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Os factos

por beatriz j a, em 25.06.15

 

 

Violência contra mulheres e crianças mancha Direitos Humanos em Portugal

 

O relatório de 2014 do Departamento de Estado norte-americano, sobre Direitos Humanos, refere ainda, no que toca a más práticas de Portugal, a detenção de pessoas que procuram asilo, a discriminação e a exclusão social de ciganos, a diferença salarial entre homens e mulheres e a prática da mutilação genital feminina entre a comunidade da Guiné-Bissau residente no país.

 

 

publicado às 22:30


Os factos

por beatriz j a, em 13.04.15

 

 

 

“Já não chega o estalo ou o pontapé”

 

“Os problemas da indisciplina e da violência têm vindo a aumentar porque as escolas têm cada vez menos recursos e estão sem meios para dar respostas imediatas”, diz Manuel Pereira... que aponta este como um dos principais problemas. O outro: “A situação económica e social das famílias leva a que as prioridades sejam desviadas da educação dos filhos.”

 

“Na generalidade das escolas”, a proporção de assistentes operacionais por aluno “não está a ser cumprida”, disse, apresentando o caso do seu agrupamento, onde “existem nove assistentes operacionais quando deveriam existir 34”.

 

 ...“alunos deixados na escola às 7h, onde permanecem até às 20h; alunos que chegam sem pequeno-almoço; pedidos regulares dos pais no sentido de a escola resolver os problemas dos respectivos educandos, por se sentirem impotentes; necessidade de a escola assegurar acompanhamento médico e psicológico aos alunos, face à indisponibilidade dos pais”, lê-se no relatório da audição disponível no site da comissão parlamentar.

 

Têm sensibilidade e ao mesmo tempo uma imensa falta de perspectiva de vida. A escola diz-lhes muito pouco como garantia de futuro.”

 

Uma comissão de avaliação, europeia, da razão de tantos jovens europeus se juntarem aos jihadistas disse, esta semana, que é sobretudo a falta de perspectivas no futuro. Pessoas que vêm de famílias com dificuldades, que frequentam escolas desorçamentadas numa sociedade onde o trabalho vale nada e por isso não têm perspectivas de poder ter um futuro com um mínimo de dignidade, para já não falar de satisfação.

Essas razões estão agora mesmo -e vê-se bem nesta notícia- em construção nas nossas sociedades escravas de corporações multinacionais predadores, imorais e cegas com o conluio dos governos que depauperam os serviços públicos para lhes obedecer com planos de fome, desemprego e miséria. O que fará o desespero a estes jovens que agora começam -já com tantos escolhos- a sua formação?

Estes miúdos que hoje andam à facada nas escolas por causa de todo o ambiente familiar de pobreza são os revoltados e desintegrados que amanhã hão-de procurar algures uma alternativa de sobrevivência. E não fora o trabalho de professores empenhados em ajudá-los as coisas seriam muito piores.

 

 

publicado às 08:59


A chatice dos factos

por beatriz j a, em 31.03.15

 

 

¿Está maquillando Portugal sus datos de desempleo?

 

... un estudio divulgado hoy por el Observatorio de Crisis y Alternativas de la Universidad de Coimbra revela que estos números oficiales pueden estar muy por debajo de los números reales. 

Según este estudio, la tasa real de desempleo en Portugal estaría en el 29%. Es decir, que en las estadísticas no entran todas las personas que en realidad no tienen empleo en Portugal. En el estudio, también se contabilizan los emigrantes que se han marcado del país precisamente porque no tienen aquí una forma de ganarse la vida. Estas personas, en caso de seguir en Portugal, estarían desempleados, por lo que también cuentan en estas estadísticas.

 

Además, el estudio también es muy crítico con "la creación de empleo registrada recientemente", según el gobierno conservador de Lisboa, liderado por el primer ministro socialdemócrata Pedro Passos Coelho. Desde el Observatorio entienden que esta recuperación del empleo se asienta en "bases frágiles". "El desempleo actual es un desempleo más desprotegido que antes de programa de ajuste", y el "empleo generado en Portugal se basa sobre todo en actividades precarias y becas mal remuneradas y sin perspectiva de continuidad y de verdadera reinserción en el mercado de trabajo".

 

Según los datos del Instituto Nacional de Estadística (INE), desde 2011, año en el que Portugal fue rescatado hasta el segundo semestre de 2013, se han destruido más de 460.000 puestos de trabajo y apenas se han recuperado cerca de 38 mil.

 

 

publicado às 11:02


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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