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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau

"College used to be pretty affordable," says a fact sheet on Mrs. Clinton’s compact. "For millions of Americans, that’s not the case anymore." Colleges’ systems of grants and other financial assistance are complicated, so "free tuition" is a lot easier to pitch than a plan to tweak the existing patchwork of aid. Simple messages tend to resonate best.
In fact, some experts worry that free tuition for most families could exacerbate existing inequalities and further stratify higher education. While poor students would attend crowded, lower-tier public colleges at no cost, affluent students could buy their way into elite colleges — public or private — where they might get a different kind of education from everyone else.
O argumento segundo o qual a gratuidade do ensino universitário vai prejudicar os pobres porque vão para universidades públicas horríveis enquanto os ricos vão para as particulares boas (em Portugal usa-se o mesmo argumento para o cheque-ensino) é uma falácia porque assume como petição de princípio que as universidades públicas têm que ser más por serem financiadas com dinheiros públicos, o que não é verdade, como se vê pelo exemplo português onde, por regra, as universidades públicas são melhores que as particulares. Mas quando se trata de dar benefícios a quem não tem dinheiro aparecem logo os amigos dos lobbies a defender que o que é bom para os pobres é endividarem-se para enriquecer os ricos. Como é que se muda a ordem das coisa no mundo se nada muda e tudo quer continuar com os seus privilegiozinhos à custa da miséria alheia?
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