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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
É que esta praia é minúscula. Com a maré cheia cabem lá meia dúzia de pessoas. Chega-se lá por um caminho com chulipas atravessadas a fazer de degraus depois de um percurso pelo meio do mato que é partilhado com javalis, coelhos, raposas, carrascos, rosmaninho, sálvia e giestas selvagens. Não é praia que aguente turismo, nem sequer de uma centena de pessoas. Ficava morta numa temporada. Não devia ser divulgada. Certos sítios são belos por serem selvagens. Se deixarem de o ser morrem e depois ninguém os aproveita.
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