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Já não há movimentos de resistência?

por beatriz j a, em 10.11.13

 

 

Pintor russo crava os testículos na Praça Vermelha em Moscovo

.

Completamente nu e com suas partes íntimas presa entre as pedras, Pavlenski  ficou ao longo de mais de uma hora a olhar os seus testículos numa ação  descrita como "metáfora da apatia, da indiferença política e do fatalismo  da atual sociedade russa". 

 

Segundo o artista, o Kremlin está a "converter as pessoas em estátuas  que esperam resignadas o seu destino". 

 

As autoridades classificaram a ação do pintor como algo "normal para  um doente mental". 

 

Pavlenski, por sua vez, disse que o poder dominante "converteu o país  num grande carcel" e que a Rússia é hoje um "Estado policial". 

 

A 03 de maio ficou completamente nú e enrolou-se em arame farpado frente  ao Parlamento de São Petersburgo, num movimento que chamou de "Corpo" e  que simbolizava "a existência humana num ambiente de repressão legal, quando  o menor movimento provoca uma duríssima reação do sistema, que se crava  no corpo do indivíduo".

 

Em junho do ano passado, Pavlenski costurou a sua boca numa ação de  apoio ao grupo de punk feminino Pussy Riot, em que duas das artistas estão  presas por cantar contra Putin no principal templo da Igreja Ortodoxa Russa.

 

O que se repara, nestas notícias, é que já não há movimentos artísticos ou, até, políticos, de resistência. As pessoas têm que fazer-se heróis e resistir sozinhas. Até há pouco tempo, digamos uns 40 ou 50 anos, ninguém precisava de resistir sozinho, as pessoas juntavam-se em movimentos e resistiam em grupos, pelos direitos humanos, pelos direitos políticos, etc. Agora, fazem manifestações de milhares mas depois vai cada um para seu canto.

Os únicos movimentos que poderiam ter força de resistência, os sindicatos, têm as mãos sujas e sentam-se nas cadeiras do poder ao lado e, do lado, dos outros.

A resistência deste indivíduo, heróica que é, é também patética, porque não o entendem, julgam-no um louco e desvalorizam o seu enorme sacrifício, que tem que ser cada vez maior e mais radical -como as mulheres do grupo Femen, que também se despem para chamar a atenção- para conseguir um pouco da atenção que é dispensada continuamente e em exclusivo, ao poder. É revoltante!

Quelquer coisa está muito mal neste modelo político que resvala, a olhos vistos, para a opressão encapotada que os gestos simbólicos deste russo tão bem denunciam.

 

publicado às 20:47


Uma pergunta...

por beatriz j a, em 08.05.11

 

 

 

Porque é que os movimentos de professores não têm propostas a apresentar no que respeita aos assuntos da Educação? Porque é que apenas reagem ao que é dito e feito e não tomam a iniciativa de apresentar um programa de Educação? Porque não fazer um trabalho de auscultação e elaborar propostas? Em tempos lembro-me de alguns terem apresentado uma proposta de revisão curricular.

Penso que os professores, que nunca são chamados a falar, apesar de serem os que sabem, efectivamente, dos problemas da Educação, deviam ter a iniciativa de fazer propostas próprias independentes das coisas dos sindicatos.

Há tanto para fazer! É preciso não esquecer que a esmagadora maioria dos políticos e dos que os aconselham, inclusivé os «especialistas da educação» que tanto prejuízo trouxeram à nossa Educação, não sabem nada dos problemas da educação e do que se passa nas escolas. Não nos podemos esquecer que estes seis anos têm sido de desinformação geral de tal modo que as pessoas pensam -porque deve estar escrito algures- que os professores têm, cada um, nove alunos para trabalhar! Em consequência de pouco saberem, sempre copiam uma prática qualquer estrangeira que seja barata. Li um bocadinho do programa do PSD para a Educação e lá está a conversa de se ir adoptar práticas estrangeiras! Ou seja, não fazem a mínima ideia do que se deve e não deve fazer em matéria de educação. Por isso, há muito espaço de trabalho que não é aproveitado.

 

publicado às 18:45


gosto disto

por beatriz j a, em 02.12.10

 

 

 



YANN SAFARTI

24 Anos, Comediante, realizador

França

 

COMUNICADO DE IMPRENSA

 

 

 

 

 

Caros Media,

 

 

Depois de uma pequena semana, a imprensa internacional relatou o apelo ao bankrun que lançámos no facebook para convidar todos aqueles que desejam seguir-nos em retirar o dinheiro das suas contas no próximo dia 7 de Dezembro.

 

Desde a publicação do nosso apelo, cidadãos mobilizam-se para traduzir o texto na respectiva língua, recriar o evento no próprio país, fazer conhecer a nossa iniciativa por todos os meios possíveis e convidar os próprios contactos a fazer o mesmo. O nosso apelo encontra um sucesso que não ousávamos esperar. Regozijamo-nos e graças ao investimento pessoal de todos que, como nós, desejam usufruir de um sistema bancário são, equitativo, abordável e responsável, esperamos que no decorrer das semanas conseguir convencer gente suficiente no mundo para sermos ouvidos pelos nossos respectivos governos.

 

Mencionamos que não nos exprimimos em nome de nenhum partido político, nem nenhuma organização sindical ou religiosa. A nossa acção é uma acção de cidadania que se dessolidariza[*1] de qualquer propósito irado ou conspirativo que poderiam ser tidos em nome do nosso movimento por terceiros durante as suas intervenções nos espaços de discussão que escapam ao nosso controlo. Os nossos nomes não enquadram esses propósitos. Não procuramos denegrir ninguém em particular. É um sistema corrompido, criminoso e mortífero ao qual decidimos opor-nos na medida dos nossos meios, das nossas determinações e no respeito da lei.

 

PORQUE LANÇAMOS ESTA ACÇÃO?

 

Para começar, para sensibilizar a opinião pública sobre o funcionamento do sistema monetário.

A esmagadora maioria dos titulares de contas em banco, duma conta de poupança ou ainda de um plano de pensões, ignora a maneira como o dinheiro é criado ou o que fazem os bancos com o dinheiro que lhes é posto e confiado. Ignoram tudo a respeito  do dinheiro-dívida e não conhecem as realidades escondidas por trás de palavras como “bolha financeira”, “títulos do tesouro”ou”hedge funds”. O tanto que ignoram é na mesma medida do pouco esforço dos media a informar de maneira objectiva, transparente e acessível a todos. Aquilo que o grande público sabe verdadeiramente, é que a maioria dos grandes crimes financeiros ficam grande parte do tempo impune e que são eles os primeiros a pagar as consequências.

 

Não só nos indignamos que muitas questões postas por cidadôes normais sobre a situação económica fique sem respostas claras nas vossas colunas, mas deploramos também a vossa falta de zelo em denunciar as medidas que permitiu a situação económica mundial ter chegado ao ponto onde se encontra hoje: uma situação em que temos os nossos chefes de Estado e de governo de joelhos perante as agencias de rating, tremendo de medo na ideia que as suas notas se degradem.

 

Os nossos responsáveis políticos não podem ao mesmo tempo responder aos interesses dos mercados financeiros e aos dos cidadãos. Assim é tempo de chama-los ao serviço  daqueles que os elegeram.

 

Como as greves e as manifestações não servem mais para nada, visto que, façamos o que façamos, não somos atendidos, e visto que, seja o que for que ele façam, não somos consultados, decidimos bater no  órgão mais vital do sistema: O SISTEMA BANCÁRIO.

 

 

SOMOS NÓS CONSCIENTES DAS CONSEQUÊNCIAS ECONÓMICAS QUE SEGUIRIAM O SUCESSO DA NOSSA ACÇÃO?

 

 

Estamos sobretudo conscientes das consequências que um sistema financeiro mundial desregulado e incontrolável tem sobre os nossos empregos, as nossas saúdes, a nossa educação, as nossas pensões, as nossas industrias, o nosso ambiente, o nosso futuro, a nossa dignidade, a dignidade dos cidadãos dos países que este sistema subverteu com dividas que jamais poderão ser pagas para melhor se apropriarem dos seus recursos.

É a sorte que espera os cidadãos ocidentais se não agarrarmos esta causa.

Estamos conscientes do papel que este sistema joga na prosperidade dos impérios industriais cujos interesses são tributários dos conflitos armados, da doença, das penúrias alimentares e da miséria reinante em países que lhes fornecem mão de obra e recursos naturais a custos irrisórios. Estamos conscientes que este sistema não terá nunca nada a ganhar de um mundo onde reinaria a paz e a prosperidade e que continuando a confiar o nosso dinheiro honesto e duramente ganho a este sistema doente, tornamo-nos cúmplices dos seus roubos, dos seus crimes, das suas guerras, e da miséria gerada.

 

 

QUE QUEREMOS NÓS?

 

Nós, os cidadãos do século 21, herdeiros de gerações que se sacrificaram para que sejamos cidadãos livres e dignos, exigimos a criação de UMA BANCA CIDADÂ , ao serviço dos CIDADÃOS, uma banca que ponha o nosso dinheiro ao abrigo das febres especulativas, das bolhas financeiras todas condenadas a explodir um dia, ao abrigo das operações que transformam os nossos empréstimos em activos e que se servem das nossas dívidas para comprar outras riquezas.

Queremos bancos que emprestem apenas recursos próprios. Bancos que ajudem as pequenas e médias empresas a relocalizar o emprego, bancos que emprestem á taxa zero. (*) Bancos que apoiem projectos para gozo dos cidadãos em vez dos “mercados”. Bancos onde depositar o nosso dinheiro com consciência tranquila. Bancos cujo sucesso soará o fim dos mercadores de morte, de doenças e de escravos. Sobre a ruína do antigo sistema, nós queremos construir um sistema bancário que não sacrifique mais a dignidade humana no altar do lucro.

Nós os cidadãos acordados pela pobreza e o desespero que bate os mais frágeis de entre nós-pensionistas, alocatários sociais ou trabalhadores pobres – e que ameaça aquilo que resta da classe média, de empresários e independentes tratados como vacas de leite, queremos que sejam pura e simplesmente anuladas as dívidas públicas geradas por este sistema doente que não queremos mais. Recusamos que os nossos impostos, os nossos esforços, os nossos recursos continuem a alimentar poços sem fundo. Queremos reencontrar o poder de bater moeda e de ir contra estas directivas impostas por esta união europeia que se construiu contra o consentimento da maioria dos cidadãos consultados em referendo, sem falar daqueles cujos países de origem não organizarão consulta popular.

 

(*) O que alguns bancos islâmicos praticam com sucesso recusando a pratica de usura por motivos religiosos, nós podemos cumprir por razões de cidadania.

 

 

 

PARA CONCLUIR

 

 

Chamamos a vossa atenção para o facto de que mesmo que consigamos relocalizar os nossos empregos, as tecnologias de ponta e máquinas substituíram o trabalho do homem em numero crescente de domínios. Elas permitem uma produção mais rápida, menos cara e, por estas razões, fazem medo aqueles que se questionam como irão ganhar a vida amanhã. Isto é lamentável porque a tecnologia desde a invenção da roda, têm como vocação a melhora das condições de vida do homem. Se o progresso fosse posto ao serviço dos cidadãos em vez de servir o mercado, poderíamos fazer um salto quântico no desenvolvimento de tecnologias hoje paralisadas por grupos de interesses que são os primeiros beneficiários deste sistema.

 

Possuímos já conhecimentos para suportar a humanidade e as suas necessidades em energias fósseis e nuclear, e para produzir e encaminhar agua potável em todo o planeta a um menor custo, para produzir frutas e legumes em todo o lado do planeta, desde o gelo polar até ao deserto. A pobreza só existe no nosso planeta devido a falta de vontade politica dos países industrializados, submetidos as leis do mercado. A poluição e o desperdício dos recursos são apenas as tristes consequências deste sistema obsoleto o qual devemos por termo com urgência.

 

Nós, os herdeiros do caos, temos um mundo a reconstruir. Um mundo onde o trabalho não será mais vivido como uma servidão, e a ausência dele como um drama, porque teremos repensado a maneira cujo homem de amanhã assegurará a sua sobrevivência, a sua educação, o seu bem estar, e os seus velhos dias.

 

Convidamos todos aqueles que nos queiram seguir nesta via – contando também convosco, caros jornalistas – a ultrapassar os vossos medos do desconhecido e a por as primeiras pedras para a construção do sistema que substituirá este, que, connosco ou não, acabará por cair, quando estivermos todos presos. Preferimos não esperar por isto ou ainda pior, que para salvar a economia, mais uma guerra seja declarada.

 

Agradecemos o futebolista Eric Cantona por nós ter sugerido esta ideia. Agarramos a palavra. Os dados estão lançados. O futuro nos dirá se tivemos razão. (07/11/2010)

 

 

 

GERALDINE FEUILLIEN

41 Anos, Cenarista

Bélgica

 

 

 


publicado às 07:00


eu estou com os movimentos

por beatriz j a, em 04.12.09

 

 

Estive a ler o texto de 2 de Dezembro do blog da APEDE. Estou completamente de acordo com o que ele diz.

Há agora uma corrente que diz que tem de haver quotas na progressão da carreira a não ser que se seja excepcional...?! Mas que sentido faz isso? Os professores fazem o mesmo trabalho, cumprem as mesmas funções - leccionar, dirigir uma turma, ser delegado do grupo ou coordenador do departamento, etc. Se as pessoas cumprirem as suas funções como deve ser, devem ser impedidas de progredir na carreira? Porquê? E, sobretudo, para quê? Para poupar os 20 milhões que hão-de ir parar a um político que foge ao fisco? A um banqueiro? A um qualquer da bola?

E seria o fim fazer dos agora titulares os futuros relatores. Isso seria o reforço do erro da divisão da carreira e subsequente promoção dos carreiristas...pô-los agora a avaliar os outros? Que são colegas? E ter que fazer trabalhinhos em portfólios? Isto parece um gozo da outra senhora de má memória que estragou isto isto.

Dantes os cargos eram mais ou menos rotativos. Calhava a todos serem delegados de grupo ou coordenadores ou directores de instalações, etc. Isso era muito positivo porque nesses anos os professores eram obrigados a conhecer melhor a escola como um todo, para além das suas turmas, obrigava a conhecer melhor a legislação, punha as pessoas a participar das decisões pedagógicas da escola, o que dava um sentido de coesão aos grupos, etc. Isto tudo sem nunca perder a ligação à leccionação que é o cerne do trabalho do professor. Agora são um grupo de submissos ao poder (os titulares) quem ocupa esses cargos permanentemente. Quase não têm turmas e dedicam-se a chatear os colegas com burocracias idiotas.

O Conselho pedagógico não era meramente decorativo e tinha representação de todos os grupos disciplinares, o que é muito importante, porque a visão dum professor de matemática e de um professor de artes é muito diferente. A presença dos grupos dava à escola diversidade e dinamismo. As decisões do Pedagógico reflectiam essas diferentes sensibilidades que ajudam à riqueza intrínseca de uma escola. Agora aquilo é um orgão de moços de recados e muitas vezes nem sabemos bem o que lá se passa.

Esta ministra mostra não querer corrigir erros, mas antes reforçá-los.

Ainda bem que os movimentos de professores não desapareceram, estão atentos e activos. Eu estou com eles. Isto já não se aguenta.

 

 

 

publicado às 18:42


respostas a tempo

por beatriz j a, em 04.12.09

 

 

 

Avaliação  DN

Professores voltam às acções de protesto em Dezembro

por PEDRO VILELA MARQUES Hoje<input ... >

Professores voltam às acções de protesto em Dezembro

Movimentos organizam acção de contestação à proposta apresentada pelo Ministério. Professores criticam em especial as limitações à progressão na carreira e a manutenção de quotas para as notas mais altas

Os movimentos de professores vão organizar uma acção de protesto já este mês contra o modelo de avaliação proposto pelo Ministério da Educação. Depois de um curto período de "tréguas", que dura desde a nomeação da ministra Isabel Alçada, os professores mostram-se agora frustrados com os resultados das negociações com os sindicatos, em especial com a manutenção das limitações na atribuição das notas altas, através de quotas impostas às escolas. Razão pela qual garantiram ao DN que vão retomar a luta através de uma acção simbólica.

"A classe não está pacificada e está disponível para retomar a contestação". Quem o garante é Ricardo Silva, da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino, que está a preparar um modelo de avaliação a ser apresentado ao Ministério até final de Dezembro (ver caixa), em resposta à estrutura da carreira docente proposta pelo Governo, em que nem todos os professores podem atingir o topo.

"Desde que o professor cumpra de forma correcta o seu trabalho não devem haver razões para que lhe seja cortada a progressão na carreira, a não ser por motivos economicistas. As conquistas sociais custaram muito a alcançar e não podem ser deitadas fora", alerta Ricardo Silva, que condena ainda o desaparecimento "das consequências das avaliações de mérito para progressão na carreira e para aqueles que não entregaram objectivos nem a auto-avaliação" da mesa das negociações.

Negociações que para Ilídio Trindade, do Movimento Mobilização e Unidade dos Professores, se estão a arrastar mais do que o esperado, sem os resultados esperados. "A manutenção das quotas não faz sentido nenhum, a não ser por razões economicistas, e gera instabilidade por duas grandes razões: porque o trabalho do professor é colectivo, em que é precisa uma grande entreajuda, e porque as quotas são sempre castradoras, já que o professor ou merece a nota ou não merece".

Ilídio Trindade adianta que já há nas escolas quem fale em voltar à luta, reconhecendo que os professores estão "atentos e podem retomar a contestação". Até porque o representante do MUP já se questionou se "nalguns aspectos, será melhor aquilo para onde caminhamos do que o que já tínhamos".

 

 

 

publicado às 06:40

 

 

 

Público

Protestos em três frentes
Manifestações de professores marcadas para dia 19 
Bárbara Wong
 

Os professores ligados aos movimentos não sindicais APEDE, MUP e PROmova vão manifestar-se no próximo dia 19, a partir das 15h00 em três pontos de Lisboa.

Os protestos vão acontecer, em simultâneo em três locais "diferentes e simbólicos", dizem em comunicado de imprensa. Serão frente à Assembleia da República, ao Ministério da Educação e ao Palácio de Belém. "Em nenhum deles, haverá prelecção de discurso público, mas sim uma faixa dos movimentos que organizam o protesto contendo uma mensagem forte e incisiva que pretende dar voz ao sentimento dos professores", informam.

 

 

 

publicado às 07:01


Comunicado da apede, promove e mup

por beatriz j a, em 05.09.09

 

 

Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

 

COMUNICADO CONJUNTO DO MUP, APEDE E PROMOVA

 

COMUNICADO CONJUNTO DO MUP, APEDE E PROMOVA

Na passada 4ª feira, dia 2 de Setembro, os Movimentos Independentes de Professores, APEDE, MUP e PROMOVA, e outros activistas que se têm envolvido neste processo de luta, estiveram reunidos para debaterem e tomarem uma posição conjunta sobre as iniciativas de luta a desenvolver no mês de Setembro. Do debate realizado, e após uma reflexão e troca de ideias conjuntas que teve como preocupação fundamental a manutenção da matriz essencial dos Movimentos de Professores, que é a sua independência, e a ponderação de diversos outros factores (aspectos de logística, mobilização, etc.) resultou a decisão, que agora se anuncia, da realização de uma MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO DOS PROFESSORES, que irá decorrer, em simultâneo, em três locais distintos (Assembleia da República, Ministério da Educação e Palácio de Belém), no dia 19 de Setembro, às 15:00 horas, para que, de uma forma simbólica, articulada e original, os professores possam manifestar o seu veemente repúdio pelas políticas educativas em curso, deixando muito clara a sua disposição para continuarem a luta, caso o futuro governo, seja ele qual for, não concretizar as mudanças que temos vindo a exigir, constantes no "COMPROMISSO EDUCAÇÃO". Os detalhes organizativos e de pormenor sobre a concretização destas iniciativas serão comunicados em breve.

Apelamos a todos os colegas para que divulguem e participem activamente nesta jornada de luta, no dia 19 de Setembro, que mostrará, uma vez mais, que os professores têm memória, não desmobilizam e continuam decididos e firmemente empenhados na sua luta cívica em defesa da Escola Pública e de um Ensino de qualidade.

APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino)
MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores)
PROMOVA (Professores Movimento de Valorização)

 

 

 

 

publicado às 01:33


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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