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Poema sobre a vida

por beatriz j a, em 03.06.15

 

 

 

 via ching yang tung

 

 

publicado às 04:38


azzzul

por beatriz j a, em 19.12.11

 

 

 

 

Daniel K Tenant

 

 

Azzzul

é a cor da noite

em perfumes de pêssego

e brancas rendas

pele que se entrega

(...)

 

bja

publicado às 06:01


do Bruno Amoroso

por beatriz j a, em 01.09.11

 

 

 

...que hoje faz anos, dois bonitos poemas {#emotions_dlg.happy}

 

 

 

Espelhos redondos.. lenços de cetim
Bugigangas de mil cores no meu jardim
Tem rosas, tem margaridas
Apenas não te tem a ti, nem a mim…

Tenho um jardim que não é meu
E as flores que nele crescem
São filhas da terra, Ninguém as plantou…

Tenho um jardim que é só meu
E as sombras que nele vejo
São bastardos do corpo, fui eu quem os criou…


-------------------------------------------------------------


Sonho com dias de Outono.
Dias de laranjas e vermelhos,
Dias de amarelos e castanhos.
Sonho com chuvas, com folhas, com naturezas.
Das que nunca vi,
Das que nunca descobri.
Sonho com passeios descalços
Com reflexos, com sombras.
Sonho corpos amontoados, torcidos, quebrados
Sonho ou desespero?
São noites de inverno
Noites de negros e pretos
Noites de gelos e medos
Acordo e penso….
Que todos os invernos sejam sonhos
E os dias Outonos!!!

 


publicado às 17:29


girassol

por beatriz j a, em 11.07.11

 

 

 

 

Esgotaram-se as palavras

nas ausências dos actos

nas oportunidades negadas

constroem-se passados.

 

Fecham-se portas

onde não há janelas

assim ficam as loucas

a cismar para elas.

 

Toma comprimidos, criança

Toma comprimidos

prozacs sem risos nem dança

amores desengolidos

num futuro sem esperança.

 

Se passares por aqui, amigo

leva-me contigo

à hora primeira

ao nascer do sol

quando a esperança é inteira

no abrir dourado do girassol.

 

bja

 

publicado às 05:36


Um poema para domingo

por beatriz j a, em 23.05.10

 

schuh

 

 

Um poema para domingo...

“Não estejas longe de mim um só dia,
Porque, não sei dizê-lo, é comprido o dia,
e te estarei esperando como nas estações
quando em alguma parte dormitaram os trens.
Não te vás por uma hora porque então
nessa hora se juntam as gotas do desvelo
e talvez toda a fumaça que anda buscando a casa
venha matar ainda meu coração perdido.
Ai que não se quebrante tua silhueta na areia
Ai que não voem tuas pálpebras na ausência
Não te vás por um minuto, bem-amado,
Porque nesse momento terás ido tão longe
que eu cruzarei toda a terra perguntando
se voltarás ou se me deixarás morrendo.”


(Pablo Neruda)

 

publicado às 14:36


para começar bem o dia

por beatriz j a, em 09.11.09

 

 

Um poema em forma de arquitectura

 

sadegh miri

 

 

 

 

publicado às 08:58


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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