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Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 01.07.18

 

 

 via Omar EL Shafei

 

publicado às 09:15


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 30.06.18

 

 

Jorge Sampaio já reagiu à eleição de António Vitorino para diretor-geral da OIM admitindo que este “é o homem certo no momento certo”.

Em declarações à agência Lusa, o ex-Presidente da República, que atualmente dirige a Plataforma de Apoio Global a Estudantes Sírios, afirmou que a eleição de Vitorino “é uma vitória pessoal que repousa no seu mérito próprio” e frisou ainda que este é também “um grande triunfo da diplomacia portuguesa”, já que “soube conduzir com sucesso esta candidatura, demonstrando a capacidade de influência e peso de Portugal como ator internacional”.

 

Vitorino foi eleito para mandar uma mensagem a Trump. Vitorino é um desconhecido em termos internacionais. Conhecem-no na UE, apenas, as pessoas do tempo em que teve lá protagonismo, o que já foi há uns bons anos. Acontece que o cargo de diretor-geral da OIM foi sempre, desde que existe, ocupado por um americano, com excepção de uns anos na década de 60 (se não me engano) e, acontece que Trump queria eleger um americano islamofóbico confesso. Daí terem votado no português desconhecido internacionalmente mas apresentado como amigo e próximo de ideias de Guterres no sentido de fazerem ver a Trump que não seguem as suas políticas de bullying à emigração de certos países islâmicos e a todos que não se submetem à sua visão do que deve ser uma sociedade e as pessoas que nela vivem.

Raramente a eleição destas pessoas têm que ver com mérito, geralmente são jogadas estratégicas, como a eleição de Guterres também o foi por muito que custe aos portugueses do PS que se acham o povo eleito e passam o tempo aem auto-adulação, vá-se lá saber porquê...

 

publicado às 06:51


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 27.02.18

 

 

O número de funcionários públicos representa um sétimo do total da população empregada, que são cerca de 4 milhões e meio, um pouco mais. Estes 669.725 mil portugueses, exceptuando os políticos, gestores públicos e afins, são pessoas que pagam os impostos todos que têm a pagar pelo salário que auferem. O salário é todo esmiuçado antes de cair na conta e não temos maneira, mesmo que o quiséssemos, de fugir ao fisco. Dos trabalhadores no privado, uns por conta própria, outros não, não sabemos ao certo quantos pagam impostos pelo que ganham mas sabemos que a fuga ao fisco é generalizada (são os artistas, os clubes de futebol, a restauração, as oficinas, os cabeleireiros, o alojamento local, as empresas em geral...) e sabemos que desaparecem aos 10 mil milhões de euros de cada vez... ora, não são os funcionários públicos, com excepção dos referidos políticos, gestores e afins (esses têm grandes benesses como carros, subsídios de tudo e mais alguma coisa, cartões de crédito, etc.), que têm maneira de fugir ao fisco. Portanto, quando se diz que os trabalhadores do privado sustentam os funcionários públicos, é pura demagogia, às vezes dos mesmos que fogem ao fisco ou que têm empresas que vivem dos subsídios do Estado e vivem à conta dos que pagam os impostos. 

Depois, como se vê pelos dados, temos menos 8% de funcionários públicos que em 2011. 

 

O número de funcionários públicos voltou a subir em 2017, pelo terceiro ano consecutivo, para 669.725, um aumento 0,8% face ao ano anterior, ou seja, mais 5,6 mil trabalhadores, revelam estatísticas oficiais divulgadas esta quinta-feira.

Comparando com dezembro de 2011, o emprego público registou uma quebra de 8%, correspondente à redução de 58.080 postos de trabalho, revela ainda o documento.

População empregada: total e por grandes sectores de actividade económica

2017
4.756,6
Indivíduos .
.
 
População empregada: total e por grandes sectores de actividade económica
Fontes de Dados: INE - Inquérito ao Emprego
Fonte: PORDATA
Última actualização: 2018-02-07 
 

 

publicado às 15:34


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 21.11.17

 

 

US bombs dropped in Afghanistan:

2015: 947
2016: 1,337
2017: 3,554 bombs as of October 31

 

publicado às 21:59


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 29.12.15

 

 

 

Susannah Mushatt Jones nasceu em 1899. Ainda vive. O seu nascimento está mais perto da publicação da Crítica da Razão Pura de Kant, da Dialéctica de Hegel, das obras de Stuart Mill e do império napoleónico que do dia de hoje. Ela é do tempo do Nietzsche, do William James e do Wundt.

 

 

 imagem da abc

 

 

publicado às 17:37


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 18.11.15

 

 

 

Países com o maior número de mortes por terrorismo em 2014

Número de pessoas mortas em incidentes terroristas. Calculo que não contabilizem certas invasões de países como actos terroristas senão o número seria muito maior... Neste momento o Boko Haram é o grupo terrorista que mais mata.

Há uma relação óbvia entre refugiados e países com maior número de mortes por terrorismo.

 

 

fonte 

 

 

publicado às 03:48


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 30.10.15

 

 

If we could shrink the earth's population to a village of precisely 100
people, with all the existing human ratios remaining the same, it would
look something like the following:

 

There would be:

57 Asians
21 Europeans
14 from the Western Hemisphere, both north and south
Africans


52 would be female
48 would be male

70 would be non-white
30 would be white

70 would be non-Christian
30 would be Christian

89 would be heterosexual
11 would be homosexual

6 people would possess 59% of the entire world's wealth and
all 6 would be from the United States.


80 would live in substandard housing
70 would be unable to read
50 would suffer from malnutrition
1 would be near death; 1 would be near birth
1 would have a college education
1 would own a computer

 

E ainda...

 

If you have never experienced the danger of battle, the loneliness of
imprisonment, the agony of torture, or the pangs of starvation - you are
ahead of 500 million people in the world.


If you can attend a church meeting without fear of harassment, arrest,
torture, or death - you are more blessed than three billion people in the
world.


If you have food in the refrigerator, clothes on your back, a roof overhead
and a place to sleep - you are richer than 75% of this world.


If you have money in the bank, in your wallet, and spare change in a dish
someplace - you are among the top 8% of the world's wealthy.

 

If you can read this message, you are more blessed than
over two billion people in the world that cannot read at all.

 

 

 

publicado às 15:32


Pôr as coisas em perspectiva IV

por beatriz j a, em 14.01.15

 

 

1961

 

Quando a luta pela independência argelina chegou à França, o então chefe da polícia de Paris, Maurice Papon, ordenou uma drástica ofensiva contra milhares de manifestantes que haviam desafiado um toque de recolher.

"Em 17 de outubro de 1961, argelinos que protestavam pela independência foram assassinados em uma sangrenta repressão. A República reconhece esses acontecimentos", disse Hollande em comunicado. "Rendo homenagem às vítimas 51 anos depois", acrescentou.

O massacre tem sido amplamente estudado por historiadores, que afirmam que mais de 200 pessoas morreram no episódio mais fatídico de uso da força por parte das autoridades francesas desde que a polícia ajudou a buscar e deter milhares de judeus e outras minorias durante a ocupação nazista de 1940 e 1945.

 

(Reportagem de Leigh Thomas e Nicholas Vinocur)

 

 

 

publicado às 16:50


Pôr as coisas em perspectiva II

por beatriz j a, em 14.01.15

 

 

 

adolescente-crista-se-mata-por-medo-de-contar-aos-pais-que-lesbica


RIO - Uma adolescente britânica se enforcou porque temia dizer a seus pais, cristãos devotados, que achava que era gay, segundo um inquérito da polícia

Elizabeth Lowe, de 14 anos, tinha contado aos amigos mais íntimos que poderia ser lésbica e que estava lutando para conciliar seus sentimentos com a sua própria fé.



É a igreja responsável pelo suicídio desta garota? Não. Pelo menos não directamente. Mas ela talvez não se tivesse suicidado se a Igreja não fosse tivesse uma campanha tão agressiva de intolerância contra pessoas gay... A Igreja tem uma responsabilidade pelo sofrimento que causa a milhares de pessoas gays com a sua intolerância e soberba, algumas das quais acabam a fazer actos desesperados? Tem. E isso é inegável. 

 

 

publicado às 16:08


Pôr as coisas em perspectiva I

por beatriz j a, em 14.01.15

 

 

Campanha, 'Not in my name' - muçulmanos unidos contra o Estado Islâmico.

 

 

 

publicado às 15:46


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 14.01.15

 

 

Erdogan marcha pela liberdade de expressão enquanto o seu país condena o pianista Fazil Say a pena de prisão por insultar o Islão.

Erdogan critica o primeiro ministro israelita de hipocrisia por estar presente depois de tantas crianças mortas em Gaza. 

O primeiro ministro isrealita criticou a presença do Presidente palestiniano por ser mandante de terroristas.

Os judeus criticaram a presença de mulheres. 

Os jornalistas criticaram a presença do Presidente do Mali que prende jornalistas por delito de opinião.

Os críticos criticaram a presença do Rei da Jordânia onde há jornalistas presos por insultarem o poder.

 

Peine confirmée pour le pianiste turc Fazil Say

 

Un tribunal stambouliote a confirmé vendredi la condamnation à 10 mois de prison avec sursis prononcée en avril contre le célèbre pianiste turc Fazil Say, accusé d’insulte à l’islam, malgré l’invalidation de ce premier jugement en appel.

 

 

Como cada um se vê a si mesmo:

 

Erdogan recebeu o líder palestiniano no seu palácio novinho em folha de 1500 quartos que custou 490 milhões de euros acompanhado de 16 actores a representarem, cada um, um dos 16 impérios da história turca, num cenário que a oposição categorizou como, 'A Guerra das Estrelas chegou ao circo Otomano' e entendem ser sintoma da deriva autoritária e megalómana do dito cujo (ex-futebolista, agora atraso de vida profissional, digo eu). (esperam-se prisões a qualquer hora).

 

 

 

 

publicado às 15:12


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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