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A chatice dos factos

por beatriz j a, em 17.10.17

 

Orçamento do Estado 2018

Gastos dos gabinetes de Costa acima de Sócrates

 

publicado às 07:25


É fácil gastar o dinheiro dos outros

por beatriz j a, em 02.07.16

 

 

Estado gastou 4.380 milhões em subvenções públicas em 2015 "sem quadro legal regulador"

 

 

publicado às 05:41


Gastos públicos, por aluno, em cada país

por beatriz j a, em 02.12.15

 

 

"The lack of a quality education is the most powerful form of social exclusion", said OECD Secretary-General Angel Gurría launching Education at a Glance 2015

 

Um gráfico vale o que vale, quer dizer, há aqui dados como o PIB per capita que interessava correlacionar com estes números. No entanto, sabendo nós, mais ou menos, o lugar relativo do nosso país e de outros em termos de riqueza, isto diz qualquer coisa a importância que os países dão à educação. Em geral, segundo o relatório, os gastos públicos com a educação têm vindo a baixar desde 2010.

Em Portugal tudo piorou (ver relatório http://bit.ly/1TbO60m  #OECDEAG)... as consequências das políticas ceifeiras do Crato... as turmas a abarrotar de alunos, a diminuição de apoios, de equipas escolares, etc., que foi tanta coisa que nem dá para dizer tudo.

 

 

 

publicado às 13:25


O que dizem e o que fazem

por beatriz j a, em 31.10.15

 

 

Estado gastou mais de 360 milhões de euros na frota automóvel

 

Os contratos do Estado para a aquisição de carros novos não respeitam as boas regras da gestão. Chega a haver casos em que os equipamentos adicionais custam mais que o preço base do veículo. O alerta é feito num relatório do Tribunal de Contas a que a SIC teve acesso.

 

O que dizem quando vão para os governos é que vão cortar as gorduras, os privilégios, os excessos... o que fazem é o oposto. Todos. Sem excepção. Alguns têm mesmo o descaramento demagógico de chegar ao governo de motoreta...

Porque é que cada um não anda no seu próprio carro? Porque retiram o prestígio pessoal, não do bom trabalho que [não] fazem mas da cilindrada dos carros que nos obrigam a pagar-lhes e das mordomias a que têm acesso. E é com esta mesma mentalidade que tratam todos os assuntos da governação. Daí que todos queiram ir para o poder e que quando lá cheguem façam o oposto do que defendiam quando eram oposição.

 

 

publicado às 10:19


Não percebo estas [não]notícias

por beatriz j a, em 29.04.15

 

 

 

Qual é o problema disto? Complexos colonialistas? Não entendo... se o investimento vier da China ou da Alemanha é mais digno...? Menos indigno...?

Portugal "está a tornar-se uma colónia financeira de Angola"

Artigo publicado no Politico  refere que a classe média angolana "fez de Lisboa o seu recreio durante a última década, desfrutando de gastos excessivos nas boutiques de gama alta da Avenida da Liberdade".



publicado às 15:19


Não sou eu que o digo

por beatriz j a, em 05.09.14

 

 

 

publicado às 14:28


Afinal, quem gasta o quê?

por beatriz j a, em 09.03.14

 

 

 

(do blog 'correntes')

 

PPP rodoviárias acumularam défice de 432 milhões até Setembro

 

(sendo que do final de 2012 para cá houve cortes brutais nos salários e cataratas de despedimentos, a despesa com os salários estará agora ainda mais reduzida... quando os políticos vêm dizer que reconhecem os sacrifícios feitos por todos os portugueses, como ouvi ontem na TV estão a mentir descaradamente porque há um grupo de portugueses que não fez sacrifício algum, bem pelo contrário, viu os seus lucros e rendimentos aumentarem bastante... portanto, há uma grande maioria que está a fazer grandes sacrifícios e há uma pequena minoria -no 'conforto da Horta Seca'- que está a lucrar com isso.)

 

 

 

publicado às 19:01


Isto vale a pena ler!

por beatriz j a, em 27.12.12

 

 

 

 

'O problema do Governo é não conhecer a função pública'

 


publicado às 16:27


Completamente de acordo!

por beatriz j a, em 21.10.12

 

 

 

 

 

(do blog do Umbigo)

 

 

Seria de supor que o MEC tivesse optado por manter tamanha estrutura para evitar gastos suplementares como os daqueles estudos encomendados, em tempos de Maria de Lurdes Rodrigues, a João Pedroso, pois com tantas direcções e divisões é quase impossível pensar num qualquer aspecto da Educação que não encontre espaço em tal organigrama.

Mas eis que… descobrimos que, para além da nomeação de especialistas e adjuntos, o MEC está a gastar neste ano de 2012 mais de 16 milhões de euros em estudos e pareceres e que, para o ano, se prevê um gasto próximo dos 13 milhões. Ou seja, mais de 1,3 milhões de euros por mês este ano e mais de 1 milhão no próximo ano.

 

 

Num contexto de redução brutal dos rendimentos dos professores e dos orçamentos das escolas, de lançamento para o desemprego de milhares de docentes com anos de serviço e de racionamento dos apoios sociais ás famílias, para não falar no vergonhoso regatear do pagamento de indemnizações pela caducidade dos contratos, isto é politicamente obsceno.


Até porque os grupos de trabalho de que se conhece a nomeação se afirmam funcionar de modo quase gracioso, ou assim querem fazer crer os seus membros.

 

Será que certos estudos não poderiam ser assegurados pelos meios humanos existentes em tão gorda estrutura orgânica do MEC e da DGE?

 

Ninguém sabe fazer esses estudos ou receia-se que as conclusões não sejam as inicialmente previstas?

Ou será que estes encargos milionários são com outros estudos e pareceres?

 

Quando poderemos saber em que foram gastos todos estes milhões, quem os recebeu e para quê? A tal coisa da accountability e de os contribuintes não entenderem que se gaste o dinheiro dos seus impostos sem critério é só para os outros?


Será que, para além disso, não encontraremos situações de duplo pagamento por trabalhos já feitos ou a fazer para outras instituições?

 

Acredito que não, mas gostava de ter a certeza.

 

Porque se Nuno Crato não conseguiu, ou não quis, implodir o MEC, poderia ao menos saber racionalizar e rendibilizar o seu uso.


Porque se estamos num tempo em que os cidadãos são obrigados a justificar todo o rendimento auferido e todos os parcos tostões das deduções à colecta,  o MEC não pode gastar à tripa forra sem qualquer transparência…

 

O Inverno, quando aparece, é apenas para a maioria das formigas, porque as cigarras têm os seus proventos assegurados?"



publicado às 23:00


Como os outros podem servir-nos de espelho

por beatriz j a, em 05.09.12

 

 

 

 

Como as acções dos governantes comprometem os países, por vezes para séculos, de dependência e pobreza.

 

 

All the Shah's Men: An American Coup and the Roots of Middle East Terror
...
Como Nasir al-Din Shah, rei do Irão entre 17 de Setembro de 1848 e 1 deMaio de 1896 vendeu concessões dos mercados e indústrias do Irão a coorporações e governos estrangeiros para suportar o seu extravagante estilo de vida, o que culminou na revolta do tabaco.
.
"Os oficiais britânicos, preocupados com as revoltas dos nativos na Índia, queriam uma linha de telégrafo nos postos de comando. Em 1857 compraram uma concessão para construir uma linha através do Irão. Franceses, alemães e austríacos compraram uma variedade de outras concessões. Um inglês de origem germância, o Barão Julius de Reuter, da famosa agência de notícias, ganhou a mais valiosa de todas. Em 1872, por uma soma calada e uma promessa de futuras 'royalties' comprou os direitos exclusivos de gestão das indústrias do país, da irrigação dos campos, da exploração dos recursos minerais, do desenvolvimento das linhas de caminho de ferro e das estradas, da banca nacional e, até, da impressão de dinheiro. Lord Curzon descreveu isto como 'a maior e mais completa, rendição da totalidade dos recursos industriais de um país nas mãos de um país estrangeiro, muito para além de qualquer sonho imaginado e, muito menos realizado, na História...'
.

Os patriotas iranianos ficaram, naturalmente, indignados. Tal como os mercadores e homens de negócios que viram as suas oportunidades serem-lhes roubadas, de repente. Os clérigos temeram pelo seu estatuto num país tão dominado por interesses estrangeiros. A Rússia, o vizinho mais poderoso do Irão, alarmou-se ao ver um britânico com tanto poder ali mesmo ao pé da sua fronteira. Até o governo britâncio, não tido nem achado neste negócio de Reuter, duvidou da sua sabedoria. Finalmente, Nasir al-Din Shah percebeu que tinha ultrapassado os limites do possivel e revogou a concessão menos de um ano depois de a conceder...

.

Nos anos que se seguiram vendeu três concessões a consórcios britâncios. Um comprou os direitos de prospecção de minério que tinham pertencido brevemente a Reuter, outro o direito exclusivo de estabelecer bancos e o terceiro o direito exclusivo de fazer comércio ao longo do rio Karun, o único navegável no Irão. A Rússia protestou mas calou-se quando o Xá lhes vendeu os direitos exclusivos da pesca de esturjão e comércio de caviar. Através destas e outras concessões todos os recursos do país foram passados para as mãos de estrangeiros. O dinheiro que chegava aos cofres do Irão serviam para sustentar a luxuosa corte do Xá. Quando gastou todo o dinheiro pediu um empréstimo a bancos britânicos e russos...

.

Isolado na sua corte vivia à margem do crescente descontentamento. Em 1891 vendeu a indústria tabaqueira aos ingleses. Segundo os termos da concessão, todo o agricultor que cultivasse tabaco tinha que o vender à British Imperial Tobacco Company e, cada fumador tinha que comprar o seu tabaco numa loja da rede de lojas do Comércio Imperial Britânico.

Já naquela altura, como hoje, o Irão era um país de agricultores e fumadores. Por todo o país, milhares de agricultores pobres cultivavam tabaco em pequenas parcelas; toda uma classe de intermediários cortavam, secavam, embalavam e distribuíam o tabaco. E milhares fumavam-no. Que este produto nativo fosse tirado ao povo que o produzia  e fosse transformado num instrumento para exclusivo lucro de estrangeiros foi tido como um grande insulto. Uma coligação de intelectuais, agricultores, mercadores e clérigos como nunca se tinha visto no Irão, resolveu resisitir. O líder religioso do país, Sheik Shirazi, apoiou o protesto e, num acto de rebelião, apoiou uma 'fatwa', uma ordem religiosa, declarando que, enquanto os estrangeiros dominassem a indústria do tabaco, fumar constituiria um desafio ao 12º Iman, "que Deus apresse a sua vinda". As notícias desta ordem rapidamente se espalharam pelo país, através do telégrafo britânico construído umas décadas antes. Praticamente todos obedeceram. Nasir al-Din Shah ficou surpreendido e, depois, assustado, com a unanimidade do protesto. Até as suas mulheres deixaram de fumar. Não teve outra hipótese senão revogar a concessão. Para piorar esta indignidade teve que pedir emprestado meio milhão de libras dum banco inglês para compensar o Império Britânico pelas suas perdas...

.

Cada vez mais distante do povo e da própria realidade, Nasir al-Din Shah acabou por ser assassinado. Sucedeu-lhe seu filho que embarcou numa vigem pela Europa com dinheiro que pediu emprestado a um banco russo... (em delancey.com) 

 

É difícil não fazer comparações com a nossa situação de há dois séculos para cá, com alguns intervalos de excepção. Também nós, nestes últimos vinte anos, aceitámos destruir a indústria e a agricultura e estamos obrigados a comprar alimentos e outros produtos a países estrangeiros. A Grécia já nem os portos nacionais tem e já lhes foi sugerido, como a nós, que vendessem território nacional. E continuamos nesta senda dos governantes hipotecarem os países e depois cortarem em serviços fundamentais e empobrecerem as pessoas para pagarem os seus erros políticos e as suas vidas de deslumbramento.



publicado às 12:48


o que as coisas são

por beatriz j a, em 05.07.11

 

 

 

Leio no blogue do Ramiro que as 5 Direcções Regionais que têm cerca de 800 funcionários no total, gastaram em 2099 cerca de 40 milhões, em alguns casos, gastos sobretudo com pessoal. Com o nosso costume, de certeza que de 2009 para cá aumentarm os gastos. Devem fazer coisas muito importantes... na estratosfera ou como consultores de UFOs.. calculo....

 

publicado às 09:02


gastos em tempos de crise

por beatriz j a, em 04.07.11

 

 

 

 

Parlamento vai gastar 130 milhões de euros este ano

Económico com Lusa  

 

Paralelamente, as despesas correntes da AR sobem também de 75,6 milhões de euros para cerca de 81 milhões de euros, com acréscimos em despesas como "combustíveis e lubrificantes" (mais 20 mil euros), "limpeza e higiene" (mais 75 mil euros) - alíneas como "material de escritório", "consumíveis de informática", "Livros e documentação e outras fontes de informação" e "artigos honoríficos e de decoração" sofrem também aumentos, mas menos significativos.

 

 

O que é que a escola me paga? Nada. Compro o papel que utilizo, compro os lápis, as canetas, as capas, as pastas, uso o meu PC (a escola tem dois para os professores), compro os tinteiros da impressora, compro os livros que leio no âmbito das disciplinas (leio muito sobre Psicologia e por não ser a minha área de formação tenho a preocupação de ler tudo e estar sempre actualizada quanto ao que se faz e sabe) que são muitos e só não são mais caros porque os compro em segunda mão na Amazon, no Book Depository e no ebay, em inglês e francês e isso; claro que ninguém me paga deslocações, pago a formação do meu bolso porque raramente há formação para o meu grupo de docência e muitas vezes são coisas sem qualidade nenhuma... enfim, não nos pagam nada. Mas na AR aumentaram os gastos. Para dar o exemplo, talvez...

 

 

publicado às 20:38


é sempre bom lembrar...

por beatriz j a, em 30.03.11

 

 

...as despesas do Sócrates enquanto mandava os outros apertar o cinto por causa da crise.

 

 

De acordo com a revista Sábado  (21-10-2010), apresentam-se de
seguida algumas das despesas do Gabinete do sr. Sócrates:

- € 436,70/dia em combustíveis (aos preços de hoje são 4549 km/dia);

- € 382,00/dia em chamadas de telemóvel (são 53 horas/dia ao telefone);

- € 370,00/dia em deslocações e estadas;

- € 750,00/dia em despesas de representação;

- € 276,00/dia em refeições;

Só aqui já vamos em cerca de € 2.216 por dia, mas há mais:

            - € 220,00/dia em locação de material de transporte;

            - € 72,81/dia em telefone fixo;

            - € 1.434/dia em aquisição de bens;



Já vamos em cerca de € 3.940 por dia.



E então que dizer do seguinte:

            - 448 são as viaturas da presidência do Conselho de
Ministros (Gabinete do sr. sócrates e do sr. pedro silva pereira);

            - Desde Outubro de 2009 sócrates nomeou 71 pessoas para o
seu gabinete, onde se incluem 13 secretárias e 20 motoristas;



Vale a pena ver o artigo. No total é um gasto médio diário de € 11.391.

Diário!

   
 

 

 

publicado às 14:02


os amigos do poder e os outros

por beatriz j a, em 30.11.09

 

 

 

DN

Função pública

Estado paga mais 18% em subsídios e indemnizações

E vai mais longe ao defender que a criação das EPE são uma forma de "desmembramento da Administração que corresponde a uma opção política, de modo a, mais facilmente, colocar as clientelas político-partidárias".

Nos gastos com abonos variáveis, que só na Administração Interna mais do que duplicaram, defende a mesma lógica. "As indemnizações por cessação de funções têm crescido todos os anos sem que seja claro porquê". Só na Defesa ultrapassam 112 milhões de euros em 10 meses.

Despesa com salários está estabilizada há três anos, fruto das reformas e da colocação de milhares de trabalhadores na mobilidade especial. A aquisição de bens e serviços está "descontrolada", diz o STE

 

O Estado gastou, até Outubro, mais 65 milhões de euros (+18%) com abonos variáveis - subsídios diversos, prémios, compensações por trabalho em dia de folga, ajudas de custo e indemnizações por cessação de funções. E as aquisições de bens e serviços aumentaram também 7,4%.

Em contrapartida, o STE assinala a estabilização da despesa com salários na Administração Pública, que aumentou, apenas, garante, 0,1% em termos homólogos até Outubro último, o que corresponde a mais 9,4 milhões de euros. Isto apesar da actualização salarial de 2,9% atribuída este ano.

 

"Habituamo-nos a ouvir falar muito do peso das remuneração no Orçamento de Estado e, afinal, essas afirmações não correspondem à verdade porque não há evolução desfavorável da despesa com pessoal" refere (ver quadro).

Pois é! O Sócrates mandou desmembrar a administração pública, empurrar milhares de funcionários para a rua e por em campo avaliações injustas e com quotas para poder, com esse dinheiro poupado, pagar a meia dúzia de pessoas que escolhe para gestores, assessores e consultores e a quem depois dá prémios milionários, reformas principescas.

A reposição da justiça na carreira dos professores (que são milhares) não pode ser porque custa vinte milhões, mas gastar cem milhões aqui e mais cem ali com os prémios e as reformas dos amigos é que é normal.

Como é que pode ser aceitável os sindicatos dos professores andarem a discutir modos de poupar dinheiro com os professores sem outro objectivo que não seja o de poupar dinheiro para que os amigos do poder possam continuar a sugar o país?

 

 

 

publicado às 08:27


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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