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... a não ser que as pessoas sejam banqueiros, políticos e amigos... uma pessoa meter-se num comboio hoje dia é um risco de se ficar apeado no meio do nada com temperaturas mortais ou nem sequer se chegar a partir... mas como as pessoas são meros custos no livro de contas do Centeno e do Costa, que importa isso, não é verdade?

 

Comboio avariado deixa passageiros sem luz no meio da linha em Beja

Um comboio regional com destino a Vila Nova da Baronia, Beja, avariou, na sexta-feira à noite, na linha do Alentejo, obrigando os passageiros a suportar temperaturas na ordem dos 40 graus e levando a que algumas pessoas decidissem ir a pé até à estação mais próxima.

 

Um jovem que seguia no comboio em causa falou sobre a "situação incompreensível" ao JN. Depois de um primeiro comboio ter saído da Gare do Oriente, em Lisboa, com mais de 20 minutos de atraso (partiu às 17.30 horas, quando a hora prevista era 17.02), fez transbordo na Estação Ferroviária de Casa Branca, como habitual, "para os passageiros que vão até Beja".

 

"Chegados a Casa Branca, ficámos uma hora e 20 minutos à espera que chegasse o comboio regional para Beja... com 43 graus e sem nada à volta da estação para abrigar. Havia um café, que só tinha duas garrafas de água para vender", lamentou. Quando chegou o comboio em questão, que, segundo o jovem, não tinha ar condicionado, os passageiros depararam-se com temperaturas "insuportáveis". Vinte minutos depois de iniciar marcha, o veículo parou entre Alvito e Vila Nova da Baronia, Beja.

 

"Ao início não nos deixaram sair das carruagens para apanhar ar. Deixou de haver luz e ventilação. Ficámos assim uns 15, 20 minutos, até que se tornou insustentável e desesperante estar lá dentro. Idosos começaram a sentir-se mal e até mais jovens, com falta de água e comida", contou, acrescentando que foi nessa altura que decidiu gravar o sucedido e divulgar a situação no Facebook, "como forma de chamar a atenção" para o que se estava a passar.

 

"Não há estradas, quaisquer vias. Ficámos fechados no comboio sem possibilidade de abrir as portas, estão 40 graus, há crianças e idosos", escreveu naquela rede social, na legenda do vídeo abaixo publicado, que mostra os passageiros às escuras dentro do comboio.

 

"Ao fim de mais de uma hora parados", decidiu, juntamente com mais pessoas, sair do comboio (que entretanto abriu portas) e seguir a pé pela linha férrea, por quatro quilómetros, "sem luz nem garantias de segurança", escreveu no Facebook. "Apenas vieram os mais jovens, as crianças e os idosos ficaram no comboio à espera de uma solução", explicou Martim, que só chegou a casa, em Beja, às 23 horas.

 

 

publicado às 06:02


"Entusiasmei-me com o negócio"

por beatriz j a, em 23.03.17

 

 

Vara foi questionado sobre alguns créditos como o concedido ao La Seda ou ao empreendimento de Vale de Lobo. Sobre Vale de Lobo, Vara disse que o projecto “não é um buraco” e acredita que o banco público não vai perder dinheiro com esse negócio. No total, disse aos deputados, a Caixa entrou com 197 milhões neste negócio, entrando os sócios com 10 milhões de euros. "Entusiasmei-me com o negócio", disse Vara que acrescentou que o empreendimento fazia sentido porque encaixava no projecto "Líder" da CGD e dos objectivos do banco público no sector do turismo no Algarve.

 

Isto diz muito de como são feitos os negócios no país, da falta de qualidade dos administradores e dos abusos da banca. Aqui o Vara, 'entusiasmou-se' com o negócio e, 'entusiasmado', enfiou lá 197 milhões do dinheiro que não é dele, é nosso. O negócio era bom? Não sabe... O negócio era prudente? Não sabe... só sabe que achou-o giro e acredita, ainda agora com o banco a vir pedir 5 mil milhões aos contribuintes para tapar os entusiasmos de todos os Varas que por lá passaram, que tudo acabará em bem.

Com amigos destes à frente dos bancos, quem precisa de inimigos?

 

 

publicado às 05:23

 

 

 

Destino de 50 mil milhões de euros em fundos investigado

Segundo o diário, na sua edição de fim-de-semana, o dinheiro foi recebido por Portugal no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio e a sua aplicação não é clara.

A Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas acusa: "o dinheiro foi desbaratado", noticia o jornal i.

 

Ou seja, entre 2000 e 2006 recebemos 50 biliões da UE para fins específicos: eliminar a pobreza das Beiras, apoiar a criação de emprego e mais qualquer coisa. Nenhum dos objectivos foi alcançado. As coisas até ficaram piores. Mas o dinheiro foi todo gasto...como e onde é que não se sabe porque os responsáveis pela sua aplicação não estão obrigados -como o resto de nós- a prestar contas dos gastos de dinheiros públicos, de modo que o dinheiro...esfumou-se. O pior é que, ao que parece, os mesmos indivíduos são agora responsáveis pala aplicação e gestão do QCA IV/QREN.

 

 

publicado às 14:24

 

 

 

Para classificar a classe de pessoas que nos governam era preciso inventar um novo dicionário...

Leio que os cortes na educação são na ordem dos 11% e que são sobretudo na área do pessoal: professores e funcionários, portanto. Como vai ser possível alargar a escolaridade ao 12' ano? Esses milhares de alunos que saíam da escola e agora vão permanecer por mais anos na escola, para onde irão? Que professores lhes vão dar aulas, se as turmas já estão a abarrotar, se já há neste momento falta de professores? E em que salas vão estudar? As escolas estão pelas costuras...

As ministras que temos gramado para mal do futuro do país é que deviam ser obrigadas a ir para as escolas que criaram dar aulas a 500 alunos, para verem a m..... que fizeram.

 

publicado às 19:13


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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