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Blogs por aí

por beatriz j a, em 06.02.14

 

 

 

O Futuro foi esta semana.

 

http://lsoares.blogs.sapo.pt/o-futuro-foi-esta-semana-975770

 

 

publicado às 11:57


Directamente do FB

por beatriz j a, em 22.12.13

 

 

via RAA

P.U.T.A.'s photo.

publicado às 11:43


Também o futuro justifica o presente

por beatriz j a, em 24.09.13

 

 

 

What I believe is that other people will continue to live after I myself have died. (Samuel Scheffler no NYT)

 

Se tivéssemos a certeza do fim da Humanidade, se por exemplo, a hipótese do filme Children of Man fosse real e a Humanidade enfrentasse um futuro limitado em virtude da total e irreversível infertilidade da espécie, que sentido teriam agoras as nossas vidas, o nosso trabalho, as investigações sobre doenças, sobre o Universo... não é só o passado que justifica o presente, também o futuro o justifica. Precisamos acreditar que a seguir a nós vêm outros. Talvez seja mais importante acreditar e criar condições para a perpetuação da espécie, para um futuro do Homem (sem o qual nada do passado terá tido propósito) do que acreditar e trabalhar para uma vida depois da morte.

 

publicado às 18:55


a mafaldinha tem sempre razão

por beatriz j a, em 10.07.13

 

 

 

 

publicado às 07:35

 

 

 

 

O que faremos se o sistema já não conseguir criar trabalho?

 

Ultrapassar os fracassos da sociedade capitalista.

 

publicado às 19:31


Fantasmas do passado no presente

por beatriz j a, em 21.11.12

 

 

 

 

Do Duarte :)

 

O historiador holandês Jo Hedwig Teeuwisse resolveu vivificar o passado para mostrar o quão perto ele está de nós, combinando imagens actuais com imagens da Segunda Grande Guerra. Algumas das imagens são poderosas e, de facto, põem o passado a correr ao nosso lado como uma força presente.

 

Para ver toda a série: http://www.demilked.com/ghosts-of-world-war-2-blended-into-present/

 



“Captain WH Hooper, who commands the Company of the 314th IR of the 79th IUS D and some of his men surround a column of German prisoners. Column takes a southerly direction, it will join the POW camps located on the plateau of the Mountain Roule, near the farm of Fieffe.”



“Rue Armand Levéel à Cherbourg.”



“Corner covered, 1943, Acireale, Sicily”



publicado às 18:57


O passado ainda presente

por beatriz j a, em 26.10.12

 

 

 

 

não sei quem é o autor da fotografia

 

publicado às 06:03


Olhar para o passado

por beatriz j a, em 16.05.12

 

 

 

Uma pessoa olha para o passado para se compreender e para corrigir erros. Se vai a tempo de os corrigir, corrige, senão anda em frente. Agora olhar para trás para se lamentar disto ou daquilo ou remoer o que poderia ter feito diferentemente...não entendo. É um exercício inútil que só atrapalha os passos porque na altura em que tomamos as decisões tomamo-las com base no que então somos, no que sabemos e no que são os condicionalismos da altura de modo que pensar 'ah se voltasse atrás' e tal não faz sentido nenhum. Não existe o 'voltar atrás' e enquanto se fica a remoer os erros do passado não se constrói presente nem futuro.

 

publicado às 20:48

 

 

 

AST Hermes Boson

 

 

Max Ferguson

publicado às 11:16


present's past

por beatriz j a, em 01.03.11

 

 

 

 

Nathan Wash

 

publicado às 07:00


inadaptados

por beatriz j a, em 08.11.09

 

 

elenco do filme Freaks de Tod Browning

 

 

Há coincidências estranhas. Vi este filme há muitos anos. Não é filme que se veja mais que uma vez. Mas vê-lo uma vez é importante. Eu aprendi com ele a compreender o destino dos inadaptados, dos outsiders, dos que não estão no mesmo Tempo e Realidade que os outros.

Hoje, a pensar numa conversa que tive com umas alunas numa aula sobre temperamentos e padrões de comportamento e pessoas que não são como as outras, e nos tormentos que isso pode trazer, lembrei-me dele.

Porque, se calhar, o ser diferente é uma inadaptação a um tempo presente específico e não ao Tempo.

Os adolescentes preocupam-se muito com a questão de serem normais, como os outros, e fazem a si próprios essa questão muitas vezes, será que sou normal? É causa de grande angústia verem-se como 'a-normais'. A esmagadora maioria, no entanto, é mesmo normal, de modo que a questão só por pouco tempo lhes é angustiante. Mas um número reduzido de pessoas são mesmo 'a-normais', fogem à norma na maneira de ver as coisas e de as fazer e no modo de ser. Esses são para sempre inadaptados: 'freaks' aos olhos dos outros, e a seus próprios também, durante muito tempo,  porque os outros fazem de espelho para nós.

 

(um aparte - Leyla Hyams também entra no filme. Uma actriz cheia de talento dos anos 30 que desapareceu, não sei porquê. Mas que responde à questão: certas coisas, pessoas, ideias estão todas destinadas a perder actualidade e sentido só porque são de outro tempo? Obviamente, não. Basta vê-la.

Talvez certas pessoas, coisas, ideias não estejam em ligação com o tempo presente, mas com o presente no Tempo).

 

Bem, mas a coincidência está no facto de ter ido hoje ao cinema ver um filme que, para minha surpresa, é todo sobre essa inadaptação à vida, ao Tempo, aos outros. Fui ver os Irmãos Bloom e estava à espera duma espécie de filme de aventura para entreter, depois de ter lido uma sinopse no Público. Grande surpresa! O filme é uma jóia. Os personagens - os irmãos Stephan e Bloom, Bang-Bang, uma cúmplice nas burlas e Penélope, a burlada, que não o é, de facto - são, todos eles, inadaptados.

Durante todo o filme eles parecem, e estão, deslocados: a maneira como se vestem, os ambientes que fazem o cenário e que parecem saídos dos anos 20 ou 30...tudo ajuda a conferir aos personagens esse ar de pessoas que estão no tempo errado, ou melhor, que estão fora do tempo, e que vivem a vida como personagens a cumprir papéis numa história já escrita e da qual conhecem o enredo, os padrões e a estrutura, de cor e salteados. Todas as outras pessoas à volta deles são para eles apenas contexto e não realidade.

Eles procuram um sentido para a vida. Cada um deles tem uma especialidade. A de Bloom é encarnar o personagem. Bloom procura desesperadamente a realidade por detrás das histórias que o irmão arquitecta e ele encarna, para concluir que as histórias são, afinal, a realidade em que cada um transforma a sua vida, com as escolhas que faz.

Muito existencialista no final.

Não sei se foi por ter estado, desde ontem, a pensar obsessivamente nesse assunto e não estar à espera que o filme fosse tão bom, mas a verdade é que adorei o filme.

 

 

 

publicado às 20:40


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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