Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
A proposta reuniu “um enorme consenso” dentro da UGT, sublinhou Carlos Silva, recordando que neste momento os acordos assinados e negociados entre um sindicato e uma empresa ou associação empresarial traduzem-se “numa aplicação a todos os trabalhadores”, sindicalizados ou não.
Visto que os sindicatos “vivem das suas quotizações” e passam por “algumas dificuldades”, o secretário-geral da central sindical considerou que seria “generoso” se os trabalhadores pagassem um valor para verem aplicado o contrato coletivo negociado.
Mais uma pouca-vergonha... por esta ordem de ideias vamos ter que passar a pagar uma quota ao partido que ganhar as eleições mesmo não pertencendo a qualquer partido político já que as decisões que tomam no Parlamento afectam todos os portugueses... portanto, quem quiser beneficiar da subida do ordenado mínimo ou ver a sua carreira descongelada tem que pagar ao partido vencedor mais ao sindicato que defendeu a causa? E a quem mais, já agora? Pouca-vergonha... e é esta gente que diz defender os trabalhadores...
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.