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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
We're always wasting our energy—energy that can be used to, well, power a light bulb. It's this line of thinking that led a 16 year old to invent the first flashlight powered entirely by body heat.
Parece que tem uns sensores, como as aranhas, que detectam a presença de objectos através dos sons reflectidos pelo seu movimento, o que origina uma pressão no fato.
Not impressed... já se avisasse, cirurgicamente, da aproximação de certos objectos... tipo gramídias... ... e outros do mesmo calibre... ahh! Isso sim, era de valor!
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