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Perguntas a precisar de resposta

por beatriz j a, em 29.06.19

 

Vamos supor que há um rio que corre dentro de uma montanha inacessível e indestrutível e que está cheio de peixes venenosos que se multiplicam e aproveitam a corrente para viajar para fora, até aos rios e mares exteriores e infestar tudo à passagem. Uma solução é aproveitar a corrente do rio que entra na montanha e matar esses peixes enviando alimento tóxico; o problema é não sabermos se matámos os peixes todos, seja porque alguns podem não morrer com o alimento, seja porque não sabemos se o rio morreu e, portanto, os alimentos tóxicos não estão a chegar aos peixes. Não sabemos se a montanha está morta e os peixes mortos ou se debaixo da montanha ainda há peixes vivos.

 

Há outra maneira de ver a questão que nunca me tinha ocorrido: se não há rios para enviar os alimentos tóxicos até aos peixes venenosos, também não há maneira de eles saírem de lá porque lhes falta o meio de transporte que é o rio. Será? Preciso de resposta para esta questão.

 

publicado às 12:40

 

Falando em justiça, porque não são os administradores dos bancos, como este, responsabilizados, nem os ministros das Finanças, nem os governadores do Banco de Portugal que por ali passaram nestes 15 anos? E no caso dos devedores, se há alegada prática continuada de crime ou alegado roubo, porque não são penalizados ou presos, como aconteceu com Madoff nos Estados Unidos? Ou porque não pagam os devedores as dívidas (ou pelo menos uma parte) usando o muito património que ainda têm, desde coleções de arte até prédios, moradias e escritórios?

Rosália Amorim

 

publicado às 07:02


Perguntas a que nenhum governo quer responder

por beatriz j a, em 05.01.19

 

 

«Entre 2007 e 2017 as ajudas públicas aos bancos totalizaram 24 mil milhões de euros. Sabendo que, em parte, este esforço se deveu a fraudes financeiras, como é que podemos aceitar a impunidade vigente? Porque é que ainda ninguém foi preso? Quando é que alguém é responsabilizado?»

 Alvaro SantosPereira‏ @santospereira

 

publicado às 15:56

 

 

Não é bem a mesma coisa que não saber situar Portugal no mapa como disse a comunicação social, por coincidência, no dia em que o ME queria fazer parecer que os professores não fazem nada e querem privilégios...

Quantos adultos educados no 'antigamente é que se aprendia', como gostam de dizer, seriam capazes, aos 10 anos de idade ou até em adultos, de situar Portugal ou outro local qualquer do mundo utilizando os pontos colaterais da rosa-dos-ventos? Se então lhe dissessem, 'olhe para noroeste', saberia para onde olhar?

 

 

publicado às 06:21


Vou ter que começar a mentir

por beatriz j a, em 25.05.18

 

 

Eu percebo que os médicos façam todos as mesmas perguntas quando olham para a minha ficha clínica e vêem lá escrito, 'adenocarcinoma do pulmão': ainda fuma? Foi fumadora? Quantos cigarros fumava? Com que idade começou a fumar? Quando respondo às últimas duas perguntas fazem uma expressão de choque e alguns de censura [porque não me conhecem, pois se conhecessem sabiam que sou literalmente aquele verso de Ricardo Reis, Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes] que já me irrita. Porque é que não se chocam antes com a corrupção que destrói o país ou com o canibalismo da banca? Um deles, depois de fazer essa expressão de choque disse-me a seguir, 'ah, mas não se sinta culpada'... um bocadinho tarde para dizer isso, não(?), depois dessa cara... de modo que vou começar a dizer meias verdades que é o mesmo que mentir e quando me perguntarem quantos cigarros fumava digo, humm... aí um maço ou algo mais ('algo mais' pode ir até ao infinito, não é verdade?); e quando me perguntarem com que idade comecei a fumar digo, lá para a adolescência (a adolescência vai dos 10 aos 20 anos, não é verdade?). Ou isto ou então digo, 'olhe, se quer que eu diga a verdade tem que ser capaz de fazer poker face de modo que comece já a ajustar a sua expressão facial para o modo de, 'impassível, nada me choca' e se não é capaz de fazer isso avise já para eu começar a mentir.

 

publicado às 21:27


Elementos de interpretação

por beatriz j a, em 06.04.15

 

 

 

ching yang tung

 

 

publicado às 08:06


Umas perguntinhas apenas

por beatriz j a, em 21.12.14

 

 

 

Defende que os bancos não devem ter, como existia no GES, uma área não-financeira? E que haja uma separação total entre banca de retalho e banca de investimentos?
A realidade entrou-nos de tal maneira pelos olhos dentro que tem de haver essa separação. Neste momento, em Portugal, mais do que de rótulos ideológicos, precisamos de aprender com a experiência. O Estado tem de ter força. Se o Estado não tiver força, é da natureza humana que surjam pessoas que vão prevaricar, vão iludir, vão enganar, vão dissimular, vão martelar contas e isto é mesmo assim. Temos de criar um sistema que torne estas derivas mais raras e pontuais. Por isso é que as minhas convicções liberais estão a desaparecer. E sou contrário a todas as práticas de ocultação.

 

Como é que é necessário um descalabro desta ordem para que um indivíduo adulto chegue a esta conclusão...? E ainda, quantos há que continuam a pensar que o mercado se resolve sozinho como se o mercado não fosse construído por pessoas mas fosse um sistema inanimado? E até quando temos que ser governados por estas pessoas? E quando é que o senhor do BDP se vai embora? E quando é que o outro que confessou esconder o dinheiro em off-shores devolve o que deve? 

 

 

publicado às 14:37

 

 

E como é que decidem? Tiram à sorte quais os insuficientes do ano? Ou recorrem ao princípio do FCT/ñFCT (Fomentaram Cunhas a Tempo/ não Fomentaram Cunhas a Tempo)?

 

A FCT deu instruções para haver até 80 centros excepcionais e excelentes

 

 

publicado às 11:05


Pergunta para quem souber responder

por beatriz j a, em 15.09.14

 

 

 

Deixada por um comentador do blog:

.

 

 '... o monorail suspenso (250km/h) custa 16 milhões por km, o TGV 30 milhões. Acabado de ouvir na TV5 francesa. Que se passa, o governo português não tem esta informação?
P.S. Com a vantagem de poder ser construído ao longo das autoestradas, ou seja, sem necessitar de expropriações nem remoção de terrenos.'

 

 

 

publicado às 17:53


⏳ Perguntas

por beatriz j a, em 29.12.13

 

 

 

Porquê o discurso de ódio aos ricos, só por serem ricos? à parte a inveja, talvez seja proferido por ter, implicíto, um contrário, amor aos pobres, que fica no ar. Mas, na verdade, um não implica outro.

 

 

publicado às 09:42


perguntas

por beatriz j a, em 13.10.13

 

 

 

Não, no destino não creio
mas...os padrões que subjazem a vida
como explicá-los por outro meio?
Pode uma repetição padronizada
não ter sido planeada
ser o fruto duma árvore
por ninguém plantada?

 

O que somos e fazemos

tem resposta antecipada

na matéria-carne desenhada

ou é pela vontade livre orientada?

 

Andamos entre bermas traçadas

as outras veredas vemos

mas não lhes experimentamos as pegadas.

 

E penso, 'Mas sem esse padrão-destino

como encontrariamos um caminho

consistente no sentido

sem traços, nem ruas, nem estradas?'

 

Pode a Lógica ser lógica

sem prévias linhas fundantes?

Pode o discurso fazer-se

ou o pensamento pensar-se?

pode o ser e o não-ser

desfazer-se em cada instante

por cada um que o inventasse?

 

As linhas do nosso caminho

se são destino nos prendem

mas por outro lado nos salvam.

 

bja

 

publicado às 16:15


Perguntas (reloaded)

por beatriz j a, em 13.04.12

 

 

 

 

- Porque é que o professor nas aulas trabalha com 28 (agora 30) alunos mas nas visitas de estudo um professor não pode acompanhar mais de 15 alunos?

 

- Porque é que nas escolas os professores trabalham com 28 (agora 30) alunos de cada vez e na restauração o número de clientes por empregado é de 15?

 

- Porque é que os professores trabalham com constantes mudanças, de legislação, de pedagogias, de instrumentos de trabalho, de reorganizações curriculares, de inovações técnicas e científicas e depois são acusados de não saberem adaptar-se às mudanças?

 

- Porque é que os autores das reformas da educação apregoam as suas excelsas virtudes mas vão a correr tirar os seus filhos de lá e põem-nos em colégios particulares?

 

- Se os outros trabalhadores têm o material de trabalho (computadores, canetas, papel, etc.) no local do trabalho porque é que os professores têm de o pagar do seu bolso?

 

- Porque é que é adequado para o país ter um sistema democrático e não deixar que as mesmas pessoas se perpetuem no poder e depois se defende, para as escolas um sistema anti-democrático?

 

- Porque é que nas outras profissões as pessoas podem descontar nos impostos os gastos que têm no âmbito da profissão e os professores não podem fazê-lo e têm de suportar sozinhos os gastos com livros e outro material semelhante?

 

- Porque é que todas as cartilhas da Gestão dizem que os chefes devem motivar e valorizar os seus trabalhadores para tirarem o melhor deles e depois os chefes da tutela da educação fazem questão de desvalorizar e denegrir os professores e a profissão do educador, desde chamar-lhes professorzecos ou gente que está apegada a tradições e resiste a todas as mudanças até 'interesses corporativos'?

 

- Porque é que os pais não conseguem lidar com os filhos e com a sua rebeldia/obstinação mas depois defendem que os filhos são vítimas às mãos dos professores?

 

- Porque é que os governos dizem que querem o melhor para o povo e o país e depois fazem tudo para impedir que os cidadãos possam valorizar-se e melhorar as suas vidas através duma educação de qualidade?

 

- Porque é que os governantes em Portugal se queixam do povo ser iletrado e inculto mas depois desprezam o investimento na educação de qualidade e na cultura?

 

- Porque é que a cultura, que anda a par com a educação, não tem ministro nem dinheiro?

 

 

publicado às 22:39


As coisas mais destrutivas na vida?

por beatriz j a, em 28.03.12

 

 

 

 

Há umas duas semanas uma aluna perguntou-me isso, 'quais acha que são as coisas mais destrutivas na vida'? Na altura disse-lhe duas: ser rejeitado pelos pais e a traição/deslealdade de um amigo/a. Agora acrescentaria mais uma: ser prescindido enquanto amigo.

 

publicado às 13:06


perguntas...

por beatriz j a, em 16.11.11

 

 

 

 

Porque é que o Presidente da República, o Primeiro Ministro, os ministros, gestores públicos e outras figuras pagas com dinheiros públicos em vez de andarem de Mercedes e Audis não andam com automóveis produzidos em Portugal? É simbólico? Não, não é. Ou bem que estamos todos apostados em ultrapassar a crise, em poupar e apostar no que se faz no país ou então não há moralidade para cortes de salários e subsídios a pretexto da crise.

Porque é que ex-funcionários públicos que tiveram cargos com motorista continuam, depois de deixarem os cargos, a terem 'direito' a carro, gasolina e motorista pagos por nós todos? Não têm salário? Paguem-nos com o seu salário, que é o que nós todos fazemos.

 

publicado às 16:28


perguntas...

por beatriz j a, em 22.08.11

 

 

 

Deutsche Bank: Funcionários terão desviado 30 milhões

 

Qual é a diferença entre este roubo e o roubo dos ingleses nos recentes motins? É pior roubar telemóveis na rua com um capuz ou roubar 30 milhões de fato e gravata? Se estes do fato e gravata fossem miúdos de bairros pobres não tinham estado nos motins? E, de cada vez que uma empresa arrecada dinheiro com contratos sem concurso e custos centenas de milhões fraudulentamente acima do que devia ser, em que é que isso é diferente dos roubos de rua em Inglaterra? E os políticos que desviam fundos públicos? Qual é a diferença entre eles e os amotinados de Inglaterra? Não privam as pessoas do seu sustento, dos seus bens, do seu futuro? É menos violento por não ser visível? O cancro que corrói as entranhas é mais violento quando se manifesta do que quando faz o seu trabalho de morte pela calada?

 


 

publicado às 20:23


com esta gente todo o cuidado é pouco...

por beatriz j a, em 16.05.11

 

 

 

O ministro das Finanças anunciou hoje, em Bruxelas, que Portugal deverá receber uma primeira tranche de “pouco mais” de 18 mil milhões de euros em finais de Maio, início de junho.

 

Quem é que vai receber o dinheiro? O Sócrates tem acesso ao dinheiro? O Coelhone está no país? O Vara anda por cá? E o clone? E o que é feito do tio e do filho do tio e da mãe do Ali Babá, já agora? Estão por perto?

 

publicado às 23:02


Perguntas...

por beatriz j a, em 03.08.10

 

 

 

- Porque é que o professor nas aulas trabalha com 28 alunos mas nas visitas de estudo um professor não pode acompanhar mais de 15 alunos?

 

- Porque é que nas escolas os professores trabalham com 28 alunos de cada vez e na restauração o número de clientes por empregado é de 15?

 

- Porque é que os professores trabalham com constantes mudanças, de legislação, de pedagogias, de instrumentos de trabalho, de reorganizações curriculares, de inovações técnicas e científicas e depois são acusados de não saberem adaptar-se às mudanças?

 

- Porque é que os autores deas reformas da educação apregoam as suas excelsas virtudes mas vão a correr tirar os seus filhos de lá e põem-nos em colégios particulares?

 

- Se os outros trabalhadores têm o material de trabalho (computadores, canetas, papel, etc.) no local do trabalho porque é que os professores têm de o pagar do seu bolso?

 

- Porque é que é adequado para o país ter um sistema democrático e não deixar que as mesmas pessoas se perpetuem no poder e depois se defende, para as escolas um sistema anti-democrático?

 

- Porque é que nas outras profissões as pessoas podem descontar nos impostos os gastos que têm no âmbito da profissão e os professores não podem fazê-lo e têm de suportar sozinhos os gastos com livros e outro material semelhante?

 

- Porque é que todas as cartilhas da Gestão dizem que os chefes devem motivar e valorizar os seus trabalhadores para tirarem o melhor deles e depois os chefes da tutela da educação fazem questão de desvalorizar e denegrir os professores e a profissão do educador, desde chamar-lhes professorzecos ou gente que está apegada a tradições e resiste a todas as mudanças até 'interesses corporativos'?

 

- Porque é que os pais não conseguem lidar com os filhos e com a sua rebeldia/obstinação mas depois defendem que os filhos são vítimas às mãos dos professores?

 

- Porque é que os governos dizem que querem o melhor para o povo e o país e depois fazem tudo para impedir que os cidadãos possam valorizar-se e melhorar as suas vidas através da educação?

 

- Para onde foi o dinheiro que devia ter sido investido na educação?

 

 

 

 

publicado às 08:20


Perguntas aos sindicatos

por beatriz j a, em 24.06.09

 

 

 

 

 

Eu, e muitos outros colegas com quem falo, estamos perplexos com o quasi desaparecimento da plataforma sindical no que respeita à questão da entrega da ficha de avaliação que, pelo menos para inglês ver - entenda-se, para ministra se gabar - representa a desistência da luta pela dignificação do trabalho do educador e a aceitação do 'Triunfo dos Porcos'.

 

Perguntas:

 

1. Porque não apelam e se manifestam contra a entrega da ficha de avaliação? Mesmo que apenas um terço dos professores não a entregasse (como aconteceu com os objectivos) isso seria o suficiente para descredibilizar todo o processo (como aconteceu com os objectivos);

2. Porque não apelam e se manifestam contra a entrega da ficha de avaliação? Se um terço dos professores não entregasse a ficha da avaliação não haveria lugar a processos disciplinares, por serem tantos; assim, aqueles que mantiverem os princípios de coerência serão sacrificados com processos «exemplares»;

3. Porque não apelam e se manifestam contra a entrega da ficha de avalição? Não é verdade que, enquanto professores, devemos obedecer, não aos caprichos de certos governantes ditadores e ignorantes mas à lei de bases da Constituição da República?

4. Porque não apelam e se manifestam contra a entrega da ficha de avaliação?  Não é verdade que estamos a dois meses das eleições e que o PS, que já perdeu a maioria absoluta em grande parte devido aos professores, recuaria se a pressão fosse enorme?

5. Que andam a fazer?

6. Já são a favor desta avaliação?

7. Já foram de férias?

8. Quantos de vocês é que entregaram ou vão entregar a ficha de avaliação? Não temos o direito de saber o que fazem os que pretendem andar a orientar os professores?

9. Quantos é que não necessitam sequer de ser avaliados?

10. Quantos conseguiram lugares em comissões de avaliação, direcções, etc.?

 

Ninguém exige resposta a estas e outras perguntasaos sindicatos?

Eu não sou sindicalizada. Fiz-me sócia da APEDE quase no dia a seguir àquela traição 'memorandica' dos sindicatos no ano passado. Mas, mesmo assim, acho que tenho o direito de ver estas perguntas respondidas, pois os sindicatos têm liderado as negociações que afectam, não apenas os seus sócios, mas toda a classe profissional.

 

OI!!   HÁ AÍ ALGUÉM QUE RESPONDA?

OI!!!  GOSTAVA DE ALGUMAS RESPOSTAS!

 

 

 

 

publicado às 14:25


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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