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O eleitoralismo na educação

por beatriz j a, em 19.09.19

 

Escolas vão ter em conta necessidades de crianças diabéticas

A partir deste ano letivo as escolas passam a ter de garantir horários de refeições compatíveis com as necessidades de crianças com diabetes tipo 1 e de ajustar, se for caso disso, as condições em que são realizados exames nacionais e provas de aferição.

Queremos que toda a comunidade escolar passe a estar mais sensibilizada e que não exista estigma em torno da doença por exemplo por os alunos terem de injetar insulina.”

 

As escolas já têm em conta as necessidades dos alunos (a mania de chamar crianças a todos os alunos diz muito da infantilização do ensino) e nunca, em mais de trinta anos de trabalho, vi ou soube de algum estigma relacionado com alunos com doenças. Os próprios alunos é que, tendo doenças, não gostam que os colegas saibam e pedem-nos sigílio, muitas vezes incentivados pelos pais a esconder a doença e, por vezes, prejudicando os próprios filhos.

 

De resto, não só na alimentação mas na realização de exames, todos os alunos com doenças -epilepsias, lúpus, problemas reumáticos, neurológicos, etc, etc.- têm condições especiais para realizá-los mediante pedido à comissão de exames. Nunca vi, nem soube, da comissão de exames recusar um pedido. Os pedidos vão acompanhados de declaração médica e relatório do DT.

Todos os anos tenho alunos para quem peço condições especiais de realização de exames, que podem ser, fazer o exame em sala à parte ou usando computador, etc., dependendo da doença ou incapacidade que têm. 

 

De resto, sempre que tenho alunos diabéticos, os pais informam logo o DT no início do ano que os filhos podem ter que sair da aula para comer ou para outra necessidade. Como, aliás, somos informados de todos os alunos com necessidades especiais e estamos atentos a esses alunos. Os DT estão sempre a par da evolução das doenças e vão informando os colegas do que é necessário fazer para esses alunos.

 

E as direcções, sempre que há alunos a necessitar de condições especiais na refeição ou em outro assunto qualquer, disponibiliza o que é necessário. Mais uma vez, em mais de trinta anos, nunca vi, nem soube, de um caso em que a direcção recusasse atender às necessidades de alunos doentes ou com incapacidades.

 

Potanto, esta notícia a fazer parecer que as escolas estigmatizam alunos com diabetes e que este governo vem defender os direitos desses alunos e deixar que tenham condições especiais de trabalho é mais um embuste desta equipa, à custa do bom nome dos professores, com fins eleitoralistas.

 

publicado às 05:55

 

Anunciam que vão resolver um problema, nomeiam boys, há fundos europeus que se calhar desaparecem (nem se consegue saber o que foi usado e por quem) e depois vai cada um à sua vidinha com mais uns votos, tendo feito zero. É assim com tudo. Também os passes foram assunto de conversa para o primeiro-ministro, durante duas semanas, dizer de si mesmo que era extraordinário. Depois foi à sua vidinha e não quis saber mais disso, não os paga e fica tudo como estava, excepto que arrebanharam votos. 

 

Programa de Combate à Desertificação “não tem eficácia”, acusa Tribunal de Contas (Expresso)

... o dito Programa de Ação poderia contar com medidas financiadas por fundos europeus, como o Programa de Desenvolvimento Rural, que contava com 2.795 milhões de euros para o período 2014-2020. Contudo, como não se conhece o estado de execução do PANCD e não se sabe o que foi de facto investido.

Por isso, o TC recomenda aos ministros que tutelam as pastas da Agricultura e do Ambiente que corrijam os erros...

- - - - - -

E, quando se escreve nada, quer-se mesmo dizer nada. O relatório é categórico: o programa fixou objectivos no papel, mas depois não identificou, nem concretizou acções, não distribuiu responsabilidades entre as diferenças instâncias da administração, não calendarizou, não fixou nem angariou os recursos necessários. Foi criada uma comissão central nacional e núcleos regionais que mobilizaram 155 entidades, mas acabaram por se transformar em actores de uma peça sem argumento. A comissão nacional reuniu-se uma única vez em 2017. Entre 2014 e 2018 o núcleo do Norte juntou-se 20 vezes, enquanto o do Alentejo, onde os problemas são mais graves, limitou-se a quatro reuniões. (Público)

 

publicado às 05:10


O Brandão goza connosco

por beatriz j a, em 05.04.19

 

Ministro diz que os professores são “os únicos” que podem “escolher o melhor de dois mundos

Tiago Brandão Rodrigues acrescentou que o diploma aprovado na quinta-feira em Conselho de Ministros, que prevê a recuperação de forma faseada de dois anos, nove meses e 18 dias de tempo de serviço congelado, será vantajoso para os docentes que subiram de escalão no início do ano passado.

 

Temos menos uma percentagem pequena de pessoas a passar-nos à frente... embusteiros...

 

publicado às 16:05


A chatice dos factos...

por beatriz j a, em 18.12.18

 

Dados da FCT desmascaram narrativa do Governo sobre Ciência

Os dados agora divulgados pela FCT revelam que afinal o Governo de António Costa executou menos verbas e investimento no sector da ciência do que Passos Coelho e Nuno Crato com o país sob resgate. 2017 foi o ano de menor investimento em Ciência dos últimos 10 anos.

 

O número de bolsas de doutoramento e pós-doutoramento também cai, apesar da conversa do Governo, verificamos que também reduzem em 2016 e 2017 e o concurso de 2018 continua a aguardar por resultados.

 

Se olharmos então para o financiamento de projetos de I&D (em baixo), na minha opinião talvez o mais importante, constatamos que, apesar de toda a conversa da geringonça, a queda de 2014 para 2017 é vertiginosa pois passámos de 3698 projetos apoiados para míseros 731 em 2017.

 

ler mais

 

publicado às 14:12


Mais vale prevenir...

por beatriz j a, em 03.11.14

 

 

O que fazer em caso de comício político:

 

 

error888:Exhibition: ‘Home Front: Wartime Sydney 1939-45′ at the Museum of Sydney | Art Blart


imagem da net

 

publicado às 12:32


O ministro das 'coisas giras'

por beatriz j a, em 13.02.14

 

 

escolas-vao-poder-criar-disciplinas-ja-no-proximo-ano-letivo

 

"Queremos ir ainda mais longe, respondendo ao anseio de escolas, de alunos e de famílias que pretendem uma ainda maior liberdade curricular", declarou o ministro.

 

Os 'anseios' das escolas e famílias é ter uma escola que funcione com sentido, propósito e eficácia a vários níveis. Estas medidas fazem-me lembrar aquelas pessoas que, quando falam nas tarefas do DT realçam imenso a decoração dos dossiers com lacinhos e capinhas giras... porque, ou as escolas têm liberdade no crédito horário ou isto vai ser inútil. Pode até ser pior que inútil: pode ser prejudicial nas mãos de pessoas que entendam que umas horas por semana de 'práticas de passarinheiro' têm mais importância que as mesmas horas de Física e Química, por exemplo... enfim, [mais] um erro crato crasso.

Na realidade o que eu acho é que a autonomia das escolas é um instrumento meramente plítico com intenções políticas e que nada tem a ver com educação... e cá estaremos para ver se estou enganada...

publicado às 18:21


Humilde sugestão...

por beatriz j a, em 04.12.13

 

 

 

... para o ME: poupar dinheiro em papel e recursos e, em vez de pôr aqueles ainda milhares de professores a fazer a tal prova (sim, esses mesmos colegas deixados sozinhos no mato sem ninguém para os defender), dar um certificado de habilitações para o ensino aos jovens adolescentes que fizeram a prova e passaram. Uma vez que a prova detecta os que são bons professores, é pô-los directamente a dar aulas e 'dignificar [sem mais delongas] a profissão', para usar as palavras do ilustre ministro. Nem precisavam de tirar qualquer curso. Passavam directamente de alunos do 11º ano para professores, que é para que todos vejam que qualquer um pode exercer melhor que eles a profissão para que se prepararam e certificaram. Afinal, o objectivo de toda esta charanga é... dignificar a profissão...

 

publicado às 03:51


suspensão da ADD volta ao Parlamento...

por beatriz j a, em 27.07.11

 

 

 

Avaliação de professores volta ao Parlamento
A Assembleia da República debate hoje projectos de resolução do PCP e Bloco de Esquerda que visam travar o processo de avaliação de professores, mas a maioria PSD/CDS-PP deverá chumbá-los.

Na legislatura anterior, PSD e CDS-PP defenderam o fim do modelo de avaliação instituído pelo Governo PS, mas nesta altura «é avisado deixar este ciclo terminar», disse à Agência Lusa o deputado Michael Seufert, do CDS-PP.

«Estamos numa posição diferente do início do segundo semestre. O processo de avaliação está no fim e o Governo já indicou que vai apresentar uma proposta de novo sistema de avaliação em Setembro», argumentou.

Michael Seufert referiu que muitos professores «fizeram esforço e tiveram trabalho para ter boas classificações e seria injusto para eles».

 

É avisado deixá-lo terminar? Desde quando é avisado levar as injustiças até ao fim? A injustiça torna-se justa pela passagem do tempo? Ou, antes pelo contrário, ainda abrange mais pessoas?

O argumento que um tal Seufert utiliza é ignóbil, porque esses que pediram classificações de excelente são os que fizeram a bandidagem de trair os colegas, aproveitando-se da contestação deles para subir na carreira às suas custas.

Quanto à honradez, honestidade e palavra deste governo e do ministro, se mantêm esta ADD, estamos conversados. E que não se diga que o ministro nunca disse, preto no branco que ia suspender esta ADD porque isso são 'tecnicalidades': ele aceitou ser ministro de um governo que defendeu e levou à Assembleia essa suspensão e sabia muito bem que era o que as pessoas esperavam.

É normal esperarmos que as pessoas cumpram as suas promessas. O que não é normal é sermos defraudados constantemente.

 


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publicado às 11:00


queimar os papéis das mentiras?

por beatriz j a, em 30.06.11

 

 

 

Delete. Governo Sócrates apagou informação dos computadores.

Nas Finanças e na Economia, os funcionários ficaram sem emails, sem contactos e sem informação nos computadores

 

Só é pena não podermos 'delitar' todo esse bando de embusteiros que nos deixaram assim.

 


publicado às 13:53


oportunidades?

por beatriz j a, em 03.06.11

 

 

 

Uma colega contou-me ontem que há tempos inscreveu-se para dar formação nas Novas Oportunidades: cem horas. Disse-me que nunca mais o voltaria a fazer porque foi uma experiência muito má.

As pessoas que se inscrevem para as Novas Oportunidades aparecem a pensar, convencidos por alguém, que a história de vida de cada um é equivalente ou igual a uma formação académica. Por isso, não se vêem como pessoas em formação mas como pessoas que não têm nada a aprender com ninguém. Disse-me ela que nos portfólios que têm de construir com a história de vida dizem coisas sem nenhum conteúdo objectivo e escrito de tal modo que na maior parte das vezes nem se percebe o que estão a dizer. Mas não aceitam correcções e dizem imediatamente aos professores formadores que aquilo é a história de vida deles e que portanto não é para ser criticada ou corrigida. À sugestão de aprenderem a contá-la com melhor linguagem e mais objectividade ofendem-se e dizem que não têm nada a aprender com ninguém porque já trabalharam muitos anos, etc.

Ou seja, alguém convence estas pessoas que experiência de vida e saber académico são coisas equivalentes de tal modo que as pessoas não têm consciência das lacunas nos seus saberes e não aceitam ser formados, reagindo até com uma certa agressividade à mera sugestão de corrigirem o modo como apresentam os trabalhos.

É por isso que as pessoas das Novas Oportunidades deveriam sujeitar-se a examens nacionais iguais aos outros para obter certificação. A coisa como está feita é um embuste e uma injustiça para quem estuda no ensino regular.

 

publicado às 12:10


fernão mentes?... Minto..

por beatriz j a, em 17.05.10

 

 

De Maio a Novembro de 2009, o Governo foi repetindo que a cobrança fiscal estava "em linha com o previsto" quando a DGCI ia, mês após mês, afirmando o contrário

 

Tal como se pode ler nas suas actas - cujo acesso só foi possível com a intervenção da Comissão de Acesso dos Documentos Administrativos (CADA) -, o CAF reúne-se mensalmente e, desde o final de 2008, os dirigentes da DGCI traçaram um quadro de incumprimento sucessivo das metas.

 

O PÚBLICO solicitou ao gabinete do ministro das Finanças o acesso a essa nota, para confirmar se a sugestão da DGCI fora seguida. Mas o documento desaparecera.

 

Afinal eu estava enganada e os técnicos sempre avisaram o governo, só que este optou por deliberada e conscientemente...mentir? Pois, e só o sabemos porque ainda não conseguiram destruir todos os mecanismos de controlo democrático das instituições...embora tentem, como se vê na notícia da lei tipo alfaiate que só serve para um, e no facto dos documentos estarem sempre a sumir...ele é actas, memorandos, escutas, escrituras de imóveis, projectos de palheiros...etc.

E a oposição parece fazer tudo para os manter no lugar...

 


publicado às 11:52


tiraram-se as máscaras

por beatriz j a, em 17.04.10

 

 

Educação   P

Isabel Alçada compra "primeira grande guerra" com os professores

Foi uma semana de tensão. Já aumentava o burburinho na blogosfera quando, terça-feira, a Fenprof reagiu, fazendo o ministério publicar uma nota em que admitia "aperfeiçoar" o concurso. Mas isso foi insuficiente para os sindicatos, que aumentaram a pressão, conseguindo o apoio dos grupos parlamentares da oposição ao PS. Foi neste contexto que, ontem, a ministra radicalizou o braço-de-ferro, quebrando o silêncio para garantir que a avaliação conta, mesmo, para a graduação nas listas de candidatos, a este e a futuros concursos.

 

Ao menos tirou a máscara. Já não é possível, agora, fingir que está tudo bem e que a ministra é amiga e que nada é como no tempo da outra. Enquanto têm a máscara não sabemos ao certo com o que podemos contar e do que nos temos que defender. Agora já sabemos.

Esta ministra está lá para acabar o servicinho da outra e o resto é conversa.

 

 


publicado às 10:44


ministra bibelot volta a atacar...

por beatriz j a, em 17.03.10

 

 

O Ministério da Educação entregou aos sindicatos um projecto de lei da nova estrutura da carreira docente que prevê o fim dos concursos dos professores, quebrando o acordo com aquelas estruturas, já que este tema nunca tinha sido negociado, disseram hoje os sindicatos.

 

 

publicado às 13:00


não me venham dizer que isto é inocente...

por beatriz j a, em 18.02.10

 

 

Educação

Novo projecto das carreiras ignora parte da negociação com sindicatos

por PATRÍCIA JESUS Hoje DN

 Ministério já se mostrou disponível para corrigir erros e omissões da proposta

A proposta de revisão do Estatuto da Carreira Docente que o Ministério da Educação (ME) enviou aos sindicatos não respeita o estabelecido no acordo de princípios assinado em Janeiro entre a ministra Isabel Alçada e os professores.

 

Francamente já não há paciência para determinados tiques de negociantes que tentam enganar como quem não quer a coisa. Que vergonha! Isto é lá comportamento dum responsável do Estado, e logo o da Educação? Esta gente já perdeu toda a vergonha?

Não me venham dizer que isto é inocente.

Que diabo! Tudo gente sem palavra! É preciso andar sempre a ler com cuidado as letras mais pequeninas como se lidássemos com bandidos?

Esta é a maneira como a ministra entende que deve repôr a confiança entre as escolas e a tutela?

Nunca mais nos vemos livres deste pessoal e deste governo!

 

 

publicado às 14:41


embustes e embusteiros

por beatriz j a, em 28.12.09

 

 

A proposta da ministra da educação e da sua equipa é de má fé. É de quem está nisto, desde o início, não para tentar resolver os problemas da educação mas apenas para acabar com o que resta da profissão docente.

Estas propostas para não se progredir na carreira são um gozo. Quem deve estar a rir é a outra ministra, porque esta ainda é pior: faz o mesmo mas sendo sonsa.

Espero que os sindicatos rasguem os papéis de vez porque isto não são negociações. Isto é uma manobra de protelamento.

O que custa é sempre o mesmo: a constatação de que escolhem para ministros da educação gente sem categoria e semvisão que detesta a profissão de professor e está-se nas tintas para os problemas da educação. E tudo isto tem a ver com os vinte milhões, que são precisos para a publicidade que o governo faz no Correio da Manhã e para comprar submarinos e tanques para o melhor amigo do homem que agora brinca às guerras com o nosso dinheiro.

 

 

publicado às 23:26


De quem será este carro? Hummm....

por beatriz j a, em 31.08.09

 

 

Qual é coisa qual é ela que  se ostenta para toda a gente ver mas não existe?

 

 

 

 clique na fotografia e olhe a matrícula

 

 

publicado às 12:09


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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