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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Um dos meus irmãos fez um passeio pelos E.U.A. este verão e passou pelo Grand Canyon, no Arizona, a caminho de las Vegas.
Disse-me que não há palavras para descrever o sítio, que é duma grandiosidade para além de tudo o que se tenha já visto, que deixa uma impressão indelével, que é uma enciclopédia geológica aberta da história evolutiva do planeta.
E certo que já sabia isto tudo, mas ouvi-lo contar a experiência abriu-me um tal apetite pelo lugar...é que acredito que a impressão estética e até religiosa, no sentido lato do termo, indelével, que alguns sítios/espetáculos, deixam em nós não só nos transformam interiormente, lenta mas sempre positivamente, como também alimentam a nossa capacidade de resistir ao stress e às tensões e pressões deste mundo louco e frenético em que vivemos.
Estou já a magicar (gosto desta palavra, pois que para ir ao Grand Canyon com o meu salário é precisa certa dose de magia...) uma ida ao Grand Canyon no proximo Verão.
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