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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau

Poiares Maduro: "Portugueses vão reconhecer mérito do trabalho feito" pelo Governo
Não percebem, de tal modo tão fechados nos seus círculos de ignorância e auto-ilusão.
Não percebem que um trabalho de mérito seria a vida das pessoas estar melhor e não pior; um trabalho de mérito seria termos diminuido, em vez de aumentado, a dívida, como um mar de desespero que não temos modo de vencer; um trabalho de mérito seria os jovens estarem a trabalhar em Portugal em vez de terem sido expulsos e estarem a enriquecer os outros países com quem competimos pela riqueza; um trabalho de mérito seria terem diminuido o desemprego; um trabalho de mérito seria não estarmos a pagar os maus hábitos da banca; um trabalho de mérito seria os serviços públicos terem melhorado, não se morrer nos hospitais à espera de ser visto, por não haver médicos; um trabalho de mérito seria as crianças não passarem fome; um trabalho de mérito seria as famílias não perderem as casas para a penhora por mil euros de dívida; um trabalho de mérito seria não terem desertificado o interior do País; um trabalho de mérito seria terem tornado as escolas em exemplos de boas práticas democráticas, pois é ali que os jovens começam a ver como funciona a sociedade; um trabalho de mérito seria não sermos roubados pelo fisco; um trabalho de mérito seria dar apoio às empresas, médias e pequenas, em vez de dá-lo aos escritórios de advogados milionários.
As únicas pessoas/entidades que vão apreciar o trabalho deste governo são, a Alemanha e amigos do Norte; o FMI, a Comissão Europeia; a banca; as multinacionais a operar no país (marcas alemãs e outras).
tropecei nisto
Onde há amor não há desilusão.
Des-ilusão é a ausência de ilusão
Ilusão é a imersão na luz: i-luz-ão = dentro de uma enorme luz.
Dentro de uma imensa luz não há sombras. Tudo é imensamente claro e todo o visível é integrado na luz. Não é um excesso de luz que cega, é um todo de luz que mostra. Mesmo as sombras se 'es-clarecem' e tornam luz. É isso a ilusão: estar na luz. Por isso, onde há amor (de amante ou de amigo, tanto faz), não há desilusão. Tudo é visto como um todo que faz parte da luz: o escuro e o claro, o baço e o brilhante. É ver o todo no pormenor e o pormenor no todo. É ver o defeito na virtude e a virtude no defeito. É isto o amor: um estado de ver na luz e estar na luz, um estado de ver a verdade e estar na verdade. A desilusão é a negação da luz.
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