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Mário Centeno fala de sequência inédita de crescimento do rendimento per capita de mais de 4% desde 2015

 

Quando numa conta de dividir, diminuimos o divisor, o que resta não é necessariamente superior, apesar do dividendo não ter mudado? Se meio milhão de pessoas, num país com 10 milhões de pessoas como é o nosso, saiu daqui durante a crise (entre 2010 e 2015 - e nestes últimos anos mais umas dezenas de milhar saíram, de modo que o número, se calhar, ainda é maior), isto não quer dizer que o dinheiro que havia, sendo o mesmo, agora dividido por menos 500.000 pessoas terá de dar um resultado superior? Onde é que está o mérito de Centeno nesta situação? Fazer uma conta de dividir?

Se tivesse subido 10%... bem, isso seria digno de nota porque implicava um crescimento real do dividendo, agora, 4%... isso não se deve apenas a haver menos pessoas a comer do bolo? E depois, interessava era saber da distribuição do bolo, tendo em conta que as desigualdades sociais em Portugal não estão a diminuir mas a aumentar. Lá está... sou eu que devo ser muito estúpida porque não percebo estes anúncios bombásticos...

 

publicado às 08:43


Somos um país rico e populoso

por beatriz j a, em 12.03.18

 

Vem aí uma vaga de emigração de jovens médicos?

O presidente da Associação Europeia dos Médicos Hospitalares e o ex-presidente do Conselho Nacional do Médico Interno estimam que dentro de três a cinco anos a emigração volte a aumentar. Tudo por causa do número cada vez maior de jovens médicos que ficam sem vaga para fazer a especialidade em Portugal.

 

Formamos médicos com os nossos impostos e depois vemo-los ir para outros países produzir, pagar impostos e fazer babies, que é coisa que temos a mais, como todos sabemos...

 

publicado às 18:53

 

 

 

1957  ©Photo BLONCOURT 

 

 1957 ©Photo BLONCOURT 

 

bidonville portugais à Champigny - 1964 ©gerald Bloncourt

 

 immigrés portugais étendant leur lessive dans un barraquement de chantier du bâtiment en région parisienne - 1970 ©gerald Bloncourt

 

bidonville portugais en région parisienne - immigré - 1964 ©Gerald Bloncourt

 

 Immigrés portugais dans le train Hendaye-Paris - Mars 1965 ©Gerald Bloncourt

 

 immigrés portugais à Hendaye en transit pour Paris - mars 1965 ©Gerald Bloncourt

 

 Champigny- mai 1964 - — Maman ! Il y a un monsieur qui fait des photos!.... ©gerald Bloncourt

 

1969- Bidonville à St-Denis - région parisienne - Petite portuguaise immigrée Photo BLONCOURT

 

 Noisy le Grand-1954 Photo BLONCOURT

 

 immigrés portugais dans un baraquement sur un chantier du batiment de la région parisienne - 1970 ©gerald Bloncourt

 

 

 

 passage clandestin d' immigrés portugais à travers les Pyrennées - mars 1965 ©gerald Bloncourt

 

Portugal

 Portugal - 1966 - Lisbonne ©Gerald Bloncourt

 

 Portugal 1966 - région de Chavès ©gerald Bloncourt

 

Portugal - 1966 - Région de Chavès , sur la route de l' immigration - Le dernir homme du village ©Gerald Bloncourt

 

Portugal - 1966 - ©Gerald Bloncourt

 

 Portugal 1966 - région de Chavès ©gerald Bloncourt

 

 Portugal 1966 - Lisbonne ©Gerald Bloncourt

 

 

publicado às 15:10

 

 

Árabes voltam a contratar médicos em Portugal e oferecem salário de 12 mil euros

 

Um estudo publicado em Junho na Acta Médica Portuguesa, uma publicação da Ordem dos Médicos, baseado na inquirição a mais de 800 internos de 45 especialidades diferentes, revelou que cerca de 65% dos que frequentam o internato da especialidade em Portugal admitem emigrar após concluída a formação.

Só no ano passado, emigraram 387 médicos e cerca de 1100 pediram o certificado à Ordem para poderem exercer a profissão noutro país, contabilizou recentemente o bastonário José Manuel Silva.

 

Quanto custa formar um médico? Quanto custa às vidas das pessoas a falta de médicos? Ao País a falta de contribuintes?

 

 

publicado às 21:12


Acerca do desemprego estar a baixar

por beatriz j a, em 09.09.15

 

 

 

No último ano, a Carris perdeu 45 motoristas que decidiram trocar a empresa de transportes de Lisboa por outra no Reino Unido, em busca de melhores salários. (...) Por seu lado, Sérgio Monte adianta que os trabalhadores que se despediram têm, maioritariamente, idades compreendidas entre 25 e 30 anos. “Os motoristas com poucos anos de serviço não chegam a ganhar 900 euros por mês” (...)A Transportes de Lisboa referiu ainda que “as empresas públicas encontram-se, desde 2011, sob medidas de contenção de admissões”, (...) A Carris, bem como o Metropolitano de Lisboa, encontra-se em processo de subconcessão ao grupo espanhol de transportes urbanos Avanza

 

A verdade é que já poucos sobram para procurar emprego porque quem pôde fugiu daqui a sete pés... um quarto de milhão fugiu por não ter aqui vida! Isto não pára. É uma sangria e ninguém põe a tampa no ralo. As empresas depauperadas para poderem ser vendidas ao desbarato a privados. Quando tiverem vendido tudo o que fazem? Talvez façam como o EI e vendam as raparigas, nuas, em leilões públicos...?

 

 

publicado às 09:45

 

 

Emigração continua a crescer sem sinal de abrandamento

O ministro Poiares Maduro desvalorizou, esta terça-feira, o fenómeno da emigração, mas os números demonstram que o fluxo de saídas continua a aumentar.
 
Segundo o Observatório da Emigração, em 2013 saíram de Portugal 110 mil pessoas e os dados de 2014 vão superar este valor.
 
 
Mais de 100 mil pessoas por ano num país tão pequeno como o nosso!! Como é que se pode confiar num governo que continua a desvalorizar este que é o nosso maior problema de sustentabilidade enquanto país? Os jovens a fugir de Portugal, a terem filhos e fazerem a sua vida em outro país, a contribuirem para os seus indíces demográficos, para as suas economias e riqueza e nós a definhar por falta de pessoas, de trabalhadores, de empregos, de políticas para o emprego, de políticas educativas correctas e políticas para a natalidade por termos governantes dogmáticos, religiosos da austeridade cega, adoradores de uma Bruxelas endoutrinada e de práticas anti-democráticas. 
 
 

publicado às 04:50


Portugal - combater o desemprego. O que mudou?

por beatriz j a, em 31.03.15

 

 

 

Ahhh... pois.... agora vão de avião...

 

1960 

 

2013 

 

 

publicado às 18:40


SSDC

por beatriz j a, em 02.10.14

 

The rise of the 'passport professor' - Exodus of Ph.D.s

.

Falta de empregos leva pessoas com excelente (e cara) formação académica a emigrar. Só que, ao contrário do que acontece aqui no rectângulo, nos EUA, trabalhar uns anos fora equivale a um downgrade profissional. As universidades tornaram-se um negócio que cria dinâmicas absurdas (porque impõem pseudo padrões de qualidade com o propósito de assegurar lucros) e que têm pouco a ver com educação de modo que cada vez mais os estudantes vêem a licenciatura como um mero negócio.

 

 

publicado às 03:40


Se não fosse grave era apenas patético...

por beatriz j a, em 22.06.14

 

 

 

... temos imensa falta de enfermeiros mas andamos a formá-los para depois os expulsarmos do País.

 

 

 

publicado às 09:02


Vão e não voltam...

por beatriz j a, em 17.06.14

 

 

 

regresso-a-portugal-ja-nao-depende-so-de-melhor-remuneracao

 

 

"Parece que o Governo ainda não percebeu a dinâmica desta tendência", diz um especialista.

 

Quando juntamos os números dos que saem por menos de um ano com os que saem por mais que isso, ao todo são 128 mil emigrantes e, em muitos casos, mesmo os temporários já não voltam.

Há algumas ideias que importa ter em conta. "Não podemos pensar nesta emigração como emigração clássica e parece que o Governo ainda não percebeu a dinâmica desta tendência", aponta. Correndo o risco de "esta população rejeitar interessar-se pelo país", a solução passa pela aplicação de políticas em concreto. 

Maria Filomena Mendes considera estes números preocupantes do "ponto de vista demográfico, social e económico", influenciando a estrutura da população e o envelhecimento. "Tem implicações a nível da segurança social e de toda a sustentação do nosso sistema." Sendo a população jovem, ativa e em idade fértil a que mais deixa o país, a quebra da natalidade e o envelhecimento não deixarão de se acentuar. 

 

Para Pedro Góis, a preocupação está na continuação desta tendência. "Com o tempo pode tornar-se estrutural e ser mais difícil fazê-la regredir." 

 

Embora o acumular de saídas constitua já uma "perda significativa de população", evitar que os emigrantes percam a ligação a Portugal ainda é possível. "Estamos a tempo", defende, sublinhando a importância da criação de políticas nesse sentido.

publicado às 06:34


Hoje é o dia internacional do enfermeiro

por beatriz j a, em 12.05.14

 

 

enfermeiros-portugueses-no-estrangeiro-ja-tem-associacao

Há 10 mil enfermeiros portugueses no estrangeiro. Cinco mil estão no Reino Unido. A  Diáspora dos Enfermeiros 'nasce' esta segunda-feira em Londres, no Dia Internacional do Enfermeiro, para apoiar esta comunidade de profissionais portugueses emigrados.

 

Formamo-los, educamo-los, temos falta deles nos hospitais (que ainda sobram) mas não temos lugar para eles no país... isto faz sentido para alguém? Este país ter tido uma 'ajuda' que o atirou para o buraco, ajuda depois da qual Portugal não tem lugar para os portugueses?

 

publicado às 18:23


Emigração

por beatriz j a, em 13.03.14

 

 

Emigração terá levado um quinto dos trabalhadores qualificados de ...

 

tap-admite-600-novos-trabalhadores-para-corrigir-fuga-de-talentos


Para quem diz que as notícias de fuga de gente qualificada é demagógica... o facto da maioria dos emigrantes serem os do costume (construção civil) é normal, pois são esses os primeiros a ficar num grande aperto sem trabalho e, são em muito maior número que os licenciados; o que não era costume era que, além desses, os outro, os qualificados, tivessem que emigrar por falta de perspectivas de futuro: enfermeiros, engenheiros, gestores, investigadores das áreas científicas, aos milhares, cada ano (trabalhadores da hotelaria terem que emigrar, num país onde a indústria do turismo é das poucas que está em crescimento, é um dado muito significativo do que se passa em termos de oportunidade de trabalho no país...)
Porque os outros, os trabalhadores da construção, quando precisarmos deles há onde ir buscá-los; mas os qualificados, quando precisarmos deles, não temos onde ir buscá-los porque não se forma um enfermeiro, um engenheiro ou um biólogo marítimo em três meses e, dos que emigram agora, muitos já não voltam para um país onde o máximo que podem esperar é um emprego onde se ganha pouco mais que o salário mínimo.
Houve um esforço, nos últimos dez anos, em aumentar o número de licenciados no país (que mesmo agora está muito abaixo da média de outros países europeus), de qualificar a mão de obra e, o que se passa é que desperdiçamos esse investimento deixando que outros se usem desses recursos.
Logo, ficam por cá muito menos pessoas qualificadas (só temos números de 2011, sendo que 2012 e 2013 tiveram vagas maciças de emigrantes qualificados)
Portanto, é verdade e, não é demagogia, dizer que o país está em perigo de ficar sem pessoas jovens, produtivas e, reprodutoras, qualificadas e não qualificadas, minimamente suficientes, num futuro já muito próximo, para continuar a existir enquanto país independente.
Já nem falo das áreas das Humanidades onde a situação é calamitosa em termos de emprego e perspectivas de fututro... apesar de termos uma dramática falta de pessoas de qualidade nessas áreas que são atacadas nos discursos oficiais e nas práticas de desincentivo.

publicado às 12:01


Para os que vivem emigrados

por beatriz j a, em 14.02.14

 

 

 

Home is the landscape of childhood.

 

 

On Not Going Home by James Wood

 

 

publicado às 05:36

 

 

 

TRAGA O 'VISTO-COISO' COM URGÊNCIA! OLHE AQUI O TALENTO A IR EMBORA!

 

 

LÁGRIMAS DOS ÚLTIMOS ENFERMEIROS A EMIGRAR PARA INGLATERRA PORQUE NÃO HÁ TRABALHO NO SEU PRÓPRIO PAÍS!!! RESULTADO DE TODO ESTE DESGOVERNO!!RUAAAAAAAAAAA!!!!
..
LÁGRIMAS DOS ÚLTIMOS ENFERMEIROS A EMIGRAR PARA INGLATERRA PORQUE NÃO HÁ TRABALHO NO SEU PRÓPRIO PAÍS!!! 

publicado às 21:12


Isto é verdadeiramente dramático

por beatriz j a, em 10.12.13

 

 

 

Mais de metade dos jovens portugueses admitem emigrar 

 

A segurança no trabalho (62%) é a principal condição que esperam encontrar no país de destino, seguida da estabilidade política (37%).

 

A baixa taxa de criminalidade é um ponto que também têm em consideração (35%), assim como os regimes de poupança e pensões estáveis (ambos com 20%) — pelo que Alemanha, Áustria e Suíça são o destino apontado como número um por 50% dos jovens que disseram querer deixar Portugal.

 

Mas olhando para outras faixas etárias, o valor também é elevado. Por exemplo, 50% dos inquiridos entre os 25 e os 34 anos também responderam que ponderam emigrar ou que já o fizeram (representando os que já saíram quase 5,5%). E mesmo entre os 35 e os 44 anos, a taxa ainda se aproxima dos 50%.

 

...a população portuguesa voltou a diminuir, segundo as Estatísticas Demográficas de 2012 publicadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no final de Outubro. Se, por um lado, houve menos de 90 mil nascimentos, por outro, cerca de 121 mil pessoas saíram de Portugal de forma temporária ou permanente.

 

A Alemanha força-nos a uma crise que destrói os regimes de poupança e a segurança no emprego enquanto fortalece os seus regimes internos para atrair os jovens que outros países formaram, mas que lhe fazem falta, pois todos os países da UE estão em crise demográfica.

Ainda este sábado, num jantar de aniversário, discuti com um amigo que acha muito bem que os jovens emigrem e que não vê mal nenhum nisso e até diz que em Portugal sempre se emigrou... pois é verdade que sempre se emigrou, o que significa que não saímos desta roda de pobreza mas, quem dantes emigrava eram os pedreiros, por assim dizer, não os licenciados, os mestres e os doutores, aos milhares.

Uma geração de jovens que podia, quem sabe, refrescar as hostes políticas com ideias e práticas diferentes para melhor, contribuir para acabar com esses ciclos de emigração por pobreza endémica. Mas não, pois estão todos lá fora a trabalhar para aumentar a riqueza de outros países à nossa custa em virtude de aqui dentro ninguém querer saber deles e até os mandarem emigrar.

Porquê e como é que as pessoas encaram estas coisas com bonomia? Não têm problemas económicos e têm uma visão individualista da vida económica.

 

publicado às 18:37


Tradução

por beatriz j a, em 05.10.13

 

 

 

"Precisamos de imigrantes com boa formação" = precisamos que outros países que têm jovens os eduquem para os nossos interesses.

"A Europa não deve apenas desenvolver-se como espaço comum para o comércio, mas também como um espaço comum para o mercado de trabalho", afirmou a chanceler. = a Europa do sul não apenas deve continuar a comprar os nossos produtos como deve manter-se pobre para podermos 'comprar-lhe' os jovens.



publicado às 23:09


Deixa ver se percebo...

por beatriz j a, em 30.06.13

 

 

 

 

Os alemães e os ingleses importam os nossos jovens adultos qualificados e em idade fértil e exportam os seus idosos para aqui para o rectângulo? Sim, senhor! Havemos de ter grande futuro!

 

 

Fuga de cérebros" leva a perda de qualificações e de investimento nos alunos

 

A "fuga de cérebros" está a conduzir à saída de Portugal de milhares de jovens qualificados, fenómeno nem sempre causado pela crise económica, mas que a acentua, com a perda de um investimento público superior a 46 mil euros por aluno.

 

“O Estado não valoriza o capital humano, apenas se preocupa com o capital financeiro”, disse à Lusa Armando Pires, professor na Norwegian School of Economics, onde vive há seis anos.

 

Pires considera que a visão “neoliberal” do governo português baseia-se no pensamento "errado" de que se a gente “vai embora, desce o desemprego e a economia cresce".

 

Já os países que acolhem os estudantes portugueses, apesar de não terem investido na sua educação, beneficiam dos seus conhecimentos e, se os jovens não regressarem, Portugal não ganha a experiência que eles adquiriram fora.

 

A fuga de cérebros constitui um fenómeno que se está a reproduzir num país onde a taxa de emigração qualificada é de 20%, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, a maior da União Europeia, e o desemprego jovem já atinge 42,5%, segundo os últimos dados do Eurostat.

 

"Nos países com uma taxa de emigração qualificada igual ou superior a 20% do total de licenciados, os custos da fuga de cérebros superam os benefícios”, indica Pires.

 

publicado às 18:06


Uma história por contar

por beatriz j a, em 27.05.13

 

 

 

 

Pictures Tell the Story of Portuguese in France

Gérald Bloncourt's photograph of a Portuguese girl in a slum outside Paris in the 1960s.

 

 

 

PARIS — The girl in the black-and-white photograph bit shyly on her finger, concealing a slight smile.  Maria da Conceição Tina Melhorado looked at her long and hard.

“I knew it was me,” Ms. Melhorado, 54, said, recalling her first encounter with the image in 2010, when a friend called her about it. “But the date in the caption was off by a year, so I had some doubt.”

While she embarked on a mission to confirm her theory, Ms. Melhorado quickly learned that the photo wasn’t just part of some obscure archive that existed deep in Internet space. It was an advertisement for an art exhibition in Portugal.  She discovered that she was, quite literally, the poster child for Portuguese immigration to France.

“Obviously, I was shocked,” Ms. Melhorado said with a brief laugh. “I didn’t know what to think.”

Today, that picture is part of “Pour une Vie Meilleure” (For a Better Life), a collection of photographs dedicated to the Portuguese migration to France in the 1960s and ’70s.

 

A roadside haircut in Champigny-sur-Marne, near Paris, in May 1964.Gérald Bloncourt A roadside haircut in Champigny-sur-Marne, near Paris, in May 1964.
.
.

“This is a forgotten immigrant population,” said Caroline Brettell, a professor at Southern Methodist University in Texas who spent a year between the two countries studying the movement. “It was completely different from the sort of politics of race and whatever else is going on in France today with the larger Muslim populations.”

One reason why they are overlooked, Professor Brettell said, is because their transition was relatively seamless; linguistic similarities and a shared Roman-Catholic background helped to forge bonds between the two groups.

Another factor in the forgetting of that immigration story is that the immigrants themselves chose not to tell it.

“I was ashamed,” Ms. Melhorado said, motioning to the shantytown depicted in the photograph. “I didn’t want my children and my co-workers to see that this is where I was from, that this is where I lived.”

But Mr. Bloncourt’s work left her no choice. During a lesson on immigration in school, her son’s teacher shared some photos with the class, including one of her.

“I asked him how he felt when his classmates found out the little girl in the picture was his mother,” Mrs. Melhorado recounted. “He said ‘proud.’ ”

“That’s when I realized how important it is for our story to be told, and when any feelings of shame I had turned to pride.”



publicado às 18:05

 

 

 

 

Emigração em Portugal cresceu 85% entre 2010 e 2011

O número de pessoas que saiu de Portugal em 2011 aumentou 85% em relação a 2010 e a faixa etária em que mais se registou a saída foi entre os 25 e 29 anos.


Em 2011, as estimativas do INE indicam que emigraram 3.315 adolescentes entre os 15 e os 19 anos, 1.326 crianças até aos quatro anos, 1.302 entre os cinco e os nove anos e 1.479 entre os 10 e os 14 anos.


Quanto ao país de destino, dos 23.760 indivíduos emigrantes em 2010, 19.418 terão ido para um outro país da União Europeia (UE) e 4.342 deslocaram-se para um país fora da UE.


... bem, para quem fica com os nossos jovens. O PPC mandou-os emigrar e emigraram. Como temos falta de bebés, atirar daqui para fora os jovens é uma medida muito inteligente. Qualquer dia pomos o país a leilão por falta de portugueses. Extintos por estupidez natural.


publicado às 20:29


Esta Europa

por beatriz j a, em 17.08.11

 

 

 

A ler um artigo no Expresso de um tal Rui Martins, escrito num português execrável, diga-se de passagem (vê-se que é uma tradução -muito mal feita- provavelmente do inglês), acerca das declarações de Paulo Branco sobre um filme suíço no festival de Locarno e o escândalo a que deram origem, fiquei a saber que a ministra da justiça suíça propôs que os professores fossem obrigados a denunciar alunos sem papéis de emigração legais...como fez Hitler com os judeus nos anos trinta.

 

publicado às 10:20


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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