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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Mesmo que não fossem consideradas no processo não deveriam nunca ser destruídas: são um documento histórico explicativo, extremamente importante duma 'era' da democracia que não queremos que volte. Sem a presença documental dos erros do passado como se evita a sua repetição?
Ex-director da Galp diz que andou 4 meses com Mercedes de Godinho
Uns amuse-bouche para fazer inveja aos amigos e impressionar as garotas...
António Vitorino e Jorge Sampaio depuseram ontem a favor de José Penedos no caso Face Oculta, explicando a vida de Paulo Penedos e o uso dado aos presentes de Natal
António Vitorino, por seu lado, valendo-se da sua experiência na Comissão da União Europeia, explicou ao tribunal a praxis da Europa em matéria de presentes de Natal, explicando que apenas nos países do Norte da Europa eles não eram uma realidade, estando, porém, profundamente enraizados na cultura dos países do Sul da Europa, como Portugal e Espanha.
É por isso que os países do sul tem uma tradição de corrupção que os do Norte não têm? A partir de que montante ou valor ou quantidade um presente deixa de ser uma cortesia e passa a ser um suborno? Ou basta dizer, como Sampaio, algo do género, 'venham a mim os presentes que eu garanto que não me deixo influenciar'? É uma dúvida que tenho. É que aqui há tempos considerava-se nos jornais que os professores eram subornados com canetas 'bic' pelas editoras, de modo que não percebo estas contradições...
<input ... >Hoje
De acordo com o "Correio da Manhã", os juízes que absolveram a quase totalidade dos arguidos do Gang do Multibanco foram repreendidos no acórdão do Tribunal da Relação, que mandou repetir o julgamento.
O "Correio da Manhã" cita o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, no qual os juízes das Varas Criminais de Lisboa são acusados de ter julgado as provas de forma errada, o que prejudicou as vítimas e foi "corrosivo para a imagem de uma Justiça que tem vivido um dos seus piores momentos".
Onze dos 12 arguidos foram absolvidos, porque o Tribunal entendeu não haver provas. Os arguidos estavam acusados de associação criminosa e do roubo de mais de dois milhões de euros em caixas multibanco.
Juízes a repreender juízes não é vulgar e só pode significar que a decisão dos juízes que absolveram os criminosos terá sido um erro gravissímo. De facto essa absolvição foi assustadora, não só porque significou impunidade num caso de crimes violentos como também levantou a suspeita sobre o trabalho da polícia pois para serem todos absolvidos depois de uma centena de assaltos isso só podia significar grande incúria e incompetência da sua parte. Felizmente nem toda a justiça está atacada de insanidade e os juízes da Relação não se deixam 'enganar' por legislação que alguém fez para se safar mas que agora abrange todos. Espero que os juízes que estão a tratar do caso Face Oculta sejam também imunes a uma certa insanidade que parece atacar a justiça quando se trata de julgar Pintos de Costa, Valentins, Isaltinos, Varas, Felgueiras, Penedos, Pedrosos e afins...
Mexem-se em areia movediça. Cada vez se enterram mais. Que nos interessa a nós as intenções de quem denuncia a prevaricação? O que interessa é se houve prevaricação por parte dos orgãos que nos governam, a começar pelo primeiro ministro.
Face Oculta
Pelo grande mestre que dizia as verdades a rir - Rafael Bordalo Pinheiro.

SOL
Face Oculta
«Quanto a isso [manchete do Expresso] não tenho comentário nenhum a fazer e nem contribuo para essa sucessão de episódios que não têm grande dignidade nem contribuem para elevar a nossa vida pública», afirmou o primeiro-ministro aos jornalistas durante a visita a uma escola em Lisboa.
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gorila do Virunga
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