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8 mulheres mortas,

vítimas de violência doméstica,

neste ano de 2019

em Portugal.

Estamos só a 3 de Fevereiro.

 

publicado às 18:45

 

Q. How is the academy implicated in or imperiled by this moment of epistemological crisis?

A. The academy is largely itself responsible for its own peril. The retreat of humanists from public life has had enormous consequences for the prestige of humanistic ways of knowing and understanding the world.

Universities have also been complicit in letting sources of federal government funding set the intellectual agenda. The size and growth of majors follows the size of budgets, and unsurprisingly so. After World War II, the demands of the national security state greatly influenced the exciting fields of study. Federal-government funding is still crucial, but now there’s a lot of corporate money. Whole realms of knowing are being brought to the university through commerce.

I don’t expect the university to be a pure place, but there are questions that need to be asked. If we have a public culture that suffers for lack of ability to comprehend other human beings, we shouldn’t be surprised. The resources of institutions of higher learning have gone to teaching students how to engineer problems rather than speak to people.

(entrevista a Jill Lepore  in ‘The Academy Is Largely Itself Responsible for Its Own Peril’)

 

publicado às 06:22


Coisas boas

por beatriz j a, em 18.07.17

 

Há menos abortos, menos reincidência e nenhuma mortalidade materna: 10 anos de IVG

 

publicado às 05:41


Os números do planeta

por beatriz j a, em 24.10.16

 

 

 

 

 

 

publicado às 16:51


Boas notícias

por beatriz j a, em 20.09.16

 

 

Número de abortos em queda há quatro anos

Onde se prova que a legalização de interromper a gravidez não é um incentivo ao aborto ao contrário do que certas pessoas afirmavam.

 

 

publicado às 05:46


Números acerca da educação no mundo

por beatriz j a, em 18.09.16

 

 

link na imagem

 

 

publicado às 10:21


Se o mundo tivesse apenas 100 pessoas

por beatriz j a, em 21.03.16

 

 

 

 

publicado às 06:15


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 30.10.15

 

 

If we could shrink the earth's population to a village of precisely 100
people, with all the existing human ratios remaining the same, it would
look something like the following:

 

There would be:

57 Asians
21 Europeans
14 from the Western Hemisphere, both north and south
Africans


52 would be female
48 would be male

70 would be non-white
30 would be white

70 would be non-Christian
30 would be Christian

89 would be heterosexual
11 would be homosexual

6 people would possess 59% of the entire world's wealth and
all 6 would be from the United States.


80 would live in substandard housing
70 would be unable to read
50 would suffer from malnutrition
1 would be near death; 1 would be near birth
1 would have a college education
1 would own a computer

 

E ainda...

 

If you have never experienced the danger of battle, the loneliness of
imprisonment, the agony of torture, or the pangs of starvation - you are
ahead of 500 million people in the world.


If you can attend a church meeting without fear of harassment, arrest,
torture, or death - you are more blessed than three billion people in the
world.


If you have food in the refrigerator, clothes on your back, a roof overhead
and a place to sleep - you are richer than 75% of this world.


If you have money in the bank, in your wallet, and spare change in a dish
someplace - you are among the top 8% of the world's wealthy.

 

If you can read this message, you are more blessed than
over two billion people in the world that cannot read at all.

 

 

 

publicado às 15:32


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 31.12.14

 

 

 

Isto é o número  de voos, por dia, no planeta.

 

 via stumbleupon

 

 

publicado às 08:27


Se o mundo fosse uma aldeia de 100 pessoas

por beatriz j a, em 18.10.14

 

 

 

via paul-emic

 

 

 

publicado às 20:09


Educação: factos e números

por beatriz j a, em 06.05.14

 

 

 

Austeridade nas escolas teve o triplo da dose prevista

 

Cortes na Educação atingiram os 1100 milhões nos últimos três anos. Número de professores e funcionários também desceu e há hoje mais alunos por turma e uma burocracia “brutal” para os directores.

 

A única operação de adição que se faz na Secundária Alberto Sampaio é a do número total de alunos. Nos últimos três anos, todas as restantes contas são de subtrair. Hoje há menos funcionários, menos professores e menos dinheiro disponível. (...)

 

Esta escola de Braga é hoje a sede um dos vários mega-agrupamentos constituídos nos últimos anos no país. À volta da Alberto Sampaio reúnem-se outras nove escolas de todos os ciclos de ensino, numa área geográfica de influência que vai desde o centro de Braga aos limites do concelho vizinho de Guimarães. No ano lectivo 2011/2012, estavam ali inscritos 3309 alunos. Hoje são 3510. O aumento de 200 alunos no agrupamento não foi compensado com a entrada de novos professores. Pelo contrário, em três anos, saíram nove docentes – hoje são 96. Foi assim um pouco por todo o país.

 

No mesmo período, o orçamento para funcionamento do Agrupamento Alberto Sampaio, excluindo os vencimentos, sofreu uma redução de cerca de 480 mil euros. “Isto sente-se claramente no dia-a-dia”, conta Pinto de Matos. A escola foi obrigada a lançar uma campanha de redução de água e energia – da qual os alunos são “fiscais” e tem levado o consumo para recordes históricos – ou a reduzir ao mínimo possível as actividades extracurriculares, como as viagens de estudo, que impliquem um esforço financeiro das famílias, para não as onerar. De resto, “só não ficam por fazer muitas coisas dada a capacidade inventiva que vamos conseguindo ter”.

 

A redução no orçamento da Secundária Alberto Sampaio não permite perceber a escala dos cortes feitos a nível nacional. O memorando de entendimento com a troika previa uma redução de gastos na Educação de 370 milhões de euros para o conjunto dos dois primeiros anos de execução, através “da racionalização da rede escolar, criando agrupamentos”, da “diminuição da necessidade de contratação de recursos humanos” e da “redução e racionalização das transferências para escolas privadas com contratos de associação” (ver caixa), por exemplo. Mas logo no primeiro Orçamento do Estado deste Governo esse impacto foi ultrapassado – menos 404 milhões de euros no total.

 

Em 2014, a tutela inscreveu uma verba de 7956 milhões de euros no orçamento para o sector, menos 1100 milhões do que em 2011, ou seja, praticamente o triplo do corte que estava previsto. “A educação é a área social mais afectada pela austeridade”, avalia Isabel Gregório, presidente da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (Cnipe), acusando o Governo de ter ido “mais longe do que aquilo que a troika pediu”.

 

Os efeitos destas opções são sentidos pelos estudantes e pelas famílias no dia-a-dia das escolas. “Há agrupamentos onde já não se tira fotocópias por falta de dinheiro. Os professores mandam os trabalhos por email, para os alunos imprimirem em casa, imputando mais um custo às famílias”, denuncia.

 

Para Jorge Ascensão, da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), a redução do financiamento público é mesmo a principal consequência da austeridade no sector: “O corte dificulta a ideia de uma educação global e inclusiva. Hoje, não existem recursos que permitam trabalhar o estímulo e a aprendizagem, sobretudo dos alunos que não têm grande apoio na retaguarda”.

 

Fecho contínuo de escolas


A diminuição de 1100 milhões fez-se também por via do encerramento de escolas. Nos últimos três anos lectivos, fecharam 612 estabelecimentos de ensino, o que significa, porém, uma desaceleração face à tendência dos anos anterior. Só em 2010/11 tinham deixado de funcionar praticamente 600 escolas e desde 2002 foram mais de 6500 as antigas escolas primárias que desapareceram.

 

Outra redução verificada foi ao nível do pessoal. O número de funcionários não-docentes foi reduzido em mais de 5000 neste período, substituído na sua maioria por beneficiários do subsídio de desemprego, colocados nas escolas ao abrigo dos contratos emprego-inserção. O Governo não divulga números de contratações feitas ao abrigo deste modelo, mas os dirigentes escolares dizem que a prática está “generalizada”.

 

(...)

 

 

Também o número de professores sofreu uma diminuição acentuada ao longo do tempo de aplicação do memorando de entendimento. Em apenas dois anos – os últimos dados oficiais dizem respeito ao ano lectivo 2011/12 – saíram 11 mil professores do sector público (o total fixou-se em 151 mil), consequência do fim de isenções de horário e da diminuição do número de disciplinas, por exemplo, e resultando num aumento do número de alunos por turma.

 

Os professores queixam-se de estar a perder “dignidade profissional”. “Neste momento, os professores só têm tempo para dar aulas, não têm tempo para mais nada”, conta Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). Aos directores das escolas sobram dois papéis: o primeiro é “trabalhar constantemente” para motivar professores e alunos, o segundo é responder à burocracia.

 

 

O retrato feito pelos dirigentes dos últimos três anos é o de um aumento das obrigações em termos de prestação de contas e pedidos de autorização à tutela. “A pressão burocrática é brutal”, diz Manuel Pereira. “Cada vez mais nos sentimos assoberbados de papelada”, concorda José Pinto de Matos, corrigindo rapidamente: “De papelada não, mas de cliques. Estamos sistematicamente a preencher, muitas vezes repetindo dados, formulários para as entidades diferentes da administração central”.

 

 

Hoje é preciso pedir autorização à Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares para coisas que antes eram competências dos directores, como autorizar uma transferência de alunos ou uma visita de estudo que ultrapasse os três dias. A mensagem de Filinto Lima, dirigente da  Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), também aponta para uma maior centralização. Os últimos anos foram marcados pelas agregações de escolas – em 2010 existiam 1300 unidades organizacionais, hoje são 811. Este processo criou “uma nova estrutura muito complexa, recheada de ineficiências, mas que são difíceis de corrigir”, avalia.

 

 

Esta realidade contrasta com aquele que é apresentado pelo Governo como um dos grandes triunfos do mantado, o aumento dos contratos de autonomia, um objectivo que era referido no memorando. Dos 22 existentes até Maio de 2011, o ensino público passou para um total de 212.

 

 

As escolas têm também aprendido a lidar com as consequências generalizadas da crise. As dificuldades das famílias reflectem-se numa “instabilidade emocional” e no aproveitamento, entende Jorge Ascensão, da Confap. “Há um aumento exponencial de alunos a solicitarem escalão da Acção Social Escolar”, avança Filinto Lima, aumentando os casos de alunos com carências alimentares. Esta realidade poderá redundar num aumento do insucesso escolar, antevê Manuel Pereira. Este retrato não apanha de surpresa o director da Secundária Alberto Sampaio: “O que acontece na sociedade não fica à porta da escola”.

 

 

publicado às 13:46


números (roubado ao Bruno)

por beatriz j a, em 11.06.11

 

 

 

What's Special About This Number?

 

If you know a distinctive fact about a number not listed here, please e-mail me.

 

primes   graphs   digits   sums of powers   bases
combinatorics   powers/polygonal   Fibonacci
geometry   repdigits   algebra   perfect/amicable
pandigital   matrices   divisors   games/puzzles

0 is the additive identity.
1 is the multiplicative identity.
2 is the only even prime.
3 is the number of spatial dimensions we live in.
4 is the smallest number of colors sufficient to color all planar maps.
5 is the number of Platonic solids.
6 is the smallest perfect number.
7 is the smallest number of sides of a regular polygon that is not constructible by straightedge and compass.
8 is the largest cube in the Fibonacci sequence.
9 is the maximum number of cubes that are needed to sum to any positive integer.
10 is the base of our number system.
11 is the largest known multiplicative persistence.
12 is the smallest abundant number.
13 is the number of Archimedian solids.
14 is the smallest even number n with no solutions to φ(m) = n.
15 is the smallest composite number n with the property that there is only one group of order n.
16 is the only number of the form xy = yx with x and y being different integers.
17 is the number of wallpaper groups.
18 is the only positive number that is twice the sum of its digits.
19 is the maximum number of 4th powers needed to sum to any number.
20 is the number of rooted trees with 6 vertices.
21 is the smallest number of distinct squares needed to tile a square.
22 is the number of partitions of 8.
23 is the smallest number of integer-sided boxes that tile a box so that no two boxes share a common length.
24 is the largest number divisible by all numbers less than its square root.
25 is the smallest square that can be written as a sum of 2 squares.
26 is the only positive number to be directly between a square and a cube.
27 is the largest number that is the sum of the digits of its cube.
28 is the 2nd perfect number.
29 is the 7th Lucas number.
30 is the largest number with the property that all smaller numbers relatively prime to it are prime.
31 is a Mersenne prime.

 

... há mais, muito mais:     What's Special About This Number?

 

 

publicado às 11:31


o o que dizem os números

por beatriz j a, em 14.05.11

 

 

 

Suicídio no Alentejo relacionado com a solidão em idosos com menos fé

O sociólogo Manuel Villaverde Cabral justificou este sábado a elevada taxa de suicídios no Baixo Alentejo com o facto de se verificarem muitos casos de solidão em pessoas idosas, que não possuem fé católica.

Em declarações à agência Lusa, o director do Instituto do Envelhecimento, que esteve num colóquio sexta feira à noite em Odemira, relacionou o elevado número de suicídios, sobretudo nos homens viúvos, com a solidão, depois da morte dos cônjuges.

Villaverde Cabral classificou o sexo masculino como "pouco inteligente" e "completamente dependente das mulheres". No caso dos homens alentejanos, como "pessoas simples e que esperam que a vida seja simples e natural", a expectativa é de que "as mulheres morram depois deles".

 

 

O problema da Sociologia é usar os números para construir teorias incertas como se fossem certas. Porque os números só por si não falam, é preciso alguém que os interprete e, como se sabe podemos pôr os números a dizer isto, aquilo e mais outra coisa qualquer. Por exemplo, eu olho para estes números de suicídios de idosos no Alentejo e vejo outra coisa. Vejo que não é a falta da fé que os leva ao suicídio, mas a solidão e o que acontece é que, sobretudo nos meios pequenos, a igreja católica tem um serviço de acção social muito eficaz e apoia os viúvos: é o padre que os visita com frequência e outras pessoas que os chamam para grupos da igreja não os deixando ficar sozinhos, o que não acontece se não são católicos.

Dizer que isso se deve a os homens serem pouco inteligentes parece-me um erro de interpretação muito grande. O que vejo é que as pessoas de outras gerações, sobretudo de meios mais pobres, tinham uma educação muito diferente: os homens trabalhavam e não faziam nada em casa enquanto as mulheres geralmente ficavam em casa. Por isso, as mulheres tinham redes sociais que mantinham até à morte enquanto os homens tinham redes sociais que mantinham enquanto trabalhavam. Mesmos as mulheres que trabalhavam tinham uma vida de afazeres domésticos para além do trabalho. Por isso, se o homem morria primeiro a mulher tinha as amigas e o trabalho de casa para se entreter: ir às compras, arrumar a casa, etc., enquanto os homens, ficando viúvos, ficavam perdidos por não terem, nem interesses nem afazeres. Parece-me que tem a ver com a educação e não com a inteligência, embora seja certo que a grande maioria desses homens é muito dependente das mulheres.

Mesmo hoje em dia eu vejo que as pessoas em geral não desenvolvem interesses para além do trabalho, vejo que se vêem a si mesmas como actores dum papel que têm que cumprir: primeiro estudar, depois trabalhar, casar, ter filhos e a certa altura vêem-se já como pessoas de certa idade que já têm a vida vivida e que daí para a frente já não têm mais portas para abrir. Isso é o que vejo nos outros: a desistência dos sonhos por falta de interesses, por educação limitada e por uma noção da vida como uma coisa ligada exclusivamente ao corpo e à idade. Faz-me muita confusão porque nunca me vi assim nem vi assim os outros.

Como diz o André, uma pessoa é uma pessoa e está viva e enquanto está viva é activa e não pára porque há tanta coisa para fazer e para saber e para mudar e para viver e há sempre a possibilidade de se abrirem portas com novos caminhos.

Mas, a verdade é que esta não é a maneira de pensar da maioria das pessoas que são apertadinhas e aceitam as cangas que lhes põem desde novas.

Isto é o que vejo nestes números...

 

 

 

publicado às 20:31


exames e novas oportunidades...

por beatriz j a, em 23.05.10

 

Uns estudaram e passaram exames. Os resultados estão à vista.

 

 

 

outros jogaram nas novas oportunidades'. Os resultados estão à vista...

 

 

publicado às 13:22


a fábrica dos números

por beatriz j a, em 04.03.10

 

 

 

Sindicato fala em adesão de 80% à greve e Governo aponta 14,1% JN

Com números tão díspares não é possível pensar que uma das partes está a cometer um pequeno erro nas contas ou a utilizar um critério algo diferente. Não, não. Alguém está a mentir...

 

 

publicado às 13:44


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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