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What makes a good leader?

por beatriz j a, em 15.01.19

 

What makes a good leader? What kind of leader can induce humans to endure hardships and expend effort toward a common goal? What exemplary traits mark out a leader and allow him or her to execute the requisite tasks with skill, induce a harmonious fellowship among those for whom he is responsible, maintain loyalty and mission clarity among the ‘troops’, whomever they might be?

Eve Browning acerca de Xenofonte

 

publicado às 06:57


Real leadership does make a difference

por beatriz j a, em 05.05.18

 

 

O que faz de um líder um líder? Carácter, experiência, profissionalismo, competência, atributos pessoais e acima de tudo integridade. São estas características que inspiram respeito, confiança e credibilidade. Como a liderança imprime uma determinada dinâmica na cultura de trabalho que mimetiza as qualidades do líder, uma boa liderança induz uma dinâmica de competência, integridade, etc. e uma má liderança uma de incompetência, desonestidade, etc. É por isso que as mesmas pessoas num ambiente de trabalho com boa liderança são boas no trabalho e com má liderança são medíocres no trabalho. Isto porque a maioria das pessoas não têm uma motivação instrínseca para manter padrões de qualidade; precisam de motivação extrínseca, de coaching.

 

Tive, há pouco tempo, um exemplo flagrante disto mesmo. A mesma pessoa fez-me o mesmo exame médico, duas vezes. Da primeira vez foi medíocre: houve insegurança, hesitação, fraca liderança. Fiquei mal. Da segunda vez, sendo que a pessoa é muito mais nova que eu, quase por instinto ou defeito de profissão, porque não queria passar pelo mesmo suplício, fiz pressão com coaching como fazemos aos alunos quando queremos que dêem o seu melhor. A pessoa parecia outra: segura, eficaz e realmente a liderar a equipa. Fiquei bem. Depois fiquei a pensar, porque razão esta pessoa, sabendo trabalhar no nível do muito bom, trabalha mediocremente? Precisa de motivação extrínseca, de orientação e pressão externas. Essa é a diferença entre uma boa liderança e uma má liderança.

 

Agora, perguntamos, o país que temos tem uma dinâmica de integridade, profissionalismo, competência, etc.? Pois... não. O que é que isso diz? Que temos uma má liderança, ela própria sem essas características que inspiram respeito, confiança e credibilidade.

 

Neste vídeo acerca de assédio sexual no trabalho uma professora explica a diferença, neste tema, entre uma boa e uma má liderança.

 

ver a partir do minuto 38:24

 

publicado às 05:41


E que tal deixarem os militantes decidir?

por beatriz j a, em 19.08.12

 

 

 

 

 

Drago contraria Louçã e diz que há outros modelos para dirigir o BE

Digo eu, sei lá... eleições? Democracia e tal...



publicado às 15:03


Futuro radioso

por beatriz j a, em 10.12.08

 

 

É uma tristeza quando aqueles cuja liderança nos devia inspirar e motivar são pessoas desprezíveis, pela persistência na ignorância, pela leviandade dos actos, pela falta de sentido histórico, pela falta da mais elementar auto-crítica, pela leveza com que metem a mão nos bolsos alheios para encher os seus, pela evidência duma ausência de nobreza, pela mediocridade.

 

É uma tristeza, verificar o renascimento da emigração em massa. As pessoas não poderem contar com o seu próprio país e terem de fugir, como quem foge de gangs e grupos de malfeitores, para poderem sobreviver.

 

Mas quem poderia imaginar, volvidos tão poucos anos da revolução, este retrocesso na democracia. Todos os dias notícias de pessoas do poder e da legislatura como bandidos que desviam dinheiro, que mantêm casas de alterne como actividade paralela ao trabalho de gestores e administradores de bancos onde o estado enterra o dinheiro dos que trabalham.

 

É insuportável e deprimente isto de sermos governados pelos piores, pelos mediocres, por pessoas que repugnam.

 

E ter que os aturar a debitar mentiras e dislates todos os dias, e saber que estão a transformar a ignorância em legislação. Todos os dias degradam mais um pouco a vida cultural, os horizontes intelectuais, a educação e, por isso, a autonomia e independência do povo. Qualquer dia a vida intelectual permitida por suas excelências resume-se à leitura das biografias adulteradas dos quarenta e do seu chefe.

 

É um pesadelo. Faz-me lembrar a introdução do livro do Zinoviev (dissidente soviético), O Futuro Radioso, que diz assim:

 

"Um dia tive oportunidade de ouvir uma conversa entre dois intelectuais moscovitas. Um deles é um sociólogo que fez esforços titânicos para desenvolver a sociologia soviética a bem do partido, do estado e do povo. E, apesar disso, o seu grupo foi desmantelado em nome desse mesmo partido, desse mesmo estado e desse mesmo povo. Ele próprio foi afastado de tudo, podendo dar-se por feliz por ainda lhe terem deixado a possibilidade de receber o salário. O outro é um pintor conhecido que não fez menos esforços para que as artes plásticas soviéticas atingissem o nível das realizações mundiais mas que não conseguiu sequer, durante vinte e tal anos, realizar a mais pequena exposição.

  Eis a conversa deles, in extenso:

  - Já viste, que p.... de vida!

  - Ora, m...., estou-me c.....!

Não se podia definir com mais precisão a vida na nossa terra."

 

É este, o futuro radioso que nos espera?

 

publicado às 00:17


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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