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I can’t think properly’: Assange fights back tears and struggles to say own name as he appears in court over US extradition

The WikiLeaks founder also mumbled, paused and stuttered as he confirmed his name and date of birth at the beginning of the start of a case management hearing in London on Monday.

Mr Assange’s barrister, Mark Summers, described the extradition bid as “a political attempt” by Donald Trump’s administration to “signal to journalists the consequences of publishing information”.

 

 

publicado às 05:13

 

THE PORTUGUESE FOIL NAPOLEON

The Portuguese support for the British foiled Napoleon's plans for domination:

"The British continued to frustrate Napoleon's ambitions, however. Most notably, at the Battle of Trafalgar -- off the coast of south-west Spain -- in 1805, they destroyed or cap cured two thirds of the combined French and Spanish fleet, without losing a single vessel, although Admiral Nelson, who again led the British fleet, was mortally wounded. Despite chis defeat at sea, the French continued to have great success on land, defeating Austrian, Russian and Prussian armies in quick succession.

"Increasingly concerned by the possibility of Europe becoming unified under a hostile power, the British organised a new anti-French coalition -- an act which naturally infuriated Napoleon. Unable to invade Britain while the British navy commanded the English Channel, Napoleon sought to implement a blockade of British goods, forbidding their import into any pare of Europe either under his control or in alliance with him, and declaring open season on all British ships. He hoped that this action would force Britain to sue for peace.

 

"Most countries fell into line, bur the Portuguese -- long standing allies of Britain -- proved intransigent. This provided Napoleon with a reason to invade the Iberian Peninsula in 1808, and place his brother, Joseph, on the Spanish throne. The king of Portugal fled to his colony in Brazil, which he established as the temporary capital of the Portuguese Empire. To Napoleon's dismay, the Spanish did not accept a French king and, aided by the British, the entire Iberian Peninsula became a persistent problem for him, successfully distracting his attention when it needed to he focused elsewhere.

"Despite these setbacks, however, by 1812 Napoleon controlled a quarter of Europe's population, and members of his family occupied thrones in Spain, Naples and Holland, creating a new dynastic family in Europe. He even took as his wife Marie Louise, the Habsburg daughter of the Austrian emperor, Francis I, and niece of Marie Antoinette, the murdered queen of France.

"Yet it was not only the Portuguese who refused to cooperate; the Russians also continued to trade with Britain. Suspecting Russia's imperial intentions, Napoleon invaded the country in the summer of 1812 with approximately half a million men, hue the Russians adopted a scorched-earth policy, depriving Napoleon of the ability to feed his army. The effects of disease and desertion were exacerbated by an inconclusive battle at Borodino, just outside Moscow, in which some 50,000 of his soldiers were killed. When Napoleon succeeded in reaching Moscow, only 100,000 of his men remained.

"Worse still, when it finally became dear to Napoleon that the Russians had no intention of surrendering, his army was forced into a retreat during the Russian winter. Where desertion and hunger had failed, 'General Winter' and 'General Typhus' succeeded. Of the half a million men who had set out, only some 20,000-40,000 returned. Huge numbers of horses were also lost -- some estimate as many as 200,000 -- contributing directly to Napoleon's defeats over the coming years, in a world in which a strong cavalry could make or break a battle.

"Like that of the Habsburgs before it, Napoleon's growing empire was a threat to other European powers. Encouraged by his defeat in Russia, these powers formed yet another alliance against him, advancing together on Paris, where, in 1814, Napoleon was forced to surrender. He was sent to exile on the Mediterranean island of Elba."

 

Short History of The World  by Christopher Lascelles

via delanceyplace.com

 

publicado às 05:00

 

Brexit: May vows to resign before next phase of negotiations if deal is passed

 

O referendo de David Cameron partiu os ingleses ao meio num assunto em que não há meios termos nem, por isso mesmo, possibilidade de compromisso -ou saíam da UE ou ficavam na UE- e, pior ainda, o resultado da votação afectava, como afecta, a auto-imagem identitária da Inglaterra.

 

À pergunta,  'quem somos nós(?), somos um povo que se afirma pela liderança, autonomamente ou, somos um povo que partilha liderança e autonomia?', os que votaram para sair, a metade mais velha, identificam-se com a Inglaterra ilha, de liderança autónoma e os que votaram para ficar, a metade mais jovem, identificam-se com uma Inglaterra cooperante, integrativa. Os primeiros vêem o canal como uma defesa, os segundos como uma passagem. E as duas visões são incomensuráveis. É preciso escolher uma delas e conseguir que os derrotados se convertam à visão escolhida.

 

Esta cisão provocou uma crise de identidade que é visível na falta de entendimento entre as duas partes. Se não estivéssemos num século de argumentação e diálogo, a Inglaterra estava numa guerra civil ou numa situação de presos políticos e repressão política como a Espanha com a Catalunha.

Crises de identidade pessoais são aqueles momentos terríveis que levam as pessoas mal resolvidas e precipitadas, na meia-idade, a abandonar a família à balda, a virarem-se para uma fase de prazeres desenfreados, às vezes a atirarem-se duma janela... as crises de identidade nos países têm muitos pontos semelhantes, sendo que afectam povos inteiros com consequências muito mais devastadoras, como guerras civis, revoluções, etc.

 

Não será fácil à Inglaterra sair desta situação porque é necessário que haja alguma convergência entre as duas partes acerca de como a Inglaterra se vê a si mesma projectada no futuro. No entretanto, os que têm interesses de poder interno aproveitam a situação para ganhar terreno.

 

O que preocupa mais é a UE, mesmo vendo o que se passa na Inglaterra, falar como se isto fosse um problema apenas dos ingleses, como se não estivéssemos nós todos, países da UE, sentados num barril de pólvora nesta questão, como se os outros povos não ingleses fossem imunes a crises identitárias resultantes das políticas intestinas hegemónicas, egoístas e imprudentes da UE.

 

publicado às 08:44


Não se percebe a obstinação de Teresa May

por beatriz j a, em 17.01.19

 

Parece que o mais sensato, tendo em conta que metade dos ingleses votaram para ficar na UE, seria May tentar um acordo em que, ficando de fora, para cumprir o resultado do referendo, ficasse dentro. A Alemanha já veio dizer que está disposta a negociar uma maior proximidade com a Inglaterra, a França também. Era só fazerem algumas cedências na questão dos migrantes/estrangeiros que nem sequer é nada de extraordinário. A Inglaterra, à semelhança dos outros países da UE, com excepção dos balcãs, tem uma população muito envelhecida e precisa de migrantes. A Alemanha e a Holanda têm feito uma sangria aqui nos países do Sul aproveitando-se da crise. Esta semana tive que ver anúncios na TV e dei-me conta que a maioria são de medicamentos. E se alguns são os medicamentos da época -gripes, constipações- a maioria são para problemas de idade: vitaminas, cálcio, dores nas costas, dores nas articulações, aparelhos auditivos, etc. Revelador.

 

De modo que a Inglaterra, mesmo agora, poderia sair já em Março mas pedir um estatuto interino de observador na UE enquanto estabelecia um acordo que lhe desse acesso ao Mercado Comum, a troco de alguma abertura na questão dos estrangeiros no país, coisa que é do interesse deles, não apenas do ponto de vista económico mas do ponto de vista de atenuar a profunda cisão social que o Brexit criou. Arriscam-se a ficar isolados numa posição de dependência incapacitante, com problemas na Irlanda e na Escócia... Não se percebe isto de marrar uma e outra vez contra o muro.

 

publicado às 06:34

 

 

 

... e não faziam um átomo para contrariar a hostilidade que o governo tem às políticas de natalidade e o hábito de destruir serviços públicos de suporte e dificultar a vida aos jovens há países que não andam distraídos com este assunto e todos os anos recrutam em Portugal e outros países do Sul, convenientemente em permanente austeridade, centenas de jovens em idade fértil.

Este artigo do embaixador da Alemanha em Portugal que 'apareceu' por convite(?) no DN só engana quem anda muito distraído...

 

Aprender juntos, crescer juntos - a Alemanha investe em escolas parceiras

O aumento das verbas para a política cultural e educativa externa, o aumento de programas de intercâmbio internacionais, o alargamento da rede de escolas alemãs no estrangeiro e mais apoio às organizações intermediárias: felizmente, todas estas questões estão previstas no acordo de coligação do atual Governo Federal. Todos estes projetos e iniciativas aproximam os jovens, e além de abrirem as portas da Alemanha a pessoas inteligentes, incentivam também o intercâmbio internacional da cultura, da sociedade civil e da economia - com benefícios mútuos. Também em relação a Portugal é desta forma que reforçamos, de forma duradoura, o fundamento sólido das relações entre ambos os nossos países.

 

publicado às 08:14

 

 

Canadá sem amigos e os direitos humanos sem defensores

 

Canada’s lonely stance was swiftly noticed north of the border. “We do not have a single friend in the whole entire world,” Rachel Curran, a policy director under former Canadian prime minister Stephen Harper, lamented on Twitter.

The UK was similarly muted in its response, noted Bob Rae, a former leader of the federal Liberal party. “The Brits and the Trumpians run for cover and say ‘we’re friends with both the Saudis and the Canadians,’” Rae wrote on Twitter. “Thanks for the support for human rights, guys, and we’ll remember this one for sure.”

 

Analysts and regional officials said the spat had little to do with Canada, instead characterising Riyadh’s actions as a broader signal to western governments that any criticism of its domestic policies is unacceptable.

 

 

While some in Canada had been disappointed to see the UK and Europe opt to publicly stay out of the diplomatic spat, Juneau described it as unsurprising. “When Saudi Arabia had comparable fights with Sweden and Germany in recent years, did Canada go out of its way to side with Sweden and Germany? No, not at all,” he said. “We stayed quiet because we had nothing to gain from getting involved. So on the European side, the calculation is the same.”

 

publicado às 04:15


Putin: dar o passo maior que a perna

por beatriz j a, em 24.03.18

 

Rússia acusa Reino Unido de tentar “uma confrontação” internacional

 

Putin lembra-me os alunos que ao discutir temas com os colegas, por vezes, quando estão muito bem preparados, surpreendem e intimidam a equipa adversária que se acanha. Nessas ocasiões, acontece que se entusiasmam tanto consigo mesmos por verem que não têm oposição à altura que começam a inventar falsidades e estragam tudo o que tinham planeado e feito bem.

Putin, desde a anexação da Crimeia, planeada com esmero, grande sucesso e sem oposição internacional à altura, tem vindo num crescendo de entusiasmo consigo próprio: há dois anos os seus militares sobrevoaram países da NATO sem aviso, mandaram um avião comercial abaixo, ele vai para as cimeiras como se fosse o rei do mundo, manipula os países com o fornecimento de energia, manipula eleições, dentro da Rússia manda prender a oposição, tira-lhes os bens, interfere na vida privada das pessoas... ele até pensa que manda no reino animal. Está tão entusiasmado consigo mesmo e o seu sucesso que começou a dar passos maiores que a perna e exportou os métodos internos para fora do país como se já tivesse anulado a capacidade de reacção dos outros países.

Saiu-lhe o tiro pela culatra porque a Inglaterra não é um país subserviente e de diminuta influência como Portugal e está numa situação de precisar de afirmação. E afirmou-se, arregimentou aliados para a sua causa e com isso marcou pontos. Ainda bem, porque Putin está destravado e o Presidente do país com mais poderio militar no mundo é irresponsável e parece um puppet nas suas mãos.

 

 

este vídeo manipulado, como se vê no fim, anda por aí a correr as redes sociais. Putin esperava mesmo que o pombo o saudasse... ... estas coisas dizem muito de uma pessoa...

 

publicado às 06:00

 

Study shows 26.1% of local authority secondaries in the red, up from 8.8% three years earlier

 

As escolas dependentes do poder local estão na miséria.

 

publicado às 06:08


Isto é desinteligente e desnecessário

por beatriz j a, em 29.01.18

 

Angela Merkel humiliates Theresa May over Brexit talks

Angela Merkel left journalists in fits of laughter after she joked about Theresa May and the state of the Brexit talks.

 

publicado às 18:51


A praia em Inglaterra 😂

por beatriz j a, em 11.09.17

 

 

... não admira que venham viver para os Algarves...  areia grossa... yuk... a água deve estar a 10º negativos... 

via guardian 

 

publicado às 19:28

 

Reino Unido: Número de cidadãos europeus deportados disparou após referendo do Brexit

Quase 5.000 cidadãos foram obrigados a deixar o país, apesar das promessas da primeira-ministra Theresa May em garantir os direitos dos cidadãos europeus aquando da saída da União Europeia.

“A liberdade de circulação no Reino Unido é cada vez mais um privilégio reservado aos ricos”, sublinha Benjamin Morgan, representante do grupo de apoio aos migrantes, North East London Migrant Action (NELMA).

 

publicado às 19:23

 

 

 

 

publicado às 08:15


Inglaterra, 1900

por beatriz j a, em 22.02.17

 

 

Tão belo e triste ao mesmo tempo. Toda esta energia de toda esta gente desaparecida...

 

 

 

publicado às 12:11


Triste...

por beatriz j a, em 17.01.17

 

 

"Brexit" significa controlo do número de europeus no Reino Unido


Que o Reino Unido quisesse sair por entender que estaria a ser prejudicado na UE (o que não é verdade) ou por entender que a UE não tem já reforma possível e pensar que o melhor é sair o mais rápido possivel... agora querer sair só para impedir europeus e árabes de irem para o Reino Unido?? É um indicador de impotência e de ineficiência em resolver o problema que de qualquer modo não vai desaparecer por sairem da UE.

Acho triste, esta acção de fuga que não está de acordo com a ideia que tínhamos da Inglaterra.

 

 

publicado às 15:09

 

 

Farange gosta do chefe da revolução (como ele lhe chama) nos EUA e quer um supertrump igual para Inglaterra.

 

 

publicado às 17:10


Parece que os ingleses deixaram a Inglaterra

por beatriz j a, em 10.10.16

 

 

Plan to force firms to reveal foreign staff numbers abandoned

Last week, Rudd unveiled plans to force companies to reveal how many foreign staff they employ, to a chorus of disapproval. She said foreign workers should not be able to “take the jobs that British people should do” and announced proposals to make companies publish the proportion of “international staff on their books”.

 

... e foram substituídos por estranhos que falam inglês, parecem ingleses mas não são os ingleses. 

 

 

publicado às 06:59


De Inglaterra - coisas boas

por beatriz j a, em 30.06.16

 

 

 

 

 

publicado às 13:35

 

 

Alemanha teme que saída do Reino Unido desintegre a União Europeia

 

Erro da Alemanha que quis forçar uma Europa governada por um politburo alemão. Erro do Reino Unido: seja qual for o resultado do referendo perdem sempre. Se votarem para ficar, ficam numa posição de fraqueza porque ameaçaram e deram o flanco com medo; se votarem para sair ficam numa posição de fraqueza porque já não podem influenciar as políticas em seu benefício. A Inglaterra tinha uma posição privilegiada dentro da UE porque estavam lá, sem estar, verdadeiramente. Com este referendo são obrigados a escolher e a escolha impede-os de manter a situação de indefinição em que estavam: vincula-os. É uma situação não-não para a Inglaterra.

A Alemanha vai aproveitar-se deste referendo para consolidar a sua proeminência porque não sabe pensar-se numa Europa partilhada e a ambição de poder é muito grande. Será mais uma oportunidade perdida.

 

 

publicado às 20:17


Professores expulsos porque ganham de menos

por beatriz j a, em 29.03.16

 

 

 

Teachers sent packing in midst of recruitment crisis – because they earn too little

 

Kelly Wilcox teaches English in a secondary school in south London. Her students are thriving. She has a boyfriend and a cat and a job she loves. She grew up in Connecticut in the US, but now her life is here. At least that’s what she thought.

Under immigration rules that come into force next month, skilled workers – including teachers – from non-EU countries will need to earn at least £35,000 to remain in the UK permanently.

With a salary of just over £29,000, Wilcox faces having to leave the country - and her beloved pupils - at a time when headteachers are facing a desperate shortage of teachers.

 

Ser professor numa escola nunca foi uma profissão de ganhar muito dinheiro mas também não era uma profissão para empobrecer. Agora é. Com as novas leis de imigração para trabalhadores que venham de fora da UE, a Inglaterra só deixa ficar os que ganhem, pelo menos, 35.000 libras, o que está acima das 29.000 libras de salário dos professores. E isto no meio de uma crise de falta de professores porque... ninguém mais já quer uma profissão cada vez mais sem autonomia, sem prestígio e sem salário e condições decentes.

 

 

publicado às 10:17

 

 

I’d rather have a Margaret Thatcher state school than a Michael Gove one

 

 

How grim that creativity and critical thinking should be under such attack, by people who fail to grasp a point so basic as to seem banal: that education emphasising cold formalities over substance is not really education at all. How awful, too, to be looking ahead to the progress of your own children, and suddenly feeling an unfamiliar sense of dread.

 

A aldeia tornou-se global e praticamente todos se imitam uns aos outros e daí a decadência do ensino ser também global. Confunde-se formalismos com educação e quer-se reduzir esta à primeira.

 

 

publicado às 13:01


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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