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Educação

Governo adiou reforma curricular do 7.º ao 9.º ano do ensino básico

Ao contrário do que a ministra da Educação Isabel Alçada anunciara, não vão ser introduzidas mudanças nos 7.º, 8.º e 9.º anos e os alunos terão a mesma carga disciplinar, tão criticada pela governante. "

Em Maio ou início de Junho, recebem um documento da tutela sobre a organização do próximo ano escolar. Ontem, este ainda não chegara, assim como as escolas não sabiam como será organizado o calendário escolar e se haverá alterações a fazer no 3.º ciclo.
A acrescentar a tudo isto, houve atrasos na publicação do novo estatuto da carreira docente e do concurso dos professores contratados, enumeram os directores das escolas. Sem esquecer a reordenamento da rede escolar, os mega-agrupamentos, dizem.

 

 

Se qualquer professor fosse assim tão incompetente já estava com a Drel e um processo às costas, mas a ministra e os secretários de estado podem ser da maior mediocridade no trabalho que até serão promovidos para mandar num qualquer instituto. E, naturalmente, não se demitem, apesar de terem anunciado como prioridade fundamental à qualidade do ensino baixar o número de alunos por turma, mudar o estatuto do aluno (vai continuar a ser o que era, com planos e provas de recuperação e desculpabilização de tudo e mais alguma coisa), premiar as boas escolas (estão neste momento a ser desmanteladas...), mudar a carga horária lectiva e não lectiva dos professores, etc.

Afinal, era tudo mentira? Será que já era na onda do que disse o Grande Pai ontem ao PS: arranjem 'prá i' uma ideologia qualquer que convença o pessoal para poderem permanecer no poder...?

Enquanto se reduz (ainda mais) o poder de compra e os salários da função pública (as pessoas esquecem-se que a função pública, desde 1999 que é aumentada abaixo da inflação e tem tido a carreira congelada? Que os únicos funcionários que continuam a ter prémios, triplas reformas, aumentos disto e daquilo são os incompetentes que puseram o país como está?) quem nos governa não muda um milímetro das políticas que nos puseram aqui?

Ontem o Washington Post trazia um artigo de opinião com o título, 'Para quê fazer reformas se os hábitos continuam os mesmos?'. Que é como quem diz, o que é essencial que mude, como a fiscalização dos bancos, das entidades financeiras, das grandes empresas e da corrupção, continua a funcionar da mesma maneira, de modo que é uma questão de tempo até voltarmos onde estávamos.

Taxar o povo de impostos só tem como consequência baixar o nível de democraticidade do país por via do aumento da população desqualificada e da falta de instrumentos para o exercício da liberdade. Mas se calhar é esse mesmo o objectivo de quem nos governa.

Se o objectivo de quem governa fosse a melhoria das condições de vida da população ou a diminuição do fosso que separa ricos e pobres, concerteza muitos deles, sendo honestos e vendo que estavam a fazer exactamente o contrário, já se teriam demitido há muito tempo.

 

publicado às 13:04


estreiteza mental insuportável

por beatriz j a, em 21.09.09

 

 

Diário de Notícias

A Ministra que está de saída apela ao voto no PS

Maria de Lurdes Rodrigues defende que as eleições são "tempo de escolhas em função dos compromissos que os partidos apresentam ao eleitorado", sublinhando que "a escola pública mudou muito com este governo, e mudou para melhor".

 

Maria de Lurdes Rodrigues termina o artigo prometendo a continuação das políticas do governo socialista implementadas nos últimos quatro anos: "Na hora de votar os portugueses sabem que o PS dará continuidade a estas medidas de política educativa e ao esforço financeiro que estas pressupõem".

 

 

Para alguém que gosta tanto de resultados já podia ter olhado para eles...

 

 

publicado às 11:55


Ministra sem vergonha na cara

por beatriz j a, em 03.09.09

 

 

 

Matemática
Ministra diz que «falar de facilitismo nos exames é desrespeitar trabalho das escolas e dos professores»
A ministra da Educação disse hoje, em Viana do Castelo, que «falar de facilitismo nos resultados dos exames de Matemática é um total desrespeito pelo trabalho realizado pelas escolas e professores nos últimos quatro anos»
 
Que lata! Uma pessoa que passou os últimos 4 anos a dizer mal dos professores e a incentivar o ódio e o desrespeito aos professores!
Que se saiba, os únicos professores de quem gosta mesmo são, o papi Albino e o outro, o moço que aprendeu a tirar fotocópias e é irmão do outro acusado de coisas infames.
Ah, já esquecia: aquela senhora volumosa que não sabe escrever português e também tem vocação para andar de régua na mão a ameaçar.

Há coisas que metem nojo mesmo!

 

 

publicado às 14:19


Tachos e panelas II

por beatriz j a, em 03.06.09

 

 

 

Diário da República, 2.ª série — N.º 70 — 9 de Abril de 2009  - Página 14702  

Assunto: Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!


Despacho n.º 9810/2009
Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sedeado o respectivo organismo;
Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro:
Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte:
1 - É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo.
2 -
O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008.

12 de Fevereiro de 2009. -- O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos.- Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da Educação. 

E os professores desterrados com família?

 

 

 

publicado às 04:43


Conselho executivo de santo onofre demitido

por beatriz j a, em 02.04.09

 

 

 

Jornal Público

Ministério já nomeou Comissão Administrativa Provisória
Conselho Executivo de Agrupamento de Santo Onofre destituído 
02.04.2009 - 17h38 Graça Barbosa Ribeiro

O Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, nas Caldas da Rainha, foi hoje destituído e substituído por uma Comissão Administrativa Provisória. As alterações foram comunicadas pelo Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, que se deslocou à sede do agrupamento para dar conta da decisão aos elementos do CE, cujo mandato terminava no final do próximo ano lectivo.

Na origem da decisão estará o facto de no agrupamento não ter sido constituído o Conselho Geral Transitório, por nenhum dos cerca de 180 professores e educadores se ter candidatado a representar os colegas naquele órgão, ao qual, de acordo com o novo modelo de gestão das escolas, cabe escolher o director.

ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx

 

 

A ministra da educação não suporta pessoas democratas!

A ministra da educação não suporta pessoas que pensam!

A ministra da educação não suporta pessoas que não se vendem!

A ministra da educação não suporta pessoas que mostram dignidade!

A ministra da educação não suporta pessoas que não lambem as suas botas!

A ministra da educação não suporta quem não não é subserviente!

A ministra da educação não suporta pessoas inteligentes!

A ministra da educação não suporta pessoas competentes!

 

A ministra da educação só se suporta a si mesma!

 

 

 

publicado às 18:05


A ministra da educação tem medo de alunos?

por beatriz j a, em 28.03.09

 

 

 

 

A ministra da educação já só vai às escolas às escondidas sem avisar ninguém.

Depois de ter incentivado (com o seu estranho ódio aos professores manifestado em declarações de desprezo pela profissão) o caos, a arbitrariedade e a violência nas escolas, percebe-se que tenho medo de lá pôr os pés.

Ela bem sabe o que fez, o estado em que deixa as esolas quando se for embora.

Na verdade a ministra não se aguentava, nem um mês, a dar aulas a algumas turmas da maioria das escolas que criou. Esse devia ser o seu castigo pela incompetência com que destruiu a escola pública para alcançar algum objectivo que me esca: ir dar aulas para uma daquelas escolas onde os alunos agora se organizam em grupos para agredir funcionários e professores e onde os pais ameaçam e agridem também a seu bel prazer.

Para provar da sua própria receita.

 

 

publicado às 13:51


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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