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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
O rei Abdullah II da Jordânia demitiu o Governo do primeiro-ministro Samir Rifal, num momento em que o país está imerso em protestos populares. A agência Associated Press cita um comunicado do Palácio Real, segundo o qual o novo primeiro-ministro é o general na reserva Maruf al-Bakhit.
A decisão do monarca surge depois de milhares de jordanos terem saído à rua para exigir a demissão de Rifal, criticado pelos aumentos de preços dos alimentos e dos combustíveis. O governante agora demitido também é acusado de ter abrandado as reformas políticas naquele país do Médio Oriente. As manifestações, sempre à sexta-feira, a seguir à reza, duram há três semanas.
A Irmandade Muçulmana, também na oposição jordana, quer limitar o poder do rei, nomeadamente eliminando a disposição constitucional que lhe dá carta branca para designar o chefe do Governo. O primeiro-ministro, dizem, deve ser o líder da força maioritária no Parlamento.
As gravuras do David Roberts sobre a viagem que fez ao Egipto e Terra Santa no século XIX, no rescaldo das invasões Napoleónicas que fizeram, sobretudo do Egipto, um lugar de moda para os europeus, são das coisas mais lindas que há no género. Ou, até, a mais linda. São duma beleza...e, sobretudo se já andámos pelos sítios, elas transportam-nos imediatamente aos lugares.
As gravuras dele apanham completamente o ambiente, a grandeza e a côr arenosa que envolvem aqueles lugares e lhes dão uma aura qualquer entre o misterioso, o romântico e o mágico.
Não me canso de olhar para elas.
Um dia tenho de voltar ao Egipto. A Petra nunca fui e gostava de ir.

David Roberts - Petra

David Roberts - Templo de Isis


David Roberts - Abu Simbel

David Roberts - Templo de Edfu
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