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Os Ronaldos portugueses das finanças

por beatriz j a, em 14.10.19

 

Eles são todos bestiais. Não vêem é um boi gigantesco à frente do nariz e são coniventes com todos os esquemas fraudulentos que nos desgraçaram mas isso são minudências...

 

Carlos Costa e Elisa Ferreira foram confrontados, em reunião do Banco de Portugal de Março de 2018, com o comentário de João Talone de que o Montepio “se assemelhava a um esquema Ponzi”, comparável ao BES. Uma denúncia que agitou a cúpula do supervisor.

João Talone e Costa Pinto confrontaram cúpula do Banco de Portugal, que desvalorizou avisos dos dois conselheiros. Talone sugeriu a interrupção imediata da venda de produtos de subscrição mutualista aos balcões do Banco Montepio

 

publicado às 15:37


As prioridades do regime

por beatriz j a, em 04.03.19

 

Alunos excecionais esperam três anos para receber bolsa

 

É claro que se fosse para o Novo Banco tinham-no recebido em três dias.

 

publicado às 06:34

 

Sears is giving its executives $25 million in bonuses. The same company has closed over 100 stores and laid off thousands of employees. What I want to know is: if Sears has $25 million to give bonuses to executives, why is the company telling laid off employees they don't have the money to pay their severance? This is what we mean when we talk about a rigged economy. Our job: Create an economy that works for all of us, not just those on top.

U.S. Senator Bernie Sanders

 

publicado às 21:12


Filmes - A queda de Wall Street

por beatriz j a, em 08.09.18

 

 

"Levaram [os banqueiros, os governantes cúmplices e os donos das empresas financeiras] a economia à falência, foram resgatados com o dinheiro dos contribuintes que perderam tudo o que tinham, usaram-no para darem prémios a si mesmos e depois culparam os pobres, os imigrantes e até os professores." Isto é que diz Michael Burry, o indivíduo que descobriu a catástrofe dois anos antes de acontecer.

Tudo isto aconteceu em 2008 mas por cá, o Costa e o Centeno estão em 2007, continuam a enfiar o dinheiro na banca e nas empresas chupam o dinheiro dos outros e não produzem nada nem prestam nenhum serviço real à economia enquanto culpam os pobres e os professores.

Que nome damos a estas pessoas? Não vou dizer... não vale a pena baixar o nível da conversa...

 

 

publicado às 20:31


Reforma do sistema eleitoral

por beatriz j a, em 30.04.18

 

 

Excerto da intervenção de Ribeiro e Castro.

 

publicado às 17:16


Acho que alguém tem que nos dizer isto

por beatriz j a, em 17.10.15

 

 

 

Qual é a "má notícia que um dia os portugueses vão saber" e quais são "as surpresas desagradáveis que um dia vão ser tornadas públicas sobre a real situação financeira do país".

Não se podem lançar estas bombas e depois ficar calado. É como dizer a um doente que desconfia ter cancro, 'olhe, alguém vai dar-lhe uma notícia desagradável um dia destes' e depois guardar a carta dos exames na gaveta.

 

??? A dívida é maior do que se sabe? A CGD está na falência? A dívida do BES que vamos pagar é muito maior? O País está falido? Alguém tem que nos dizer o que se passa.

 

 

publicado às 10:48

 

 

The Zombie System: How Capitalism Has Gone Off the Rails

By Michael Sauga

Harvard economist Larry Katz rails that US society has come to resemble a deformed and unstable apartment building: The penthouse at the top is getting bigger and bigger, the lower levels are overcrowded, the middle levels are full of empty apartments and the elevator has stopped working.

.

In this sense, the crisis of capitalism has turned into a crisis of democracy. Many feel that their countries are no longer being governed by parliaments and legislatures, but by bank lobbyists, which apply the logic of suicide bombers to secure their privileges: Either they are rescued or they drag the entire sector to its death.

 

Lembro-me de, há imensos anos, falar nas aulas, a propósito da penetração que algumas ideias científicas têm na vida civilizacional -neste caso o Darwin e o Darwinismo-, do capitalismo do século XIX, chamado, 'capitalismo selvagem', devido à falta de regulação, à inexistência de sindicatos, à ausência de serviços sociais de apoio, à ganância dos industriais e à cegueira e cobardia dos políticos.

Lembro-me de falar nisso como coisa do passado num pressuposto de que não voltaria: de como os grandes industriais defendiam que se devia deixar os trabalhadores à beira da sobrevivência para que a insegurança constante os desmobilizasse de reivindicações, de como se dizia que manter os trabalhadores submissos estava de acordo com a natureza, pois os fortes haveriam de sobreviver e vencer e os que não venciam eram os fracos e que isso era o que é natural de acordo com a teoria da Evolução das Espécies.

Lembro-me de dizer que este tipo de capitalismo levou ao aparecimento dos Anarquistas que, não tendo maneira de fazer 'funcionar o elevador' como se diz no artigo do Der Spiegel, vingaram-se das injustiças desatando a assassinar industriais e membros da realeza e da nobreza, uns e outros, em geral, grandes esbanjadores ostensivos do dinheiro arrecadado com o sacrifício de milhões de trabalhadores explorados até ao tutano. De como os políticos se demitiam dos seus poderes para viver a adejar os salões e círculos sociais das elites e de como a falta de coragem, de visão e de decência forjaram a Grande Guerra.

Lembro-me de falar nisso como coisa do passado. Lembro-me de dizer que o Marx estava errado nas suas previsões, pois o socialismo comunista e não o capitalismo é que tinham trazido a miséria.

Lembro-me disso tudo e leio este artigo e constato aquilo que todos já vimos e sabemos: é que estamos outra vez nessa época de capitalismo selvagem, de políticos com falta de cultura, de coragem e visão que vivem para o deslumbre e o adejamento dos grandes empresários e do dinheiro que deles pinga; os sindicatos a perder força, o fosso entre ricos e pobres a alargar, o esbanjamento perdulário de uns à custa de muitos, a classe média a desaparecer, os novos anarcas que são os terroristas que se aproveitam desta falta de esperança para bombardear e aterrorizar, os países ricos ocidentais -como nesse virar do século- a invadir os outros para os drenar da riqueza, seja o petróleo ou o coltan. E, tal como então, todos fazem a guerra com palavras de paz.

O Canadá chocou-se com um terrorista no seu Parlamento. Mas declaram que vão entrar na guerra contra os países dos outros e depois admiram-se que a guerra lhes entre em casa?

A crise do capitalismo pôs em crise a democracia: a vida democrática, o poder de influenciar mudanças, de usufruir dos avanços da tecnologia, dos povos se elevarem como um todo, tudo se esfuma nesta marcha-atrás cultural da civilização onde as grandes massas voltam a cair na ignorância pois a educação e o acesso à qualidade de vida em geral é cada vez mais para quem tem dinheiro.

Há uma falta geral de visão, de coragem e de seriedade nos políticos que têm o poder -de regular- e não o usam a não ser para esmagar os opositores. E parece que a História se repete e que estamos à beira de uma nova catástrofe mas desta vez vamos para ela de olhos bem abertos.

 

 

publicado às 16:38

 

 

 

Há uma vaga de suicídios entre os executivos da City londrina, desde Fevereiro deste ano - o número em todo o mundo da alta finança já vai em 18. Ligados à JP Morgan são 12, sendo que um suicidou-se com uma pistola de pregos que enfiou no peito e na cabeça... falava-se em excesso de trabalho, em assassinatos por saberem demais sobre os ataques aos Bitcoin, em stress e depressão... só que agora a ex-namorada de um deles -Gabriel Magee, de 39 anos, un executivo da J.P. Morgan que se suicidou saltando do topo do edifício da sede, em Londres- veio dizer que o suicídio dele foi um suicídio quântico e que ele se inspirou, por assim dizer, no também, suicídio quântico, de dois estudantes norte-americanos.

Tal como estes dois estudantes, também Gabriel Magee estava obcecado com a física quântica, com o problema dos multiversos e da imortalidade quântica que é uma espécie de inversão da célebre experiência mental do gato de schrödinger (que podia estar vivo e morto ao mesmo tempo).

Ou seja, uma mistura da teoria dos mundos possíveis de Leibniz e do idealismo de Berkeley (o biocentrismo do Robert Lanza mais não é que uma explicação com termos quânticos do problema tradicional do idealismo radical) que joga com a possibilidade de cada evento dar origem a, pelo menos duas possibilidades de efeitos, cada uma dela geradora de um universo. Cada repetição do evento cria novos universos, etc., sendo que num deles há a possibilidade de não se morrer ou de ganhar a lotaria - os dois estudantes americanos suicidaram-se ligados a um sistema de lotaria... os idealistas acreditam que, uma vez que só temos acesso à reslidade através da nossa mente, não podemos garantir que existe uma realidade fora da nossa mente. Pode ser tudo uma ilusão. Até a morte.

Há uma anedota que diz que para acabar com o idealismo radical metem-se os idealistas todos num avião e diz-se-lhes, 'têm 10 segundos para apertar os pára-quedas antes de o vosso lugar se ejectar'. Se eles forem verdadeiros idealistas radicais não apertam o pára-quedas e morrem todos...

  A mim parece-me que isto dos suicídios quânticos é levar o idealismo até às últimas consequências e causa-me grande preocupação saber que as finanças do mundo e os políticos que influenciam estão nas mãos de pessoas destas...

 

 

publicado às 01:32

 

 

 

 

... ainda nós nos admiramos do estado do planeta! Pois se os que mandam no dinheiro são têm tiques de viciados no jogo...

 

John Perkins. “Portugal está a ser assassinado, como ... - iOnline

 

Ainda há dias o “Financial Times” divulgou que os gestores financeiros de Wall Street andavam a tomar testosterona para se tornarem ainda mais competitivos. Isto faz parte do beco sem saída de que está a falar?

A sério?! Ainda não tinha ouvido isso, mas não me surpreende nada. No entanto, aquilo que precisamos hoje em dia é de um lado feminino, temos de caminhar na direcção oposta e livrar-nos dessa testosterona. Precisamos de mais líderes mulheres, mulheres reais – não homens vestidos com roupas de mulher, por assim dizer – para trazerem com elas os valores de receptividade e do apoio e encorajarem os homens a cultivar isso neles próprios. Nós, homens, temos de estar muito mais ligados ao nosso lado feminino.

 

Se fôssemos apresentar esta crise económica à polícia, quem seriam os criminosos a acusar?
Pense em qualquer grande multinacional e à frente dessa multinacional estará alguém responsável pela ditadura empresarial, seja a Goldman Sachs, em Wall Street, seja a Shell, a Monsanto ou a Nike. Todos os líderes dessas empresas estão profundamente envolvidos em tudo isto e, da mesma forma, estão os líderes do FMI, do Banco Mundial e de outras grandes instituições bancárias. Detesto estar a dar nomes, estas pessoas estão sempre a mudar de emprego, por isso prefiro apontar os cargos. Eles estão sempre em rotação, por exemplo, o nosso antigo presidente, George W. Bush, veio da indústria petrolífera. A sua secretária de Estado, Condoleezza Rice, também veio da indústria petrolífera. Já Obama tem a sua política financeira concebida por Wall Street, maioritariamente pela Goldman Sachs. Mudaram-se da empresa para a actual administração norte-americana. A sua política de agricultura é feita por pessoas da Monsanto e de outras grandes empresas do sector. E a parte triste é que assim que o seu tempo expirar em Washington voltam para essas empresas. Vivemos num sistema incrivelmente corrupto. Aquilo a que chamamos política das portas giratórias é só uma outra designação de corrupção extrema.



publicado às 05:04

 

 

 

 

Maestro Graça Moura acusado de peculato

acusado pelo Ministério Público de se ter apropriado indevidamente de 720 mil euros de dinheiros públicos para fins pessoais quando estava à frente da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

 

Graça Moura, de 63 anos, que foi presidente daquela associação de 1992 a 2003, é acusado de ter gasto 720 mil euros de dinheiros públicos em artigos de lingerie masculina e feminina, em compras em supermercado, vinhos, charutos, joias, viagens e obras de arte.

Em causa está, por exemplo, o aluguer de uma limousina na Tailândia, no valor de 3971 euros, uma estadia em 'resort', safari e viagem de balão para duas pessoas, no valor de 1604 euros, ou charutos cubanos Cohiba, no valor de 1014 euros.

 

...andamos a pagar os luxos de pessoas deslumbradas... 



publicado às 08:58


governo sacifica a educação...

por beatriz j a, em 25.09.10

 

 

 

...e abandona as escolas onde os seus filhos não estão...

 

Falta de funcionários deixa escolas em risco

O problema já é "crónico", mas neste arranque de ano lectivo está a tornar-se "caótico", até porque generalizado à escala nacional, assegura ao JN Albino Almeida. O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) jura não ter memória de um ano assim.

Os atrasos nas colocações de professores e de outros funcionários não docentes, como psicólogos e terapeutas, também só pode ser entendido pela mesma necessidade de controlo da despesa com pessoal.

Há escolas à beira da ruptura, a funcionar sem pessoal auxiliar, com grande sacrifício dos professores", afirmou ao JN António José Ganhão. Para o vice-presidente da ANMP, o atraso nas contratações deve-se ao facto de as direcções regionais de Educação "estarem dependentes de autorização do Ministério das Finanças para a contingentação de horas a contratar pelas escolas".

Há escolas de 700 alunos a funcionar com três auxiliares (...) sem formação específica para desempenhar a função, sobretudo quando têm de acompanhar alunos com necessidades educativas especiais. E isso acontece com frequência, dizem.

 


publicado às 10:17


milhares de alunos sem professores

por beatriz j a, em 24.09.10

 

 

 

Consta que o Ministério da Educação está a atrasar a colocação de milhares de professores até Outubro para não ter de lhes pagar o mês de Setembro.

É deste modo que o primeiro ministro e o das finanças entendem o crescimento de riqueza do país...

 

publicado às 08:37


Querer tudo e o seu contrário.

por beatriz j a, em 15.03.09

 

 

 

Um artigo no TimesOnline de hoje mostra bem que a desorientação em que caiu a educação não é exclusivo nacional.  → www.timesonline.co.uk/tol/comment/columnists/guest_contributors/article5909240.ece 

O artigo refere o espírito derrotista e de desorientação que paira na Educação e a necessidade dum reformador forte. Reconhece que a Educação, que devia ser o motor da mobilidade social, está a ter um efeito completamente contrário, isto é, a alargar o fosso entre ricos e pobres. Diz ainda que, quem hoje em dia defende que é possível fazer alguma coisa na educação pública é ingénuo.

O que causa impacto no artigo é o facto de ser mais um pedido de socorro que propriamente um artigo de opinião.

O problema da educação, estou convencida, começa por ser um problema filosófico civilizacional. Permitiu-se, nestes últimos vinte ou trinta anos, que especialistas da economia e finanças e gente das estatísticas dessem opinião sobre um assunto que desconhecem, pela simples razão de serem pessoas ligadas ao dinheiro.

Ainda não há muito tempo (dois meses, mais ou menos) num programa de TV conhecido com quatro ou cinco comentadores residentes, um indivíduo, bastante novo, que não sei quem é, mas pareceu-me ser da área da economia, dizia, como quem diz uma verdade absoluta, referindo-se ao critério adoptado para promover um professor a titular (ocupar cargos), que o critério é excelente, «porque toda a gente sabe que são os melhores de todos os que conseguem ocupar cargos.» Esta declaração, que parece não ter importância é, no entanto, reveladora, duma mentalidade que reina na sociedade. Para toda essa gente, sucesso significa ganhar dinheiro, dê lá por onde der. O próprio primeiro ministro diz, alto e bom som, que o Ronaldo é o seu paradigma de sucesso! Que significa isto? Que o sucesso é ganhar dinheiro e dar nas vistas.

 

Ora, não se pode querer uma coisa e o seu contrário, ao mesmo tempo.

São disjunções exclusivas.

 

Ou queremos uma geração de alunos que busca o sucesso (dinheiro e fama) como máxima prioridade ou temos uma geração de alunos que busca a realização pessoal e profissional no quadro dos valores de cidadania, solidariedade e cooperação cívica.

 

Ou queremos uma geração de alunos consumistas, acríticos e obedientes ou queremos uma geração de pessoas exigentes, consigo e com os outros, críticos e livres, no pensar e no agir.

 

Ou queremos que os alunos aprendam ou queremos que se divirtam.

 

Ou queremos uma geração de alunos uniformizados, perdidos em turmas gigantes,  escolas incaracterísticas com professores que mudam todos os anos, ou queremos alunos com personalidade, gente de cabeça erguida, que se apega à escola onde vive parte do seu tempo e aos professores com quem passa parte do seu tempo.

 

Se queremos professores que colaborem uns com os outros para os alunos não podemos querer pô-los a competir por dinheiro ou cargos e transformá-los em bufos e carrascos uns dos outros.

 

Se não queremos alunos ignorantes e alienados da cultura não podemos menosprezar e deitar para o lixo a formação nas Letras, nas escolas.

 

Se queremos que os professores se apeguem às escolas não podemos obrigá-los a mudar de escola por tudo e por nada.

 

Se queremos professores que invistam na individualidade de cada aluno não podemos dar a cada um 100, 150 ou 200 de cada vez.

 

Se queremos menos violência mas escolas temos de ter mais funcionários nas escolas, etc. etc. etc etc. etc.

A lista é longa de mais para postar aqui.

E preciso decidir o que se quer. Tudo e o seu contrário, não é possível.

 

Se queremos uma política educativa de qualidade não podemos querer que seja orientada por ignorantes...

 

 

 

 

publicado às 16:41


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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