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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
...caminhada, pela estrada dos barris ou das antenas, Palmela. Hummm... 10 kms. Vou levar a máquina fotográfica para tirar uma fotografia. See you later.

Hoje, quando vínhamos de Palmela de mais uma caminhada vinha a reparar nas Magnólias e nas Buganvílias. Estas então nascem por todo o lado. Qualquer quinta abandonada tem um maciço de buganvília exuberante que cai como uma cabeleira sobre o muro. Elas são roxas, umas, e outras daquele tom cerise forte. Intervaladas com as magnólias em flor e com os eucaliptos gigantes... isso e o céu de um tom azul indígo brilhante com núvens em forma de andorinhas... não sei, bençãos da natureza que acalmam o espírito.
Hoje ao fim da tarde fomos fazer uma caminhadazinha na estrada dos Barris. Aquela hora está a Arrábida com um tom entre o dourado da seara e o verde dos pinheiros, dos choupos, dos ciprestes, das oliveiras, das figueiras, das nespreiras e romanzeiras. Uma paisagem mediterrânica. Um rebanho grande de ovelhas ia avançando devagar pela encosta ao som dos chocalhos. As alcachofras todas floridas. Cães que ladram ao longe, riachos que se avistam no meio dos choupos. Uma cena mesmo bucólica, parecida com algumas pinturas do século XIX. Uma beleza. Pena não ter levado a máquina... talvez amanhã...
Portugal é tão bonito. Mimoso.
Vale dos Barris, Palmela
Hoje foi um dia em cheio todo à volta da Arrábida. Fomos ver o nascer do dia à Figueirinha e ao Portinho da Arrábida, fizémos a serra até Azeitão para tomar um pequeno almoço de leite com café e croissants verdadeiros, e depois mais serra até Sesimbra. Andámos lá às voltas até ao almoço. Fomos ao mercado e depois almoçámos um peixe. Voltámos a Setúbal, metemo-nos a caminho de Palmela e fomos à Serra do Louro pela estrada dos barris e depois pela das antenas. Sempre a tirar fotografias. Tudo à volta de Setúbal é lindo. A serra está verdejante. Em Palmela já as fotografias apanham o pôr-do-sol. Voltámos a Setúbal e fomos à beira rio aproveitar os restos de luz nas fotografias. Depois fomos beber um aperitivo ao Três 15 Dias e a seguir jantar à Champanheria um menu de degustação com 5 entradas (as ostras à bulhão pato e umas caixinhas com gelado de limão com tempura de camarão estavam deliciosas) acompanhado de espumante da Ermelinda de Freitas.
Um dia de serra, céu e mar de encher os olhos e limpar a alma. No meio da serra a cimenteira a desfear toda a zona em que está...obrigada Sócrates, por permitires queima de resíduos perigosos e por estenderes o contrato da Secil numa serra de paisagem única protegida!
Vou deixar aqui meia dúzia de fotografias, desde o nascer do dia ao pôr-do-sol:
nascer do dia na Figueirinha
madrugada na Arrábida
no Portinho
Portinho ao nascer do dia
na praia do Portinho
Convento de s. Francisco
Serra da Arrábida, a caminho de Azeitão
Sesimbra
meio dia em Sesimbra
estrada dos Barris ao fim do dia
pôr do sol na serra do Louro (parece uma pintura)
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