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Prisão de Pedroso era a “única medida" para impedir perturbação de inquérito

...“no domínio da prova pessoal, existem depoimentos no sentido da forte indiciação dos crimes sexuais em questão”, referindo a o reconhecimento fotográfico de Paulo Pedroso pelos queixosos e a identificação do local e tempo em que foram mantidos contactos sexuais com o deputado.

Segundo os conselheiros, “é de concluir que a matéria de facto apurada não revela que tenha existido prisão preventiva injustificada, por erro grosseiro ou acto temerário, na apreciação dos pressupostos de facto de que dependia”.

Quanto aos outros pressupostos que obrigam à aplicação da prisão preventiva (perigo de fuga, perigo de perturbação do inquérito ou perigo de perturbação da ordem e da tranquilidade públicas ou de continuação da actividade criminosa) os juízes consideram que “também não se vislumbra qualquer ilegalidade manifesta ou erro grosseiro ou temerário”.


 Cada vez que este indivíduo tenta anular a queixa de pedofilia, ainda que indirectamente -ganhar indeminizações- o tribunal reitera que as crianças não mentiram e que o juíz que o prendeu preventivamente agiu bem. Apesar disso, o indivíduo continua a ser uma figura importante no partido do governo...ao que o PS chegou...parece um covil...desde gente metida em casos de corrupção a gente metida em casos de pedofilia...este era irmão daquele moço que tirava tão bem fotocóipias que a Lurdes Rodrigues pagou-lhe trezentos mil euros pelo serviço, essa grande ministra com o dom de merdas, digo, Midas ao contrário...

 

publicado às 21:35


porque é que o PSD não fala?

por beatriz j a, em 11.12.10

 

 

 

O que não percebo é porque não põem à disposição os dados do PISA, para que se acabem os 'diz que disse' sobre o assunto. A mim, o que me deixa com a pulga atrás da orelha é o facto desta notícia ter o timing perfeito para aquela campanha a favor das políticas da Lurdes Rodrigues: ter calhado entre o feriado e o ano novo e mesmo antes do fim do ano, antes das medidas que vão atingir os professores como um tornado. Coincidências a mais são de desconfiar. Mais, todos sabem que a condição de aceitação de resultados de processo científico depende da possibilidade de verificação dos dados, sem a qual nenhum resultado é aceite. Por isso, ainda percebo menos esta política de esconder os dados do processo ne tudo me parece fazer parte duma campanha de validação das políticas da ex-ministra. Também estranho que o PSD não se interesse por saber ao certo o que é que causou o quê e dê de barato que foram as políticas da outra, quando qualquer pessoa minimamente informada sabe que as escolas estão num estado de decadência aflitiva e são núcleos replicadores do tipo de governação da Lurdes Rodrigues. Sítios onde se despreza o ensino, se despreza o trabalho dos professores, se despreza a disciplina e a exigência e a única coisa que se preza são os cargozinhos com suas vassalagens.

Não percebo porque é que o PSD não abre a boca para dizer o que pensa fazer na Educação, mas tenho um pressentimento muito mau.

 

publicado às 18:24


dúvida...

por beatriz j a, em 11.12.10

 

 

 

O que eu gostava de saber é se o PSD, ontem no debate da educação onde o Sócrates se gabarolou sem nenhuma vergonha da impropriedade da sua atitude, ao reconhecer sucesso ao governo, estava a fazer o elogio das políticas da Lurdes Rodrigues. Fiquei com essa dúvida: o PSD acredita que as reformas que têm sido feitas devem ser mantidas? Gostava que esclarecessem essa questão antes das eleições.

 

publicado às 11:19

 

 

 

Tribunal julga Emídio Rangel
por difamação de professores

 

«Eles aí estão, em estágio. Faz-me lembrar os hooligans quando há uma disputa futebolística em causa. Chegam pela manhã em autocarros vindos de todo o país, alugados pelo Partido Comunista. Confesso que tenho vergonha destes pseudo professores, que trabalham pouco, ensinam menos, não aceitam avaliações e transformam-se em soldados do Partido Comunista, para todo o serviço», escreveu, sob o título “Hooligans em Lisboa”, o jornalista Emídio Rangel.

 

O TIC de Coimbra entendeu tratar-se de «um discurso manifestamente desproporcional, lesando a honra e consideração dos assistentes». «De facto, para opinar sobre a manifestação, não podia o arguido ofender os assistentes da forma como o fez. Entende-se que, neste caso, pretendeu-se desconsiderar, humilhar e rebaixar os professores que integravam a manifestação em causa. Entende o tribunal que as expressões em causa ultrapassam os limites do direito de expressão, sendo ofensivas da honra e consideração dos assistentes», lê-se no despacho de pronúncia.
«Deve o arguido ser pronunciado por dois crimes, mas de difamação, tal como vem acusado pelos assistentes e não de injúrias, como consta da acusação do Ministério Público, uma vez que as expressões em causa não foram dirigidas directamente aos assistentes, mas a terceiros através da comunicação social. E por terem sido divulgadas desta forma e ainda pelo facto dos assistentes serem docentes, encontram-se os crimes agravados nos termos constantes das acusações», concretiza a pronúncia.

 

Agora já poucos se lembram, mas durante de dois anos quase todos os dias os professores eram assim tratados nos jornais. Como se fossemos um grupo de mandriões sem préstimo. Quando uma pessoa se lembra que eram os próprios ministros e secretários de estado que nos deviam apoiar e motivar para o trabalho os primeiros a injuriar, a difamar, a desprezar o trabalho que fazíamos nas escolas até se admira da contenção que os professores mostraram nessas manifestações.

Sim, porque agora só os completamente cegos não vêem que as reformas da educação da Lurdes Rodrigues foram desastrosamente trágicas, mas à época tratavam-na todos de heroína e quase a comparavam ao Pombal...mesmo os da oposição...e isso é uma das coisas que me assusta...essa falta de discernimento, sintoma de uma grande ignorância nos assuntos da educação...

 


publicado às 20:45


o legado da Maria de Lurdes Rodrigues

por beatriz j a, em 31.10.10

 

 

 

Mãe de aluno dá pontapés em professora

Uma professora do ensino básico do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, em Castelo Branco, foi espancada dentro da sala de aulas pela mãe de um aluno. A turma, constituída por 16 crianças, na maioria de sete anos, assistiu às agressões.

 

publicado às 13:04


A Paixão pela Educação e pela excelência

por beatriz j a, em 03.10.10

 

 

 

 

Fenprof: Governo admitiu um professor por cada 38 reformados desde 2007

Mário Nogueira referiu que, “entre 1 de Janeiro de 2007 e 1 de Setembro de 2010, saíram 15.210 professores e entraram nos quadros 396”.

 

Isto, ao mesmo tempo que aumentava a escolaridade obrigatória até ao 12' ano. Não é difícil perceber o que isso significa - adeus escola pública, adeus educação, adeus igualdade de oportunidades, adeus democracia.

Foi para isto que trabalharam, o Sócrates, a Lurdes Rodrigues, o Walter Lemos, a que agora tutela e uma data de outros socialistas desde o Guterres que gritavam ter grande paixão pela Educação. Obrigada pelo trabalhinho.O futuro do país agradece.

Também agradecemos aos queridos sindicatos pela ajuda que lhes deram em tudo. Estamos agora congelados (mais uma vez), empobrecidos e nem o nosso tempo de trabalho conta.

 

publicado às 08:28


kinderladen à portuguesa

por beatriz j a, em 06.07.10

 

 

 

Contas consolidadas de 2008 chumbadas

Accionistas aprovaram voto de desconfiança à anterior administração da Privado Holding

A maioria dos accionistas da Privado Holding, dona do BPP (Banco Privado Português), aprovou hoje um voto de desconfiança contra a anterior administração da empresa, que era liderada por João Rendeiro.

Os accionistas da Privado Holding deverão decidir o futuro da empresa, que poderá passar pela sua dissolução, já que a dona do BPP perdeu mais de metade do capital social com a insolvência do banco.

 

As contas chumbadas, voto de desconfiança e talvez a dissolução, é o resultado do trabalho do João Rendeiro. Alguém ainda se lembra quem é que amava este moço? A Maria de Lurdes Rodrigues, que o contratou para explicar aos professorzecos como se geria uma escola... Deve ser uma das famosas merdices medidas que aparecem lá no livro dela. Calculo que o João Rendeiro lá tenha estado no lançamento do livro que ela escreveu (para se regozijar e ganhar adeptos para a sua causa?), cheio de voyeurs, uns do tipo basbaques (se ela pôde, será que também poderei?) outros ingénuos, outros perversos.

Aliás, de há uns anos para cá, toda a pseudo-pedagogia que sai do ministério, bem como as pessoas que a produzem e a apoiam fazem lembrar os defensores das Kinderladen alemãs dos anos 60/70, aqueles infantários onde os pais e educadores que queriam mostrar que 'eram muito à frente' punham as crianças com pedagogias de revolução sexual a mexerem nos genitais uns dos outros e dos educadores chegando alguns a defender que se encorajassem a promiscuidade com adultos. O Der Siegel trás uma reportagem sobre essas escolas. Uma mãe achou por bem despir-se para que o filho a inspeccionasse muito bem ao ponto de lhe enfiar coisas para ver como era...

Mas claro, nessa altura era moda e criticavam quem achava que essas pedagogias eram um disparate que não estava a ajudar em nada as crianças. Eram logo apelidados de retrógados, gente burra que não está a par das novas pedagogias, sendo que os que mandavam achavam-semuito progressistas e eram paternalistas a explicar ao povo que todos deviam atirar as crianças para creches de modo a que aprendessem a ser promíscuas logo de pequeninas.

Se muita gente embarcou nisso por ignorância - cultura de revistas, de tv e de filmes e obsessão em mostrar que está na moda- também houve pedófilos a abrirem infantários...

As pedagogias do ministério da educação dos últimos anos só me fazem lembrar estas escolas: feitas por gente que parece fazer qualquer coisa para estar na moda e aparecer na tv, com ideias perniciosas que encorajam a preguiça, a falta de educação, a falta de brio, a infantilização, e tudo o resto que se sabe.

Daqui a uns anos as pessoas olharão para estas pedagogias e dirão o que nós hoje dizemos das Kinderladen. Entretanto, toda uma geração foi perdida para que certas pessoas possam mostrar que estão na vanguarda da moda quando fazem grandes merdices medidas.

 

publicado às 14:15


esquecer, não esquecer?

por beatriz j a, em 28.06.10

 

 

Por causa dum texto que li a propósito do artigo da Maria Lurdes Rodrigues no Expresso que a desculpava e até lhe desejava felicidades pus-me a pensar numa conversa com o André sobre os problemas inerentes à reconstrução de nações que passaram  por processos de extrema violência -genocídios- e pareceu-me que se pode fazer um paralelismo com a situação política do país.

Na reconstrução de um Estado que passou por processos internos de violência a questão que se põe é de saber se é melhor uma política de reconciliação, como foi feito na África do Sul, de modo a que não se prolongue a guerra civil, ou se se deve levar as pessoas à justiça dos tribunais.

Quando se opta pela reconciliação o que se faz é eleger uma 'Comissão de Verdade' que constrói uma narrativa dos factos passados que seja aceite por ambas as partes como 'A Verdade' histórica. Depois, vão todos à sua vida e esquecem o passado, por assim dizer.

Só que, em alguns casos, onde o 'mal radical' andou à solta, isso seria obsceno. Não podemos imaginar as vítimas de nazis a terem que se reconciliar com os seus carrascos. Ou dos Ruandeses, ou dos que agora no Congo dizimam as mulheres.

O problema é complicado, mas não fazer nada, isto é, nem reconciliar nem levar os culpados à justiça implica deixar toda a Nação em causa com uma mancha que afectará depois a todos, mesmo às vítimas. Veja-se o caso alemão onde ainda se alarga a acusação de 'nazis' ao povo como um todo.

 

Isto pode usar-se para pensar na política portuguesa (salvo as devidas distâncias, claro) do seguinte modo: é hoje evidente que o povo vê os políticos, as pessoas que têm poder, como inimigos, pessoas que conseguem elevar-se aos cargos com o único intuito de cuidar da sua vida particular, sendo que, para o fazer, esventram o povo e deixam-no refém de 'outsiders'.

Devemos, de cada vez que muda um governo, desejar felicidades aos anteriores  indistintamente, tanto aos que fizeram bem ou aos que erraram mas dentro dos limites da sua competência como aos que, com visível má-fé, recursos a mentiras e ilegalidades prejudicaram, às vezes até à morte, aqueles que com o seu trabalho sustentam o país? Devemos desejar felicidades à mª Lurdes Rodrigues, agora que já não está no governo? Ou ao Sócrates e ao Vara e outros daqui a um certo tempo? Pessoas que se usaram dos cargos com extremo prejuízo para os outros, umas vezes por ganância de dinheiro outras por sede de poder? Acho que não.

 

Penso que desvalorizar contribui, em primeiro lugar para pôr uma mancha em toda a classe política, o que me parece injusto, pois muito políticos, nomeadamente pouco conhecidos, que andam pelos gabinetes, tentam fazer o seu melhor, e também não ajuda à responsabilização que deveria existir, em casos de corrupção, favoritismo, etc. É preciso não esquecer que estes problemas não matam mas vão moendo, até ao fim - a Grécia está na falência total por causa dessas não responsabilizações. O povo deixou de acreditar nos políticos como um todo e começaram uma vivência de 'isto é cada um por si'; em segundo lugar acho que contribui para que essas pessoas, passados uns anos, voltem a ocupar cargos importantes e destilem os mesmos vícios de corrupção do passado. Aliás, a Mª Lurdes Rodrigues deve estar neste momento a dar cabo da Fundação para onde foi, porque é uma pessoa muito limitada e incompetente para trabalhos em que tenha de lidar com pessoas não-escravas. Provou-o vezes sem conta. Um dos problemas do nosso país não é o de os que estão no poder serem os mesmos de há 30 anos, a perpetuar os vícios de poder, corrupção e tráfico de influências?


Eu não desejo felicidades àMª Lurdes Rodrigues e revolta-me que tenha sido premiada - faz-me lembrar certos Comissários da antiga URSS que eram nomeados para dizimarem o povo e, se faziam o trabalho com brio, era promovidos. Só que o 'brio' era medido pela quantidade de mal que conseguissem fazer.

Valorizar a incompetência, o desrespeito pelos direitos dos outros, pela legalidade, pela dignidade no trabalho parece-me um precedente muito perigoso que abre a porta ao cepticismo alargado a toda a classe política e ao início duma vivência de 'isto é cada um por si'.

Não acredito em branquear e desvalorizar as consequências da corrupção, clientelismo e abuso de poder. Corroem as fundações de um Estado.

publicado às 10:56

 

 

Mais agressões a professores

As agressões a professores e funcionários aumentaram quase 40% em 2008/09, face ao ano lectivo anterior, de acordo com dados do programa Escola Segura ontem divulgados pelo Governo. O número de docentes agredidos passou de 206 para 284 (aumento de 37,8%) e o de funcionários de 133 para 184 (mais 38,3%).

publicado às 09:29


tempos incivilizados

por beatriz j a, em 11.06.10

 

 

 

Assessor de Sócrates disse a Paulo Penedos, numa conversa gravada pela PJ, que “Henrique portou-se bem, porque o chefe berrou”.

Henrique Granadeiro disse à agência Lusa que a PT não falou com o Governo sobre o negócio. Assessor de Sócrates conta que o “chefe” estava “aos berros”

 

Não há muito tempo as relações profissionais eram mais civilizadas. Não passaria pela cabeça de um primeiro ministro ou ministro ou director 'berrar' com trabalhadores, quanto mais com o administrador duma empresa.

Estou a imaginar a cena. O Sócrates aos berros porque não lhe satisfizeram mais um caprichozinho. O 'encornado' de rabinho entre as pernas a pedir desculpa ao patrãozinho.

Que cena...será que também uivou como fazia a outra horrorosa da educação, que uivava como uma desvairada?

 

publicado às 13:50


o legado da Mª Lurdes Rodrigues

por beatriz j a, em 10.06.10

 

 

Violência, insucesso, ódios, indisciplina, irresponsabilidade.

Aldrabar e copiar tornou-se tão banal neste país (o exemplo vem de cima) que os pais não aceitam que os filhos possam ser responsabilizados por má conduta e prevaricação e querem que os professores sejam cúmplices da má formação que eles próprios deram aos filhos.

 

 

Segundo caso na Escola Afonso III nas últimas semanas

Professora leva bofetada de mãe

Uma professora foi esbofeteada pela mãe de uma aluna, na escola Afonso III, em Faro. O caso ocorreu na semana passada, e foi o segundo no estabelecimento em menos de dois meses.

A agressão aconteceu "porque a professora apanhou uma aluna a copiar", contou ao CM uma testemunha, que preferiu manter o anonimato. A docente anulou o teste à rapariga mas "deu-lhe uma segunda oportunidade, dando-lhe um outro exame, em que a aluna acabou por ter nota negativa", explica a mesma fonte.

Na quarta-feira da semana passada, a mãe da aluna, que não terá gostado da nota da filha, "deslocou--se à escola e esbofeteou a professora", refere ainda a testemunha. A agressão terá ocorrido em frente a elementos do conselho executivo da Afonso III.

Há menos de dois meses, a vítima foi uma directora de turma que deu início a um processo disciplinar a um aluno após o ter apanhado a bater noutro. A mãe do rapaz em causa foi chamada à escola e, ao ouvir o que se passava, esbofeteou a docente e puxou-lhe o cabelo.

 


publicado às 09:10


a outra...não se cala

por beatriz j a, em 26.10.09

 

 

 

Expresso

Governo: Maria de Lurdes Rodrigues sai com "sentimento de dever cumprido"

Lisboa, 26 Out (Lusa) - A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues disse hoje ter saído do anterior Governo com "o sentimento do dever cumprido" e manifestou "grande confiança" no novo executivo.

À saída da cerimónia de posse do novo Governo, em Lisboa, Maria de Lurdes Rodrigues disse aos jornalistas que parte "com o sentimento do dever cumprido".

Questionada se no futuro vai rejeitar novas funções políticas, a anterior ministra da Educação disse que "em política não há nunca".

 

A sede de protagonismo e poder desta mulher! Não se cala mesmo quando a cadeira já não é sua! E o despudor com que vem a público oferecer-se ainda, depois do que fez... que horror!

Ainda teremos que ouvir a sabedoria asinina dos outros dois mongos que também se vão...?

 

 

 

publicado às 17:51


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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