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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Este filme de João Canijo é precioso. As contradições do regime Salazarista estão aqui condensadas neste filme: a propaganda, o lado provinciano e o desejo de agradar a alemães sem ofender aliados. A germanização (ironia dos dias de hoje...) e o povo. Muito bom. Com os testemunhos dos refugiados nas vozes de Hanna Schygulla, Rudiger Vogler e Christian Patey (filha de Thomas Mann). Enviado pelo Duarte :)))))
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