conter-se para serem o que são e não se dissolverem umas nas outras? Vejo claramente o limite do marcador de livros com as flores encarnadas, o pequeno pensador e as canetas. Cada objecto com a sua fronteira a demarcar-se dos outros objectos... átomos e moléculas, poucos, em movimento no vazio e eu própria também, uma colecção de átomos e moléculas... porque não nos fundimos uns nos outros? Como é que nos mantemos coesos num universo diferenciado e consistente, dia após dia, quer dizer, como repelimos as outras coisas todas de modo a que não se (con)fundam connosco? Estranho.

 

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publicado às 14:22


Problemas

por beatriz j a, em 07.06.18

 

 

Um dos problemas do mundo actual é a transformação de tudo o que existe em mercadoria e, por conseguinte, os governos e as pessoas particulares em comerciantes à procura de lucro, recusando a ideia de que determnados bens, sejam físicos ou culturais, como a água, o ar que respiramos, a educação ou a saúde não possam ser sujeitos a uma lógica de mero comércio com vista ao lucro e que, pese embora tenham um valor que pode traduzir-se economicamente em termos de custos, não podem ser geridos como outro qualquer bem transitório, supérfluo.

 

Repare-se como este indivíduo, que defende ser a ideia de todas as pessoas terem direito a água uma coisa de extremistas, vai ao ponto de atribuir um objectivo pedagógico à comercialização/privatização da água: diz que se lhe atribuirmos um valor económico e a comercializarmos toda a gente passa a perceber que a água tem custos, logo, tratar a água como outro bem alimentício qualquer, na lógica distorcida dele, até é bom para as pessoas que têm menos recursos. Como se não pagássemos impostos para suportar os custos relacionados com o tratamento e cuidado com as águas. 

 

 

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publicado às 06:45


Soluções? Que soluções?

por beatriz j a, em 15.05.18

 

 

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publicado às 07:30


Problemas

por beatriz j a, em 21.10.17

 

 

No teacher can “break” a student’s story, his understanding of his life, and replace it with her own.

(Michelle Kuo)

 

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publicado às 06:42


Problemas

por beatriz j a, em 20.06.15

 

 

 

Nada há que não esteja num qualquer movimento específico, externo ou interno, mesmo que não apareça como tal a nossos olhos impotentes. E isto é uma das coisa mais perturbadoras do Universo. Dali pintou aqui essa perturbação.

Bem... vou ali beber um Sauternes (grand vin) enquanto penso no assunto...

 

natureza morta, viva, Dali 1956 

 

 

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publicado às 18:29


Problemas

por beatriz j a, em 02.02.15

 

 

O reputado pragmátivo W. V. Quine famosamente declarou que nas nossas teorias do mundo (cuja totalidade das declarações apenas foram pragmaticamente trabalhadas e ajustadas umas às outras) nenhuma declaração é não revisível. Mas não é a declaração de Quine, segundo a qual nenhuma declaração é não revisível, pensada para ser 'não revisível': para representar a verdade sobre a revisibilidade, haja ou não fundamentos pragmáticos para a manter? Ele não diz, 'nenhuma declaração é não revisível enquanto esta declaração não for revista'. De toda a maneira, se as declarações de Quine rejeitando as declarações não revisíveis fossem em si mesmas revisíveis, não seria isso a rejeição absoluta das declarações não revisíveis que ele pretendia. À semelhança do princípio segundo o qual não há princípios absolutos, a declaração de Quine rejeita-se a si mesma. (Dr Arnold Zuboff, tradução minha)

 

Mesmo que todas as verdades -ou declarações objectivas- sejam relativas isso não as torna, obrigatoriamente, equivalentes. De qualquer modo o que parece interessante é que mesmo as declarações que pretendem negar a possibilidade de verdade têm intenção de declarar uma verdade.

 

 

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publicado às 21:53


O meu problema

por beatriz j a, em 29.01.15

 

 

Defesa de Sócrates acusa procurador de querer usar “provas proibidas”

 

 

Ao reconstruir o caminho do dinheiro, os investigadores terão esbarrado em vários milhões de euros que, segundo noticiou então o semanário Sol, se encontravam depositados em contas do banco suíço UBS em nome de várias contas offshore. Estas seriam controlados pelo amigo de infância do ex-primeiro-ministro Carlos Santos Silva, empresário também em prisão preventiva neste caso.

Porém, para os advogados, que sublinham desconhecer os factos pelos quais Sócrates está indiciado, esses dados não são admissíveis em tribunal. A amnistia fiscal implica que quem transfere para Portugal dinheiro depositado no exterior ao abrigo deste regime, não pode ser alvo de processo-crime por isso.

“Nos limites do presente regime, a declaração de regularização tributária não pode ser, por qualquer modo, utilizada como indício ou elemento relevante para efeitos de qualquer procedimento tributário, criminal ou contra-ordenacional, devendo os bancos intervenientes manter sigilo sobre a informação prestada”, referem as leis que estabelecem os regimes.

O RERT foi criado pelo primeiro Governo de Sócrates, em 2005, e repetiu-se em 2010, no segundo Governo de Sócrates, e em 2012, já com Passos Coelho.

Em Dezembro do ano passado, por exemplo, foi arquivado o inquérito que corria há oito anos sobre a alegada corrupção no negócio de venda de dois submarinos por um consórcio alemão ao Estado português.

Num comunicado, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal admitia ter sido possível “apurar o recebimento de alguns montantes [luvas]”, mas sublinhava que “sem recurso aos dados contantes do RERT não há elementos probatórios que permitam inferir quem eram os beneficiários” até porque “o RERT inviabiliza a possibilidade de incriminação a título de fraude fiscal, através do recurso  ao conteúdo do RERT”.

 

Segundo o que tem sido noticiado, Santos Silva aderiu ao RERT em 2009 para passar alguns milhões do USB para o BES. Em vez dos habituais 50% de impostos, o diploma permitiu que pagasse apenas 5%, isto é, em vez de pagar ao Estado 10 milhões de euros, terá pago um milhão. Já em 2005, terá entrado também outra tranche em Portugal vinda de uma conta offshore de Carlos Santos Silva.

 

Quando quem manda se aproveita do cargo para fabricar leis alfaiate que lhe permitam alegar em sua defesa que é proibido saber-se se tem dinheiro, quanto tem, onde o arranjou e por aí fora... mas o PPC também apoia esta lei que impede que se possa apurar quem se serve dos cargos para se apropriar do alheio...

 

O meu problema é: em quem é que se vota nas próximas eleições...? Quem? No PS dos amigos e admiradores do Sócrates? Na coligação submarina dos amigos do despedimento em massa e das folgas de 800 milhões à custa dos serviços públicos? Nos náufragos orfãos do trotskismo do BE? Isto vai ser muito complicado...

 

 

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publicado às 16:41


Acontece às vezes...

por beatriz j a, em 22.12.14

 

 

 

... não se ver a solução dos problemas por ser demasiado óbvia.

 

 

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publicado às 12:28


Dos que não sabem contar

por beatriz j a, em 10.05.14

 

 

 

If a man who cannot count finds a four-leaf clover, is he lucky? ~Stanislaw J. Lec

 

 

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publicado às 22:52


Problema

por beatriz j a, em 02.02.14

 

 

 

Para um determinista radical nós, seres humanos, somos as máquinas que se tornaram inteligentes/conscientes, entraram em ruptura com a sua origem natural, desataram a reproduzir-se e a destruir tudo à sua volta. Nessa perspectiva, a I. A., não é uma coisa do futuro mas, do passado e do presente: sempre fomos nós... um erro da natureza ou uma possibilidade evolutiva? É claro que no âmbito do determinismo a expressão, 'erro da natureza' não tem nenhum sentido.

 

 

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publicado às 11:03


🐸 Problemas: o público e o privado

por beatriz j a, em 29.12.13

 

 

 

Onde o interesse ou o investimento público se retiram há sempre forças, privadas, que invadem o terreno que vêm vazio e ao abandono para levar a cabo as suas agendas pessoais.

É assim no caso da educação, é assim no caso da saúde, é assim no caso da economia, é assim no caso das bolsas de doutoramento e de investigação.

É sabido que as ideologias económicas -parece-me que têm que ser assim chamadas pois, como tal, são implementadas e defendidas- que nos (des)governam foram o fruto de teses de doutoramento pagas com bolsas de estudo da Goldman Sachs e outras companhias do género, que se chegaram à frente, não para custear investigação isenta ou de interesse público mas, para desenvolver projectos com intenções financeiras privadas, calculadas. Vem isto a propósito de hoje ter lido que a investigação dos antibióticos está em queda livre (com tudo o que isso implica de custos para a saúde humana), pelo facto das companhias farmacêuticas, que são quem financia as teses de doutoramento e as bolsas de investigação científica, desde que os Estados se demitiram desse serviço público, terem interesse na investigação dos "fármacos para as doenças crónicas que são os que rendem muito".

Na educação é o mesmo. Desde que o Estado se retirou ou está a retirar do terreno e a abandonar um projecto de educação pública, as instituições privadas avançam na oferta de serviços educativos, não para prestar um serviço público mas para levar a cabo uma agenda de interesses próprios, privados, que nada têm que ver com liberdade de escolha.

Isto merece uma reflexão profunda em volta das consequências deste abandono de território por parte do Estado, desde logo, do ponto de vista dos próprios princípios republicanos e laicos com que queremos (?) governar-nos. Porque, é isso e não a liberdade de escolha de serviços competentes que está aqui em causa.

A educação pública não é uma questão de escolha. Não se escolhe ter um Estado repúblicano, laico e, democrático, porque isso já foi objecto de escolha, de modo que a educação pública, submissa a esses princípios que tanto nos custaram a conseguir, é uma obrigação que temos para com as gerações futuras. Não cabe ao Estado dizer aos cidadãos que, se quiserem, podem antes escolher escolas privadas. Cabe ao Estado assegurar uma rede de escolas públicas que funcionem bem. Mais nada. Quem quiser ter escolas privadas ou, pôr os seus filhos em escolas privadas, que os ponha. É justamente para isso que o Estado, que somos nós, tem que assegurar, não como uma escolha, a continuação, idealmente imarcescível, dos princípios da res publica e democrática numa escola pública de qualidade.

 

 

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publicado às 10:24


Problema

por beatriz j a, em 22.09.13

 

 

 

Dizem os psicólogos que passamos por cinco fases quando lidamos com a morte ou com perdas catastróficas nas nossas vidas.

A primeira fase é a da negação ou choque - não se acredita que aquilo tenha acontecido, porque sabemos que é mais do que, emocionalmente, conseguimos suportar; a segunda fase é a da revolta - zangamo-nos com toda a gente e connosco próprios e andamos num permanente estado de raiva prestes a explodir; a terceira fase é a da argumentação ou negociação - argumentamos, rebaixamo-nos, fazemos tudo para reverter os acontecimentos (continuamos a saber que são mais do que conseguimos suportar, emocionalmente); a quarta fase é a da depressão - isolamento e silêncio; finalmente, a última fase é a da aceitação ou resignação.

Isto permite lidar com a perda? Não propriamente, mas permite-nos continuar vivos, pois não é possível viver num permanente estado de negação, revolta, agumentação frustrante ou depressão.

E quando temos de lidar com mais do que uma perda catastrófica -digamos, aí umas três ou quatro- num período curto de tempo - digamos, aí uns três ou quatro anos, em que as fases se sucedem e atropelam umas às outras sem parar? Como se sobrevive a uma tal catástrofe? Talvez com a frase de Sócrates citada por Platão, 'Mais vale sofrer uma injustiça que cometê-la'.

 

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publicado às 12:50


Uma frase, sete problemas

por beatriz j a, em 20.09.13

 

 

 

If happiness is about getting what you want, it appears that meaningfulness is about doing things that express yourself (Roy F Baumeister)


É melhor uma vida feliz ou uma vida com sentido?

Ser feliz e ter uma vida com sentido são objectivos compatíveis?

A felicidade como, 'obter o que se deseja' implica uma grande dose de egoísmo, manipulação, enganos: pode uma tal vida ser uma vida com sentido?

O sentido da vida como, 'expressar-se a si próprio no que se faz', implica uma grande dose de sofrimento, desde logo na procura da identidade própria e do sentido que lhe corresponde: logo, pode uma vida com sentido ser uma vida feliz?

Estas duas forças degladiam-se? À medida que uma pessoa aumenta a sua felicidade (uma vida sem problemas, sem conflitos, sem lutas e com, mais ou menos, tudo o que se deseja) diminui o sentido da sua vida e, vice-versa?

A vida do estóico é uma vida sem sentido?

A vida dos monges que vivem isolados nos seus conventos, onde cultivam as suas couves e fazem licores, essa vida sem interacção com o mundo e os problemas do mundo, é uma vida egoísta e sem sentido?



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publicado às 06:45


problema

por beatriz j a, em 06.09.13

 

 

 

 

O que distingue a arte do artefacto?

 

 

Kantharos
Roman (ca. 50 B.C.)

 

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publicado às 13:05


Estou aqui a hesitar

por beatriz j a, em 01.04.13

 

 

 

 

Se devo ou não devo inscrever-me numa formação tipo mini-curso que me interessa bastante, numa universidade em Lisboa, mas que se passa em váris sábados, o dia inteiro... ... a pagar, claro. É que já estou a fazer duas formações, mas uma delas, que é obrigatória, a dos exames, não me interessa nada. Quer dizer, gostei daqueles dois dias de discussão mas o resto não me interessa nada. A ideia de ter que fazer relatórios e trabalhos sobre a equidade dos exames... durante quatro anos (!) dá-me nauseas.

Não estou de acordo com esta bolsa de corretores. Acho que todos os professores que dão aulas a anos de exame deviam corrigir exames, desde que começam a dar aulas, que aliás, foi o que sempre aconteceu, com benefício para todos.

Enfim, chateia-me sobretudo ser obrigada a fazer formações que não me interessam e ficar com falta de tempo para fazer as outras que me interessam e que melhoram-me as aulas.

 

Enquanto hesito passa-se aqui uma trovoada e eu sem uns ovinhos de chocolate que me ajudem a pensar, ao menos...

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publicado às 22:33


Problemas

por beatriz j a, em 02.12.12

 

 

 

 

Como viver uma vida com sentido num mundo sem sentido.

 

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publicado às 12:05


problemas

por beatriz j a, em 20.11.12

 

 

 


"O nosso modo de ser condiciona nosso modo de ver” (Jung) ou, é o nosso modo de ver que condiciona o nosso ser?



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publicado às 18:51


Problemas

por beatriz j a, em 21.05.12

 

 

 

 

 

Um homem que não sabe contar encontra um trevo de quatro folhas. É sortudo? Stanislaw J. Lec

 

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publicado às 19:43


escolhas trazem escolhos

por beatriz j a, em 26.07.11

 

 

 

Dou sempre maior importância aos valores universalistas e a minha lealdade é para com a História, o Futuro e o ideal de civilização em que acredito e que considero correcto. Não tenho aquela lealdade paroquial própria dos pequenos poderes e da troca de favores à custa dos outros aspectos importantes. Isso traz-me problemas... é uma chatice...

 

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publicado às 20:02


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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