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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Qualquer português não amnésico e não totó lembra-se muito bem da incompetência do seu governo, de onde fugiu por não saber resolver problemas complicados. Por conseguinte, não admira que não tenha feito nada do que prometeu na ONU onde os problemas são todos complicados.
Quem também fazia parte desse governo eram, o Costa, o Sócrates e o SS, que arranja maneira de estar em todos.
Na verdade, tem havido recuos nos direitos humanos no mandato dele.
Hoje em dia há, ou houve uma série de portugueses espalhados por cargos importantes que não fazem nada de jeito. Se calhar é por isso mesmo que são escolhidos. São aquele tipo de pessoa que são excelente a promover-se. Apenas e só. Nada mais.
É necessária nova estratégia para a segunda metade do mandato.
No entanto, o secretário-geral tem mantido o silêncio em relação a quase todos os abusos, inclusive em relação às violações de direitos mais flagrantes. Quando o Governo saudita assassinou o jornalista Jamal Khashoggi, quando a Administração Trump separou crianças imigrantes dos pais ou quando as forças russo-sírias bombardearam hospitais sírios, Guterres absteve-se de criticar os responsáveis, expressando-se quase que invariavelmente por via de generalidades vagas.
Os funcionários da ONU insistem que Guterres discute as questões de direitos humanos à porta fechada. Estas conversas particulares poderiam ser úteis, se o secretário-geral demonstrasse aos governos que estes correriam sérios riscos, caso não mudassem rapidamente os seus métodos, mas o secretário-geral da ONU não possui a vantagem que os governos possuem, como as sanções dirigidas a um alvo específico. A sua única vantagem é a voz que se recusa a usar em público. Como resultado, os governos da Síria, Arábia Saudita ou China que desrespeitam os direitos humanos não vêem a sua reputação afectada, dada a ausência de qualquer condenação da parte de Guterres.
Kenneth Roth, Director executivo da Human Rights Watch
É o que se vê... a ONU dobra-se aos EUA de Trump e Pence, tudo no mandato do homem que alegou que defendia tão bem os direitos das mulheres como uma mulher.
A mim o que me alarma é ver que só agora vêem. Então pensavam que as políticas do empurra refugiados de um lado para o outro, de usá-los como campanha política para ganhar votos mais o discurso dos países do Norte serem uns coitados que suportam preguiçosos não teriam consequências? E se em vez de alarmes dessem algum contributo positivo para solucionar o problema que é para isso que existem?
The UN has a bit of thing for goodwill ambassadors, especially famous ones.
Angelina Jolie, as ambassador for the UN Refugee Agency, was regularly pictured comforting displaced families in over-crowded camps.
Swiss tennis star Roger Federer visits aid projects in Africa for Unicef and plays charity matches to raise money.
Further back in time, film star and Unicef goodwill ambassador Audrey Hepburn visited disaster zones and graced gala dinners where her glittering presence was an encouragement to donors.
The publicity does attract support for relief efforts.
But it is hard to imagine 93-year-old Robert Mugabe fulfilling a similar remit.
Com a abstenção de um Estado e o voto contra da Holanda. O tratado defende a interdição total do desenvolvimento, armazenamento e ameaça de utilização de armas nucleares. Independentemente de ter, no curto prazo, eficácia, como princípio reconhecível pelo Direito internacional e, aceite por todos os países que as detêm, já tardava.
Na China como praticamente no resto do mundo está em uso um sistema de quotas masculino muito evidente mas não assumido onde o mais capaz, por grande coincidência, é sempre homem. Apesar de não ser... e é assim que continuamos com instituições que não nos representam nem trabalham para a igualdade de direitos a não ser ocasionalmente, quando há datas ou efemérides que lembram esses 'assuntos', 'temas', que, no entanto, são a vida de metade dos habitantes do planeta... infelizmente há muitas mulheres que, talvez, por receio que as pensem menos capazes, defendem este sistema de não se considerar a questão de género como válida, com o argumento de que queremos sempre a pessoa de maior valor, completamente cegas para o facto de que já existe, desde há milénios, um sistema de quotas masculino, só que assumido como coisa natural a que não dão esse nome.
Faz lembrar certas leis em certas áreas que prejudicam as mulheres e que parecem ter sido pensadas por juízas que queriam mostrar ser muito independentes e terem chegado aos cargos por valor próprio, em vez de pensar na situação real das pessoas e suas necessidades.
Está a passar uma notícia na TVi a dizer que Guterres foi excelente na entrevista para o cargo da ONU mas que pode não ganhar por causa do lobby feminista. Acho inacreditável! Nunca houve uma mulher no cargo porque os homens são sempre escolhidos (têm quotas milenares não escritas mas assumidas) e agora vêm dar a entender que se ele não ganhar é por causa dessa injustiça de quererem (finalmente!!!) dar oportunidade a uma mulher. Não vi a entrevista de nenhuma das mulheres (vou tentar ver) de modo que não tenho termo de comparação e não sei se ele esteve melhor ou pior que elas. Gostei da apresentação do Guterres mas achei que não esteve muito bem em muitas das respostas às perguntas que lhe puseram que, na minha modesta opinião, são essenciais, como sejam, as da orientação estratégica da ONU e da sua eficácia objectiva no terreno. Ouvi-o dizer que, se for eleito, vai lutar pela paridade, para as mulheres passarem a poder exercer cargos de topo... lol, se ele for eleito, é uma prova (mais uma) da falta de paridade - a não ser que ele seja, obviamente, muito melhor candidato que qualquer uma delas, o que custa a crer porque são todas pessoas com muita experiência em cargos políticos e humanitários. É claro que, sendo português, gostávamos de o ver no cargo mas, sendo a ONU uma instituição fundamental a nível mundial, acho que não se pode ser clubista neste assunto e deve-se escolher a melhor pessoa para o cargo.
O Guterres tem o defeito que o Durão Barroso também tem que é o de falar inglês, publicamente, a 500 à hora, fazendo o discurso perder imensa inteligibilidade. Ele está notoriamente nervoso e talvez seja disso...
Qualquer dia passo de anormal que está dezenas de anos sem ir ao médico a hipocondríaca que não sai do hospital... ele é vacinas de alergias e bactérias e o diabo a nove... seja como for, vinha agora mesmo a ouvir na rádio que o Guterres vai candidatar-se a Secretário Geral da ONU e que já tinha o apoio do Ferro Rodrigues LLOOLL o Ferro Rodrigues... é que o apoio dele é capital para a eleição do Guterres visto ele ser mundialmente conhecido...
A million civilians are living in besieged areas in Syria without any access to food or medication. To stave off starvation, these civilians are often forced to eat tree leaves, insects and cats. Hundreds have starved to death. Meanwhile, tonnes of the world’s aid remains undelivered. These people are needlessly dying because UN aid trucks and planes are being denied access to besieged areas by the Assad regime. Access that has been granted repeatedly by the UN Security Council.
Despite the international community’s inaction, brave Syrians are forging strong social bonds with their neighbors in order to survive as a tight-knit community. People are coming up with innovative ways to farm, generate electricity and survive in dire circumstances. When a family is in need, neighbors immediately rally to get help. A mother looking for milk for her malnourished infant can go door to door in the middle of the night with the certitude that a kind neighbor will extend a helping hand. Hunger hasn’t dampened Syrians’ spirit of resistance either. Activists continue to document the daily shelling and human rights violations. Syrians have refused to bow under pressure because they haven’t lost sight of their original cry for freedom.
“The UN is happy with Bashar Al-Assad in one way or another. As a civilian on the ground I haven’t seen anything from them. Prolonged the conflict, gave Assad all the time he needed to destroy the country, and now the country is destroyed.”
– Yousef, from Douma
UN by Anwar Al Eissa
“The regime just threatened the town of Moadamiyeh by saying we should kneel or face death by starvation and annihilation. Is this the political solution that they want? Do they want us slaves to their desires? This will not happen and we remain trapped.”
– Dani, from Moadamiyeh
Starvation is the weapon of cowards by Anis Mansour
“If the UN has the whole world and it can’t get in a loaf of bread to the children, what is this UN? You’re telling me they won’t get in because regime says they can’t?”
A resident in Ghouta.
“When you besiege a community you transform their whole raison d’etre from a civil struggle for their rights to a struggle for survival on a day-to-day basis. This is the point of the siege, to neutralise the power of the people.”
– Khaled, from Douma
Systematic Starvation by Anis Mansour
“We can’t take it anymore. Why is there no help for us? We have mothers, sisters, brothers. We are human just like you.”
– Khaled, from Madaya
Hunger is not a game by Daali
“The UN has Syria among its permanent members. We are a card these nations use as leverage, but if they wanted to break the siege then they are more than capable. But it’s not time yet in their calculations.”
– Elias, from Douma
Bla Bla Nations by Daali
“It’s more important to focus on kids in the siege. Because all adults were partly responsible for the state we’re in but kids did not choose this or the revolution. They are the biggest losers in all these battles. There are child soldiers, there’s widespread child labor, and families are marrying off their girls really young. Those are all realities caused by the siege itself. Because there’s no food or steady salaries, the child has to work and people take advantage of this.”
– Osama, from Douma
Save the Children of Ghouta by Moustafa Jacoub
“I saw a grown man cry like a baby because he was not able to feed his children. My heart was bleeding. An elderly woman was getting serum and the nurse told her calm down and God willing aid will come, she grabbed her hand and kissed her and begged her for any food scraps.”
–Amjad Al Maleh, from Madaya
I Am Hungry by Fadi Zyada
“Once, a man I know fed cat meat to his kids without telling his wife because she would have objected. They all got food poisoning. He took me aside after his kids got poisoned and admitted he fed them cat meat. We had to pump their stomachs.”
-A doctor from Madaya
Unknown Title by Moustafa Jacoub
“The day before yesterday a man named Sleiman Fares went crazy and became hysterical from hunger then died. We wash the dead before burying them. I washed his emaciated body myself and buried him. Imagine seeing a skeleton with just skin on him. No fat whatsoever. He died of starvation.”
-Amjad Al Maleh, from Madaya
Stop Starvation in Syria by Alaa Hamameh
E falou sobre a necessidade de combater a violência contra as mulheres que atravessa todas as sociedades e estratos sociais. Gostei :))
A Arábia Saudita está a um passo de ser o próximo presidente do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas! Um país de pedófilos, violadores, torturadores de mulheres, de gays, de pessoas de outras religiões, gente que decapita e cruxifica pessoas na praça pública para divertimento... sabemos que os direitos humanos estão muito por baixo nas prioridades de muitas nações mas isto é demais, isto é o fim de qualquer papel moralizador das NU. Depois disto podem ir comer areia e pregar para o deserto...
Reports of the bid come just days after Saudi Arabia posted a job advertisement for eight new executioners.
Mikhail Gorbachev: US Military an 'Insurmountable Obstacle to a Nuclear-Free World'
(...)
SPIEGEL: Can the goal of a nuclear free world still be achieved today?
Gorbachev: It is the correct goal in any case. Nuclear weapons are unacceptable. The fact that they can wipe out the entirety of civilization makes them particularly inhumane. Weapons like this have never existed before in history and they cannot be allowed to exist. If we do not get rid of them, sooner or later they will be used.
SPIEGEL: What do you think of the oft-cited theory that mutually assured destruction prevents nuclear wars?
Gorbachev: There's a dangerous logic in that. Here's another question: If five or 10 countries are allowed to have nuclear weapons, then why can't 20 or 30? Today, a few dozen countries have the technical prerequisites to build nuclear weapons. The alternative is clear: Either we move toward a nuclear-free world or we have to accept that nuclear weapons will continue to spread, step by step, across the globe. And can we really imagine a world without nuclear weapons if a single country amasses so many conventional weapons that its military budget nearly tops that of all other countries combined? This country would enjoy total military supremacy if nuclear weapons were abolished.
SPIEGEL: You're talking about the US?
Gorbachev: You said it. It is an insurmountable obstacle on the road to a nuclear-free world. That's why we have to put demilitarization back on the agenda of international politics. This includes a reduction of military budgets, a moratorium on the development of new types of weapons and a prohibition on militarizing space. Otherwise, talks toward a nuclear-free world will be little more than empty words. The world would then become less safe, more unstable and unpredictable. Everyone will lose, including those now seeking to dominate the world.
SPIEGEL: Is there a risk of war between Russia and the West over the crisis in Ukraine?
Gorbachev: We have reached a crossroads in relations between America and Russia. Many are already talking about a new Cold War. Talks between both powers over important global problems have practically been put on ice. That includes the question of nuclear disarmament. Trust, the very capital we worked so hard to build, has been destroyed.
SPIEGEL: Do you believe there is a danger of nuclear war?
Gorbachev: I'm very worried. The current state of things is scary. The nuclear powers still have thousands of nuclear warheads. Nuclear weapons are still stationed in Europe. The pace of reducing stockpiles has slowed considerably. We are witnessing the beginning of a new arms race. The militarization of space is a real danger. The danger of nuclear proliferation is greater than ever before. The Comprehensive Test Ban Treaty has not entered into force, primarily because the Americans did not ratify it. This would have been extremely important.
(...)
É Jordana, árabe e mulher e dirige o CS da ONU. Espero que seja uma inspiração e exemplo para outras mulheres lutarem pelos seus direitos.
(...) relatório das Nações Unidas sobre violência sobre crianças e menores (...) uma em cada dez raparigas em todo o mundo são violadas ou sofrem outro tipo de abuso sexual antes de fazerem 20 anos, que um em cada três estudantes entre os 13 e os 15 anos sofre bullying na escola e que a Nigéria e Brasil estão no topo das tabelas dos homicídios de crianças.
A violência "é transversal a todas as idades, a todas as geografias, religiões, etnias e rendimentos.»
Uma em cada dez raparigas do mundo sofre abusos ...
O grande problema/desafio da humanidade no que respeita às relações entre as pessoas devia ser o da educação para a não violência. No entanto, faz-se exactamente o oposto.
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