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daqui:

 

publicado às 20:33


Pôr as coisas em perspectiva

por beatriz j a, em 27.02.18

 

 

O número de funcionários públicos representa um sétimo do total da população empregada, que são cerca de 4 milhões e meio, um pouco mais. Estes 669.725 mil portugueses, exceptuando os políticos, gestores públicos e afins, são pessoas que pagam os impostos todos que têm a pagar pelo salário que auferem. O salário é todo esmiuçado antes de cair na conta e não temos maneira, mesmo que o quiséssemos, de fugir ao fisco. Dos trabalhadores no privado, uns por conta própria, outros não, não sabemos ao certo quantos pagam impostos pelo que ganham mas sabemos que a fuga ao fisco é generalizada (são os artistas, os clubes de futebol, a restauração, as oficinas, os cabeleireiros, o alojamento local, as empresas em geral...) e sabemos que desaparecem aos 10 mil milhões de euros de cada vez... ora, não são os funcionários públicos, com excepção dos referidos políticos, gestores e afins (esses têm grandes benesses como carros, subsídios de tudo e mais alguma coisa, cartões de crédito, etc.), que têm maneira de fugir ao fisco. Portanto, quando se diz que os trabalhadores do privado sustentam os funcionários públicos, é pura demagogia, às vezes dos mesmos que fogem ao fisco ou que têm empresas que vivem dos subsídios do Estado e vivem à conta dos que pagam os impostos. 

Depois, como se vê pelos dados, temos menos 8% de funcionários públicos que em 2011. 

 

O número de funcionários públicos voltou a subir em 2017, pelo terceiro ano consecutivo, para 669.725, um aumento 0,8% face ao ano anterior, ou seja, mais 5,6 mil trabalhadores, revelam estatísticas oficiais divulgadas esta quinta-feira.

Comparando com dezembro de 2011, o emprego público registou uma quebra de 8%, correspondente à redução de 58.080 postos de trabalho, revela ainda o documento.

População empregada: total e por grandes sectores de actividade económica

2017
4.756,6
Indivíduos .
.
 
População empregada: total e por grandes sectores de actividade económica
Fontes de Dados: INE - Inquérito ao Emprego
Fonte: PORDATA
Última actualização: 2018-02-07 
 

 

publicado às 15:34


É isto mesmo

por beatriz j a, em 04.12.17

 

Os culpados disto tudo

E, efetivamente - e isso é o que verdadeiramente preocupa os "donos disto tudo" -, há um efeito de contágio nestas medidas. É que, diz a História, estas medidas tomadas no setor público (e muitas outras poderiam já ter sido tomadas!) acabarão por beneficiar os trabalhadores do setor privado, quer em termos de salários, quer em termos de duração dos horários de trabalho.

 

publicado às 13:58


Perguntas

por beatriz j a, em 15.11.14

 

 

Estrelas da advocacia defendem altos quadros do Estado suspeitos de corrupção nos vistos gold

 

Só de ler a notícia e sem saber mais nada do caso há uma pergunta que nos vem logo à cabeça: como é que funcionários públicos, ainda que sendo presidentes dos Notariados ou do SEF ou sendo chefes de uma Secretaria de Estado têm dinheiro para pagar a estas firmas de advogados? Há Funcionários Públicos e funcionários públicos... Decididamente, faço parte dos funcionários públicos...

 

 

publicado às 11:41


A chatice dos factos

por beatriz j a, em 12.09.13

 

 

 

Não temos funcionários públicos a mais

 

por Daniel Oliveira


publicado às 18:27


só na Índia...?

por beatriz j a, em 27.08.12

 

 

 

 

Se trabalharem muito, podem roubar, mas só um bocadinho, diz ministro aos funcionários (Expresso)

 O que é conduta recta para um servidor do estado? Trabalhar,  trabalhar muito, empenhar o melhor esforço em benefício do público  - e roubar só um bocadinho. Parece uma troca justa, e é o que de facto sucede em inúmeros ministérios e autarquias, na Índia como noutros países. Mas não se pode dizer. Foi esse o erro de Shivpal  Singh Yadav, um ministro no estado indiano de Uttar Pradesh.  Num encontro à porta fechada com funcionários públicos,  pediu-lhes que se dedicassem de corpo e alma às suas tarefas e não roubassem muito. Roubem, "mas não sejam bandidos", resumiu.

Ouvi uma vez uma pessoa com alto cargo na Administração Pública defender que o problema do governo Sócrates foi não ter respeitado a regra do um terço - gasta-se dois terços em prol do país e fica-se com um - e ter começado a gastar só um e ficar com dois terços. É claro que estes 'hábitos' só se verificam em postos altos da administração pública, que é por onde passa o dinheiro e não na esmagadora maioria.

publicado às 13:12


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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