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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Esta semana um indíviduo denunciou, anonimamente, o que se passa na Casa Branca de Trump mas não teve a coragem de o fazer assinando o seu nome e dizendo tudo em vez de falar em situações genéricas que nenhum efeito real têm porque não nos dizem nada que não soubéssemos. Mais, parece tê-lo feito para se desculpar de fazer parte da administração de Trump, 'só para saberem que estamos aqui mas tentamos minar o homem sempre que podemos'. Pois, mas a verdade é que estão lá e continuam a olear a máquina dele... esta astrónoma pôs o seu dinheiro a servir uma causa que defende. É destes exemplos que precisamos, não dos de pessoas com palavras de cortesia mas com acções de cobardia e cumplicidade.
O dinheiro veio da atribuição de um prémio. Jocelyn Bell Burnell diz que não precisa dele e que será melhor usado para tentar acabar com a discriminação de mulheres, minorias étnicas e estudantes refugiados no acesso à ciência.
Jocelyn Bell Burnell é uma das maiores astrónomas do Reino Unido e, nesta quinta-feira, soube que irá ser distinguida com o prémio Breakthrough, como reconhecimento da sua carreira científica. Ainda não o recebeu, mas a cientista já deu um destino para o prémio de 2,3 milhões de libras (cerca de 2,5 milhões de euros): servirá para financiar bolsas de investigação em física para minorias.
... e é necessária contra os poderes que desprezam e pisam os direitos dos outros. Um dos passageiros argumenta que ela está a assustar as crianças quando ela está a dar um exemplo de coragem moral, uma atitude preciosa e tão rara, às crianças.
Alguns servem. Aqui se vê o presidente do Uruguai no seu automóvel. É assim. Nem todos vivem na opulência a gastar o dinheiro dos outros.

Económico com Lusa
Paralelamente, as despesas correntes da AR sobem também de 75,6 milhões de euros para cerca de 81 milhões de euros, com acréscimos em despesas como "combustíveis e lubrificantes" (mais 20 mil euros), "limpeza e higiene" (mais 75 mil euros) - alíneas como "material de escritório", "consumíveis de informática", "Livros e documentação e outras fontes de informação" e "artigos honoríficos e de decoração" sofrem também aumentos, mas menos significativos.
O que é que a escola me paga? Nada. Compro o papel que utilizo, compro os lápis, as canetas, as capas, as pastas, uso o meu PC (a escola tem dois para os professores), compro os tinteiros da impressora, compro os livros que leio no âmbito das disciplinas (leio muito sobre Psicologia e por não ser a minha área de formação tenho a preocupação de ler tudo e estar sempre actualizada quanto ao que se faz e sabe) que são muitos e só não são mais caros porque os compro em segunda mão na Amazon, no Book Depository e no ebay, em inglês e francês e isso; claro que ninguém me paga deslocações, pago a formação do meu bolso porque raramente há formação para o meu grupo de docência e muitas vezes são coisas sem qualidade nenhuma... enfim, não nos pagam nada. Mas na AR aumentaram os gastos. Para dar o exemplo, talvez...
Algumas pessoas, desde muito novas que são um exemplo social positivo. Este músico usa a sua música para mais do que apenas ser feliz e criar felicidade. Usa-a também para ultrapassar a sua individualidade e chegar à sociedade, nomeadamente ajudando a associação que cuida das pessoas com imunodeficiências genéticas.
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