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Digam-me lá se isto faz algum sentido

por beatriz j a, em 22.07.18

 

 

A legislação do trabalho, deve ter sido 'pensada' por uma Lurdes Rodrigues ou uma Leitão qualquer... a única vez que me lembro de ter estado de baixa foi uma vez que pus quatro dias para curar uma tremenda gripe, de modo que fui informar-me como é que faço com as férias no regresso ao serviço. Pensava eu que assim que acabasse os tratamentos podia gozar parte das férias, antes das aulas começarem (é o que faz sentido, um tempo para recuperar física e mentalmente de meses de hospitais, exames e tratamentos violentos) e guardar o resto para o ano na altura do Verão, quando já não há aulas, para não prejudicar os alunos. Pois, não. Quando voltar tenho que estar 31 dias sem faltar (se um dia tiver um daqueles episódios de náuseas vou vomitar para as aulas para não faltar...??) e depois gozo os dias de férias... quer dizer, se regressar em Setembro sou obrigada a faltar todo o Outubro para poder gozar as férias? Isto faz algum sentido? Voltar ao trabalho e passado pouco tempo faltar um mês inteiro interrompendo o trabalho e deixando os alunos sem aulas? Quem é que me substitui só por um mês no primeiro período? Ninguém. Este ano não se conseguiu arranjar ninguém para o meu horário durante o terceiro período... É que também não abdico das férias que muito me custam a ganhar. Preciso de recuperar físicamente antes de entrar no stress do trabalho. Preciso de férias, de fazer qualquer coisa que me tire o corpo e a cabeça da doença e dos hospitais e tratamentos mas também não quero faltar um mês a meio do primeiro período que isso prejudica bastante os alunos... isto não faz sentido nenhum... não percebo a legislação do trabalho. É mesmo estúpida.

 

publicado às 06:22


Não percebo isto

por beatriz j a, em 21.11.17

 

Apresentadora em pânico após mostrar seio em evento

Adriana Abenia não reparou que tinha o mamilo exposto enquanto posava para os fotógrafos.

 

 

Não é o facto da rapariga ter o peito à mostra. O corpo das mulheres está demasiado sexualizado. Li há pouco tempo que quase metade das mulhres que têm ataques cardíacos morrem à espera dos paramédicos porque as pessoas presentes que as podiam ajudar, sobretudo se são homens, têm pudor ou medo ou o que seja de pôr as mãos no peito das mulheres para fazer massagens cardíacas devido à hipersexualização do corpo das mulheres. Mamas são só mamas, que diabo, toda a gente as tem... Agora, dito isto, não percebo esta moda de se andar por aí com vestidos tão decotados que é como se andassem sem eles. Quer dizer, se um homem aparecesse numa festa, numa gala, ou em qualquer sítio com a camisa aberta até ao umbigo, quem não achava aquilo uma coisa vulgar e de mau gosto? Pois é o que acho desta nova moda das mulheres aparecerem com o vestido aberto até ao umbigo e não me parece que ajude a dessexualizar o corpo das mulheres.

 

publicado às 22:54


Não percebo isto

por beatriz j a, em 18.12.14

 

 

 

Sobrinho queria dizer quem ganhou dinheiro "para conforto dos contribuintes"

 

A linha de exposição do BES ao BESA, de mais de 3 mil milhões de euros, justificou dois terços dos 4,9 mil milhões de euros injectados no Novo Banco após a resolução.

 

Ele sabe quem foram as pessoas/entidades que se abotoaram com o dinheiro mas não pode dizer? Então em caso de procedimentos ilícitos defende-se os prevaricadores contra os contribuintes que estão a suportar esses desvios de dinheiro?

 

 

publicado às 19:11


Coisas que não percebo...

por beatriz j a, em 10.06.14

 

 

O Herberto Helder lançou mais um livro de meia dúzia de exemplares, por assim dizer, em edição única. Não percebo... é para não ser lido? É para ser lido apenas por meia dúzia de pessoas naquela lógica muito portuguesa de que, se uma obra é popular é porque não é grande coisa? É para ser muito valioso, não pelo que escreve mas por ser raro? É para algumas pessoas se gabarem de terem o livro? Devo ser muito estúpida mas não percebo estas lógicas dos iluminados... um livro é para ser lido caso contrário não seria publicado, não...?

 

 

 

publicado às 10:55


Não percebo certas coisas...

por beatriz j a, em 08.04.12

 

 

 

 

Aumento de partos em casa por falta de alternativas naturais nos hospitais

Não percebo esta 'moda' de fazer o parto em casa. Parece-me claramente um retrocesso, a não ser que a pessoa tenha uma casa com condições idênticas às de um hospital. Quer dizer, se algo corre mal e é preciso fazer uma intervenção cirúrgica ou o bébé necessitar de cuidados especiais inesperados e urgentes, por exemplo, o que se faz? Desenrrasca-se qualquer coisa em casa...?

Eu percebo a pressão para que se 'naturalize' mais os partos nos hospitais onde, por vezes, há a tentação de recorrer logo a 'forceps' ou cesarianas para despachar mas, ter os filhos em casa correndo riscos podendo tê-los com maior segurança e assistência num hospital?  Assim de repente, intuitivamente, diria que deve aumentar o risco de mortalidade e de complicações de saúde, para a mãe e para o filho.

Não percebo... enfim, vou fazer (inventar) o almoço.

 

publicado às 12:49


não percebo estas estratégias...

por beatriz j a, em 24.11.10

 

 

 

O Nogueira está em todos os jornais, mais logo deve estar em todos os telejornais, depois deve ir jantar para comemorar o sucesso da coisa, e depois... não sei... ...vai para casa dormir... e não se fala mais destas coisas porque agora é preciso deixar que o governo tire a o salário aos trabalhadores, porque...enfim... ...é muito, muito, muito importante... lá mais para o fim da semana entregam mais um protesto no Ministério da Educação para a ministra Alçada gozar com eles na cara deles...

 

publicado às 13:24


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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