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No Parlamento falsificam-se assinaturas?

por beatriz j a, em 01.10.19

 

Falsificar assinaturas é um crime de fraude. Como os deputados não têm voz independente e são serventes do seu chefe, estamos dependentes, no que respeita à AR funcionar dentro da lei e da decência, do carácter dos chefes. Isto não é uma democracia parlamentar, é uma farsa parlamentar.

 

PSD envolvido em polémica. Deputados acusam partido de usar as suas assinaturas sem consentimento

Fernando Negrão reconhece que foram usadas assinaturas sem autorização.

 

publicado às 06:27

 

 

... é assim como dizer, há um ministro que é corrupto mas não dizemos quem é e ele continuará a governar...

... se há uma marca de azeite que vende fraudulentamente azeite refinado por extra-virgem, digam a marca para que as pessoas possam devolver as garrafas que têm lá em casa à dita cuja marca e pedir o dinheiro a que têm direito porque ao não identificarem a marca estão a contribuir para a continuação da fraude e para que as vítimas da fraude continuem a ser enganadas e ainda por cima a paguem...

 

ASAE apreende cerca de 2 mil garrafas de azeite "Virgem Extra" com mistura de azeite refinado

Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) detetou a venda, num operador grossista, de cerca de 2 mil unidades de azeite que apresentavam a categoria "Virgem Extra" na denominação de venda, mas continham mistura de azeite refinado.

(...) Segundo a ASAE, trata-se assim de uma prática "fraudulenta" e que induzia o consumidor final em erro quanto à qualidade do produto, as suas reais características e o seu valor comercial.

 

publicado às 06:02


Procure as diferenças

por beatriz j a, em 21.07.18

 

 

Qual a diferença entre os que alteraram a morada fiscal para que lhes contruíssem as casas em Pedrogão e os deputados que fizeram o mesmo para receber mais subsídios em São Bento?

 

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publicado às 07:58

 

 

Os partidos-médium e os deputados-fantasma

Quando o cartel partidário se substitui ao parlamentarismo, reescrevendo-lhe o regimento, há um nome para o que acontece: batota.

 

Cada cavadela, uma minhoca... o chico-espertismo em acção. Até onde levam os embustes para fingir que trabalham...

 

publicado às 13:57


O negócio das explicações...

por beatriz j a, em 25.09.17

 

Fraude no exame de Português: revelada a identidade da suspeita

... será Edviges Ferreira a autora da fuga de informação sobre o exame da 1ª fase de Português, que terá beneficiado um grupo de alunos a quem daria explicações e um número indeterminado de outros com quem a informação sobre os conteúdos da prova foi partilhada, via redes sociais.

Ressalvando sempre, nestas circunstâncias, que todo o suspeito se presume inocente até que seja condenado, espero que o caso tenha, a partir de agora, rápidos desenvolvimentos no sentido do apuramento de toda a verdade e da exemplar aplicação da justiça.

A confirmação das suspeitas agora vindas a público significa que o caso é especialmente grave: não se trata de uma professora qualquer – nesse caso, o mais provável era estar já a ser crucificada na praça pública – mas de alguém que lidera uma associação profissional que colabora ao mais alto nível com o ME.

Mais cuidado com futuras parcerias e, já agora, com o IAVE e as suas das equipas responsáveis pela elaboração das provas dos exames nacionais, é o que se recomenda. Pois nada garante que este seja um caso isolado; mas antes a ponta do icebergue da impunidade e dos abusos permitidos por um sistema assente na opacidade e no secretismo.

(escolapt.wordpress.com)

 

Se um dia alguém investigar a sério o negócio das explicações por esse país fora, vão cair o Carmo e a Trindade. 

 

publicado às 17:13

 

Professora que divulgou exame de Português já terá sido identificada

De acordo com o jornal, a fonte foi uma professora de uma escola pública da Grande Lisboa que participa no processo de elaboração e revisão das provas há vários anos.

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já garantiu entretanto que o exame de Português do 12.º ano, não vai ser anulado. Mas caso se confirme que houve uma fuga de informação, "o ministério agirá civil, disciplinar e criminalmente contra o seu autor ou autores.

 

E todos os alunos que cometeram fraude? Vão poder beneficiar da fraude? Ou não interessa que uns alunos consigam entrar para as faculdades por fraude e outros fiquem excluídos de entrar por terem sido ultrapassados pelos fraudulentos? Mais um ministro cobarde que manda de recado aos alunos, que o importante nos exames e na vida não é conseguir objectivos com empenho, valor e esforço mas com manha e burla e que o problema aqui não é a fraude em si mas não terem tido cuidado. 

Portugal é isto... depois fazem papéis com reformas curriculares com disciplinas de formação cívica... mas são os primeiros a dar o exemplo negativo... lol

 

publicado às 15:58


Isto faz sentido

por beatriz j a, em 28.06.17

 

 

Ministro da Educação diz que exame de Português não será anulado

Se se confirmar uma fuga de informação, os autores serão punidos "civil, disciplinar e criminalmente".

 

Não há razão para punir todos em vez de se apurar os culpados e reservar, para eles, a punição que, a ser verdade a fraude, espero seja exemplar. Podia aproveitar-se este caso para tornar mais transparente todo o processo.

 

publicado às 13:04


A educação sem ética é um mero negócio

por beatriz j a, em 30.03.17

 

 

Hoje soube que um aluno/aluna, numa aula de Matemática em que se fazia teste, tirou fotografia do teste, enviou para um colega que enviou para o explicador, que resolveu o teste e enviou a fotografia do teste resolvido para o colega que o enviou para o aluno/aluna na sala de aula... o professor deu conta do aluno/aluna estar a usar o telemóvel e foi assim que se descobriu tudo. Há aqui tanta coisa tão grave que nem sabemos por onde começar mas a pior de todas é o explicador ter sido cúmplice activo da fraude. Merecia uma queixa... Os alunos copiarem assim ou de modos idênticos, agora, é pão nosso de cada dia. No mês passado houve outro caso de copianço com telemóveis e fotografias de testes que envolveu três alunos. No ano passado houve um caso gravíssimo de roubo de testes que envolveu uma turma inteira com os respectivos pais.

 

Em Portugal não se valoriza a fraude como coisa grave o que não espanta porque a cultura de fraudes, falcatruas, mentiras, calotes e afins vem de cima dos responsáveis pelos cargos mais altos do país e depois é imitada pelos outros por aí abaixo. Estes alunos que cometem fraude nas aulas são os que hão-de cometer fraudes na vida profissional adulta. Mas nas escolas imensa gente não percebe ou finge não perceber isso e acha que o copianço é uma espécie de fair game, que faz parte de ser aluno. Só que não faz. Faz parte de ser desonesto. E, tal como na política, a educação sem ética é mero negócio.

 

 

publicado às 17:02

 

 

Diplomas do 12.º ano à venda na Internet

Estão à venda na Internet certificados de conclusão do 12.º ano de escolaridade a troco de 150 euros cada um.


Um diploma do 12º ano vende-se por tuta e meia...

 

 

publicado às 04:56


1ª leitura do dia - Os amigos do Costa

por beatriz j a, em 09.04.16

 

 

 

Diogo Lacerda Machado, o ex-secretário de Estado da Justiça e amigo que António Costa foi buscar para negociar a TAP com o consórcio Gateway, era e continua a ser administrador de uma empresa privada, a Geocapital, que esteve diretamente envolvida num negócio ruinoso para a transportadora nacional.

O mesmo que esteve na origem de uma série de buscas realizadas ontem pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeitas de administração danosa, participação económica em negócio, tráfico de influência, burla qualificada, corrupção e branqueamento de capitais.

 

 

publicado às 08:21

 

 

 

Fraude nas emissões afecta 2,1 milhões de carros da Audi e 1,2 milhões da Skoda

 

 

publicado às 05:59


Os pudores do sistema capitalista

por beatriz j a, em 28.09.15

 

 

Sistema para enganar testes instalado em 2,1 milhões de carros da Audi

publicado às 14:24


Vícios privados

por beatriz j a, em 03.05.14

 

 

 

Notas inflacionadas das privadas permitem ultrapassar até 450 colegas

.

Frequentar uma escola privada no secundário permite uma subida das notas de acesso ao ensino superior que pode chegar a ser superior a um valor. Esta inflação nas classificações tem permitido a estes alunos ganhar a competição com outros colegas, permitindo-lhes ultrapassar mais de 450 colegas na lista de seriação dos candidatos em cursos mais concorridos. As conclusões são de um estudo de investigadores do Porto e tem por base os exames nacionais dos últimos 11 anos.

 

Pegando no exemplo do curso que teve média de acesso mais elevada no último ano lectivo, Medicina da Universidade do Porto, é possível a um aluno com uma nota inflacionada em 1 valor subir 471 posições na lista de acesso. Nesta licenciatura a nota de entrada do último candidato foi de 18,35 valores, o que corresponde ao lugar 504 da seriação. Com um valor a mais, o candidato chegaria ao lugar 33, um incremento de 93%. “A nota meio valor acima desta corresponde já ao lugar 182 da lista de acesso, representando uma subida de 64%”, aponta Gil Nata, um dos co-autores deste estudo.

 

Esta conclusão aplica-se de forma transversal à generalidade das licenciaturas. Os investigadores portuenses dividiram os cursos superiores por quartis, verificando o impacto do incremento das notas para as primeiras licenciaturas de cada quartil. Deste modo, concluíram que nos dez cursos com médias mais altas, os impactos das subidas das notas são “brutais”: meio valor corresponde a uma subida média de 60% na lista de acesso e um valor a uma subida de 90%.

...

No artigo, os investigadores do CIIE sustentam que os estudantes das escolas privadas, que são, em regra, “mais ricos”, “beneficiam de uma vantagem injusta na competição pelos escassos lugares disponíveis no ensino superior público”. Em causa estão “diferenças muitíssimo significativas ao nível de acesso ao ensino superior”, explica ao PÚBLICO Gil Nata. Os investigadores do CIIES do Porto analisaram mais de três milhões de classificações de estudantes durante 11 anos e concluíram que a tendência observada é transversal: “Todos os anos se verifica a mesma coisa”. O estudo oferece também “evidência científica para um problema social que já era conhecido e comentado”, refere ainda, defendendo que as conclusões agora apresentadas deveriam ser o ponto de partida para uma reflexão acerca do modelo de acesso ao ensino superior (ver caixa).

 

A grande diferença acontece nas escolas privadas sem contrato de associação, que se distanciam bastante quer das escolas públicas, quer das privadas com contrato de associação. O incremento é sempre superior a meio valor e pode chegar, para os estudantes com notas entre o 12 e o 15, a um valor. “As escolas privadas independentes estão a beneficiar bastante mais do que as que têm contratos de associação”, aponta Gil Nata.

 

Quanto menos aberta a instituição a controlo do Estado mais fácil a fraude... a vantagem dos processos democráticos...

 

 

publicado às 10:07

 

 

 

 

Ex-ministro Arlindo de Carvalho acusado no BPN


 

Estão em causa crimes de burla qualificada e fraude fiscal, em que surgem directamente implicados, entre outros, o antigo presidente do banco, José Oliveira Costa, Arlindo de Carvalho (ex-ministro da Saúde de Cavaco Silva), o sócio deste, José Conceição Neto (antigo governante ligado ao PS), e Ricardo Oliveira, um advogado que liderou uma série de negócios imobiliários do BPN/Sociedade Lusa de Negócios (SLN).

 

 

Segundo o SOL apurou, o valor global da burla ascende a mais de cem milhões de euros – o que faz deste processo o segundo maior em valor, dos cerca de 20 investigados pelo DCIAP no âmbito do dossiê BPN.

 

 


 

publicado às 15:41


Lindo!

por beatriz j a, em 23.01.13

 

 

 

 

Relator do FMI sobre Portugal destituído em Espanha por falsa autoria

Carlos Mulas Granados, um dos autores do polémico relatório do FMI sobre Portugal, no qual aponta onde o Governo deve cortar na despesa até quatro mil milhões de euros, foi destituído nesta quarta-feira de director-geral da Fundación Ideas, o think tank fundado pelo PSOE de José Luis Rodríguez Zapatero. Carlos Mulas é acusado por Jesus Caldera, máximo responsável executivo da fundação espanhola e antigo ministro de Rodríguez Zapatero, de falsa autoria de uma série de trabalhos pagos pela instituição espanhola.

 

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publicado às 18:52


fraudes

por beatriz j a, em 05.12.12

 

 

 

 

Hoje entretive-me a ver o Dr. Phil durante a minha hora de insónia. O programa era sobre a fraude nas escolas: o copianso. Nos EUA os estudos mostram que cometer fraude -copiar- é uma prática está a aumentar. No último inquérito, 68% dos estudantes afirmaram copiar. Não são apenas os 'maus' estudantes. São todos e, cada vez mais os bons estudantes.

Uma rapariga presente no programa dizia que copia porque a pressão e a competitividade nas escolas é muito grande, os lugares nas Universidades públicas são poucos e praticamente ninguém tem dinheiro para pagar privadas. Que estuda muito e mesmo assim não consegue e que portanto copiar é uma necessidade.

Os inquéritos, realizados a estudantes e adultos, mostram que os adultos que cometem fraudes no trabalho são aqueles que na escola copiavam, de modo que há uma correlação entre o hábito de copiar nas escolas e a prática de se safar na vida com fraudes. Há muito tempo que sabemos isto... os países com maior corrupção são aqueles onde o hábito de copiar nas escolas é mais comum e tomado como normal.

O que os inquéritos também concluem é que o hábito de copiar na escola começa cedo, no básico e, continua pelo secundário, em grande parte porque não é combatido pelas escolas.

Os professores sabem, as escolas sabem, mas os alunos não são punidos de modo que essa cumplicidade das escolas com a fraude dos alunos é um incentivo à sua proliferação e normalização. A maior parte dos alunos, embora saiba que copiar é fraude, não vê isso como uma falta e acha muito normal.

A maior parte dos copiansos são feitos com telemóveis que os alunos têm ligados dentro das salas de aula, com o consentimento dos professores e das escolas. E, embora não seja permitido usá-los, quase todos os usam e poucos se incomodam.

Porque é que os professores compactuam com isto: porque querem que os seus alunos tenham bons resultados? Porque acham que não vale a pena acusar pois a escola não pune? Porque não estão para se chatear? Não sei, mas sei que um sistema de ensino baseado na fraude não educa, falha todos os seus compromissos e trabalha para formar uma sociedade de corruptos.

Quando olhamos para o nosso pais e pensamos nos maiores corruptos e traficantes de influências da política vemos que uma grande percentagem deles começou a sua carreira de corrupção com as fraudes académicas...

Todas as escolas, todos e cada um dos professores desses indivíduos que compactuaram, quer activa, quer passivamente com as suas fraudes são cúmplices e co-responsáveis pela crise em que estamos, derivada de tanta ignorância incompetente de gente que tem cursos mas que equivalem a nenhum saber, de tanto roubo e corrupção que nos depauperaram durante décadas.

E não é só cá: a Alemanha, a França, a Áustria, a Rep. Checa... quantos casos de ministros e até presidentes, nestes últimos tempos, vieram a lume?

A fraude nas escolas devia ser combatida como a peste negra porque se propaga da mesma maneira altamente contagiosa e porque, embora não visíveis imediatamente a olho nú, tem os mesmos efeitos devastadores de dizimar sociedades inteiras.

 

publicado às 06:34


Preocupante mas sem surpreender

por beatriz j a, em 20.08.11

 

 

 

Retratações de revistas científicas estão a aumentar

Retratações de revistas científicas estão a aumentar

Números indicam que número de artigos retirados por fraude cresceu de 22, em 2001, para 339 em 2010.

O caso do sul-coreano Hwang Woo-suk, que passou do quase anonimato a estrela mundial da ciência, e herói no seu país, a arguido, foi o caso mais mediático de uma fraude científica nos últimos anos. Mas não foi o único. Embora o número de artigos científicos publicados tenha aumentado em termos absolutos 44 por cento na última década, o número de artigos retirados pelas publicações devido a fraude também cresceu.

 

A supervalorização do sucesso como fama e adoração mediática e a substituição do prestígio e honra académicos pelo lucro puro e duro tem consequências... acho que esta é uma tendência que irá acentuar-se.

 

 

publicado às 21:38

 

 

 

‘Batota’ nas Scut custa mil milhões

O Estado fez uma ‘batota’ na contabilização dos encargos com três parcerias público-privadas (PPP) que obrigou o Instituto Nacional de Estatística (INE) a rever o défice do ano passado para 9,1 por cento. Os contratos de duas ex-Scut estão incluídos no pacote de revisão.

 

publicado às 22:19

 

 

 

 

Scandal Haunts Atlanta’s School Chief

 

Quando se transformam as escolas em unidades de produção onde o investimento depende de resultados estatísticos acontecem coisas como esta: em Atlanta, nos EUA, 58 escolas estão sob investigação. Em 13 provou-se fraude generalizada, em 12 fraude isolada, as outras 33  estão a ser investigadas. Depois de no ano passado se ter suspeitado de fraude e após sinalização das escolas sob suspeita, os exames a nível de Estado foram feitos sob medidas extremas de vigilância. As escolas sinalizadas como suspeitas baixaram drasticamente os resultados.

O que se passa é o seguinte: porque os apoios em dinheiro só acontecem se as escolas mostrarem estatísticas de sucesso, os professores dessas escolas resolveram apagar as respostas erradas dos alunos e corrigi-las de modo a garantirem a continuidade do fluxo de dinheiro. Vai para lá um escândalo de todo o tamanho porque as escolas eram tidas como escolas modelo no modo como punham alunos de meios desfavorecidos a tirarem rapidamente excelentes resultados.

É o que acontece quando se transforma a educação numa unidade de produção capitalista.

Na educação desconfiamos de milagres porque a formação leva tempo a sedimentar e a dar frutos constantes e duradouros.

A boa educação custa dinheiro. E mesmo assim nem sempre resulta! Veja-se o caso do Miguel Sousa Tavares, filho de uma poeta extraordinária, de um jornalista de excepção, com a vidinha toda almofadada desde o bercinho de ouro e deu no que deu...é assim que se vê que a educação, que custa dinheiro para ser boa, é um investimento sem garantias absolutas.

O professor deve ser tratado como professor e não como gestor de alunos. Quando os professores deixam de ver-se como educadores e passam a ver-se como gestores de unidades (alunos) geradoras (ou não) de dinheiro, começam a comportar-se como gestores de empresas públicas: deixam de cooperar entre si, deixam de se preocupar com os alunos e passam a preocupar-se apenas com o dinheiro.

Um dia que se desenterrem os processos de titulares e subidas de escalão e tempo de serviço das escolas, acho muita coisa se vai descobrir. Pode ser que me engane, mas desde que a Lurdes Rodrigues e o senhor Freeport instituíram a prática do suborno encapotado na educação muitos professores deixaram imediatamente de se verem como professores, para passarem a ver-se como gestores de alunos.

É isto que se quer para a escola pública? É isto que se quer para o país?

 

http://www.nytimes.com/2010/08/08/education/08atlanta.html

 

publicado às 22:15

 

 

 

 

Lê-se hoje no Correio da Manhã:

José Dias Inocêncio ocultou rendimento

José Dias Inocêncio, o presidente da Câmara de Alcochete entre 2002 e 2005 e actualmente vereador sem pelouro na autarquia, só entregou a sua declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional (TC) em Janeiro de 2007, cinco anos após ter tomado posse como líder daquela Câmara Municipal.

 

Quando o exemplo de ilegalidade vem de cima -o primeiro ministro também não entrega declaração de rendimentos- e nenhum poder fiscal ou judicial actua, embora saibam da fraude, isso não funciona como luz verde para o resto do País? Funciona pois. Como as coisas estão neste País, parece que o perigo é uma pessoa dar nas vistas por não ser corrupta...

 

 

publicado às 09:41


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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