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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Dá algum trabalho mas, é possível. Por estes dias, desde que chegou o Verão e o ritmo de trabalho abrandou, vou ao mercado sempre que posso, abastecer-me de frutas e legumes. Quando não posso ir, como durante os períodos lectivos em que estou a trabalhar, vou a uma das mercearias do bairro. Levo um saco de lona para onde ponho as coisas pesadas como laranjas e maçãs. Guardo as caixinhas onde vêm as amoras, framboesas, etc. e, em vez de as deitar fora, devolvo-as às vendedoras respectivas. Trago quase nenhum plástico e o pouco que trago reutilizo. Só vou ao supermercado comprar aqueles produtos que preciso e gosto e não existem nos mercados e mercearias. Cada vez faço menos comida que necessite de usar abrasivos para limpar e, se posso, uso limão diluído em água para o fazer em vez de comprar detergentes.
A verdade é que produzo muito menos lixo daquele não bio-degradável, sobretudo no Verão. Mesmo quando vou às lojas, aos saldos, por exemplo, declino os sacos que me querem dar em cada sítio e vou atirando tudo para dentro do mesmo saco, sempre que posso.
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