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Michel Onfray versus Bernard-Henri Lévy

por beatriz j a, em 15.09.15

 

 

 Em França a Filosofia está nos jornais e nos programas de TV. Por cá, como se sabe, é mais bola, novelas, casas de segredos e políticos a dizer mal uns dos outros.

 

 

 

publicado às 00:21


coisas kafkianas

por beatriz j a, em 23.03.11

 

 

 

A SIC notícias explica que o nome da operação contra a Líbia -operação Odisseia ao Amanhecer- foi escolhido aleatoriamente por computador de modo a não ofender ninguém nem nenhum país...depois de se assegurarem que ninguém estava ofendido começaram a bombardear...

 

publicado às 06:49


da Líbia

por beatriz j a, em 01.03.11

 

 

 

Entre a fronteira do Egipto e Bengasi as autoridades oficiais desapareceram, só há civis

Entre a fronteira do Egipto e Bengasi as autoridades oficiais desapareceram, só há civis (Marco Longari/AFP) Público

 

E Mahmoud explica: "Tudo era proibido na Líbia. Ninguém podia falar. Nem se podia pronunciar o nome de Khadafi. Tínhamos de dizer "o líder". Se chegasse aqui um estrangeiro, era logo preso, interrogado pela polícia secreta até confessar ser um espião ao serviço de Israel ou dos americanos."

Desde Musa"id, na fronteira com o Egipto, até Bengasi, passando por Tobruk, Derna e Beida, percebe-se que as pessoas raramente viram um estrangeiro. Mas estão contentes por os receberem agora. " Bem-vindos à Líbia", dizem na fronteira, que não tem guardas. Está aberta. Um homem diz: "Vou só ali apontar os vossos nomes... Podem seguir". Na estrada há checkpoints, com homens armados, que não pertencem à polícia nem ao Exército. Alguns vestem fardas de camuflado e têm ao ombro uma espingarda, uma arma automática ou mesmo um RPG. Mas são civis. As autoridades oficiais desapareceram de todo o Leste da Líbia.

 

(...)

 

"Tudo o que Khadafi diz de nós é mentira", garante Zakaria, junto às fotografias dos cadáveres mutilados. "Nós não somos agentes de Bin Laden. Ninguém aqui gosta do Bin Laden. E também não é verdade que o país esteja dividido. O povo líbio está unido e a nossa capital é Trípoli. Khadadi quer roubá-la de nós, mas não deixaremos."

No minarete da mesquita está pregada uma bandeira da Líbia monárquica, que se tornou também símbolo da revolução. À medida que saem da oração, os homens amontoam-se em frente ao muro das fotografias insuportáveis e ficam a mirá-las com uma misteriosa familiaridade. Fixam-nas longamente, com uma expressão perscrutadora e curiosa, como nómadas que se vissem ao espelho pela primeira vez depois de uma longa viagem.

 

publicado às 17:54


geografia

por beatriz j a, em 26.02.11

 

 

 

 

Olhar o mapa da Líbia e suas fronteiras é o suficiente para se perceber a importância que o desfecho da revolução na Líbia terá na região e na Europa, do outro lado do Mediterrâneo.

 

 

 

 

publicado às 13:12


definição de democracia

por beatriz j a, em 21.02.11

 

 

 

Filho de Kadhafi promete reformas mas ameaça com guerra civil

 

Vocês podem pedir democracia e direitos, nós podemos falar sobre isso e devíamos ter falado sobre esse assunto há mais tempo» disse Saif, «mas ou é desta forma ou é a guerra, e em vez de chorarmos 200 mortes, iremos chorar centenas de milhares de baixas».

 

Se se puserem de joelhos e pedirem desculpa damos-vos a democracia. Caso contrário vai tudo corrido à bala.

 

publicado às 10:44


há uma nova doença no planeta?

por beatriz j a, em 16.02.11

 

 

 

Protestos pró-democracia são raríssimos no país

Líbia passou a noite em tumultos e tem manifestação amanhã

 

S.L.A.R.D. Síndrome de Liberdade e Autonomia e Repúdio por Ditadores. Tem-se revelado altamente contagiosa.

 



publicado às 13:15


mudanças visíveis

por beatriz j a, em 01.09.10

 

 

 

Kadhafi pede 5 mil milhões de euros para evitar "Europa negra"

O líder líbio, Moammar Kadhafi, deixou hoje Itália no meio da polémica suscitada por ter pedido à União Europeia (UE) 5 mil milhões de euros anuais para combater a imigração ilegal proveniente de África e evitar assim "uma Europa negra".

A esta polémica acresce uma outra suscitada pelas iniciativas promovidas em Roma por Kadhafi para difundir o Islão, com o recrutamento de centenas de mulheres jovens para seminários nos quais o líder líbio refere que na Líbia se respeita mais a mulher do que no Ocidente e que o islamismo deveria ser a religião da Europa.

 

Kadhafi, o líbio treinador e protector de terroristas, veio à Europa gozar com os europeus. O que espanta não é o que ele diz mas o facto de ele o dizer, publicamente, na própria Europa, como um gesto de desafio e provocação na casa do 'inimigo'. É sinal de que algo mudou drasticamente na imagem da Europa, no poder real da Europa, na atitude dos defensores do Islão face à Europa. Este acontecimento é quase simultâneo com o outro do site oficial do Irão chamar prostitua à mulher do primeiro ministro francês, outro gesto de desafio e provocação por parte dos defensores do Islão.

É óbvio que o equilíbrio das forças está a mudar a grande velocidade e a mudança não é favorável à Europa.

 


publicado às 16:17


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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