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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
No topo do Arco da Rua Augusta. Acho que todos os povos, tal como as pessoas particulares, se sobrevalorizam assim que têm uma oportunidade/pretexto para isso, seja encontrar ouro, petróleo, ganhar poder de um modo ou outro...

(fotografia da Anabela Simões)
Barack Obama, defendeu hoje a necessidade de controlar as finanças públicas, mas sublinhou que o objetivo dos governos é melhorar a vida dos cidadãos e alertou para o risco de se perder uma geração devido ao elevado desemprego jovem.

Uma coisa que se aprende quando se viaja para uma dezena de sítios é que todos os países têm coisas lindas, coisas extraordinárias, pedaços de História dignos de admiração e o contrário também. Com o grau de dependência que os países têm uns dos outros, hoje em dia, seria de esperar que se entendessem para trocarem uns com os outros o que têm, cada um, de bom e único. Durante uns tempos pareceu que a Europa poderia liderar este processo de esperança numa paz perpétua. As ideias que fundaram as Nações Unidas e a civilização europeia continuam a ser boas e válidas, mas os que lideram não são capazes de enquadrá-las no século XXI: tolos que se acusam uns aos outros em vez de se unirem uns com os outros.
O povo quando quer tem muita força.
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