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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Ele que, sendo judeu, viva há 23 anos em Berlim, tem uma palavra a dizer sobre a responsabilidade da Alemanha e o papel positivo que pode ter no conflito entre palestinianos e israelitas.
The collapse of the Soviet Union and the resulting prospect of a new world order marked the end of a precarious equilibrium and the beginning of an apparent unipolarity dominated by the west – first and foremost the US, followed by the countries of Europe. As western democratic and capitalistic systems had prevailed, this might have produced a clear and undisputed hegemony, which could have moulded the international politics of the new era. Instead, the west was unable to make good its claim to be a global leader. Through lack of unity, unhealthy ideological triumphalism and moral failure in international crises...
(...)
The successful reconstruction of Germany after the second world war was only possible with international help. This begets responsibility – and no country is more aware of this than the Federal Republic. She is now in a position to provide long-term and credible assistance to the many suffering and fleeing people of the world, and she should do so. Recent German history is a tale of the success of democracy and it is incumbent on this country to give other states and peoples a chance to rebuild their nations and lives.
I have lived as a Jew in Berlin for the past 23 years, something that would not have been possible if I did not believe that the Germans had thought long and hard about their past. No one else has managed to do this to the extent the Germans have, and I admire them for it. But this chapter of self-reflection should also have an impact on foreign policy.
Os dados revelam que há 4,2 vítimas palestinianas por hora… Mais de um quarto dos mortos são crianças; mais da metade são mulheres e crianças. As forças armadas de Israel admitem que 70% são civis; a ONU diz que 80% são; mas pelo que vi no Shifa, mais de 90% são civis. Isso significa que estamos a falar de um massacre da população civil”.
Nada sobrou do hospital de reabilitação Al-Wafa; o hospital infantil Mohammed al-Dura em Beit Hanun foi bombardeado pelo exército, e uma criança de dois anos e meio, internada na UTI, foi morta. Quatro pessoas morreram no Hospital Al-Aqsa. Gilbert tinha visitado o hospital infantil e testemunhou a cena com os seus próprio olhos. Nove ambulâncias foram atacadas; os médicos foram mortos e feridos. Na opinião de Gilbert, estes incidentes constituem crimes de guerra.
Quase 70 anos depois estamos nisto que se vê... para quem defende Israel neste conflito asqueroso -onde o maior número de baixas são civis, crianças- dizendo que são a única democracia da zona apetece lembrar que as bombas de Hiroshima e de Nagasaki foram lançadas por uma democracia e que os todos os exércitos, sejam de democracias ou de ditaduras, são instrumentos de morte, estruturas que treinam os seus homens para a violência extrema.
... é que explicam imediatamente muita coisa.

Description

Many Roman mosaics have been found in Israel, but the discovery at Lod has attracted considerable attention because the mosaics are of exceptional quality and in an excellent state of preservation.
OSLO — Israel empurrou deliberadamente "à beira do abismo" a economia da Faixa de Gaza - território palestino controlado pelo Hamas, que se recusa a reconhecer o Estado Hebreu, evidenciaram notas diplomáticas obtidas pelo WikiLeaks e publicadas nesta quarta-feira por um jornal norueguês.
Em uma nota da Embaixada dos Estados Unidos em Tel Aviv datando do dia 3 de novembro de 2008 e reproduzida no site do jornal Aftenposten, os diplomatas americanos mencionam a vontade israelense de asfixiar, sem sufocar por completo, o pequeno território, onde se aglomeram 1,5 milhão de palestinos.
A ironia: o mesmo povo que quase foi completamente dizimado por um outro que planeou matá-lo à fome, de exaustão e gaseado planeou, por sua vez, manter todo um povo à fome para o dominar.
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