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autonomia?

por beatriz j a, em 10.03.10

 

 

"Silêncio da escola imposto pela DREN" DN

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Escola "É de consternação o ambiente que se vive dentro da escola, custa a creditar no que aconteceu", disse ontem ao DN um professor da Escola Luciano Cordeiro, onde era aluno o rapaz que se atirou ao Tua na semana passada alegadamente ter sido vítima de agressões físicas por parte de vários colega.

O silêncio da direcção da escola - que nunca falou sobre o caso e tem sido alvo de muitas críticas de pais, alunos e até da autarquia é justificado por professor: "foi imposto pela DREN (Direcção Regional de Educação Norte)", afirmou.

 

Nem para enviar condolências à família a escola tem autonomia! Isto diz muito do estado em que está o ensino. Nada se faz sem a benção das DRE's. As DRE's são dirigidas, muitas vezes, por subservientes a um poder ignorante e por gente que não sabe ler nem escrever (quem não se lembra da outra pesada?). Mas nada se pode fazer sem que esses tipos digam ámen.

 

 

 

publicado às 11:15


Magalhanês chega à AR

por beatriz j a, em 10.03.09

 

 

 

Pelos vistos a proposta de lei que estabelece o regime para a prevenção da violência doméstica foi escrita em 'magalhanês'. Segundo o jornal SOL o Procurador Geral da República diz que é repetitiva, tem artigos inúteis, não faz sentido e está cheia de palavras alheias ao português: magalhanês, está visto!

Terá sido escrita pela directora da DREN?

 

 

 

 

publicado às 20:50


Especialistas da 'inducação'......?

por beatriz j a, em 21.02.09

 

 

 

É preciso que se saiba que a directora da DREN (a precisar de drenagem, diga-se de passagem), Margarida Moreira, não é caso isolado. A ministra da educação, vinda das escolas primárias...

As Escolas Superiores de Educação, onde se formam professores, e os Centros de Formação, onde se desenvolvem Acções de Formação Contínua, obrigatórias para professores serem avaliados e subirem na carreira estão cheias deste pessoal que, se forem como a Moreira, mal sabem escrever, mas não têm vergonha de oferecer-se para cargos de formação de professores ou directores duma qualquer Drel.

Também se repara na quantidade de pessoal que passa directamente dos sindicatos para as estruturas da administração pública e, no modo desenvolto e natural como vestem a camisola daqueles que, ainda na véspera, eram seus opositores. Os sindicatos, penso eu, já não se percepcionam como associações representativas de trabalhadores, com missão de lutar pela dignidade do, e no, trabalho; não senhor! Os sindicatos são corporações de interesse próprio, plataformas de poder. Por isso passam de uns lugares para os seus contrários com o mais escandaloso à vontade. O Pedreira também era sindicalista.

A decisão de fechar as escolas do Magistério Primário e as vagas para leccionar , no início dos anos noventa  -que já não lembro de quem foi, ao certo-  teve efeitos colaterais negativos e devastadores na educação deste país. Foi essa decisão que levou estes todos a fazerem uma formação qualquer (ciências de educação, equivalências a licenciatura, mestrados do tipo"será que no ano passado choveu mais à 5ª que à 6ª, etc.) que lhes assegurasse um futuro. E que futuro! De educadores de infância e professores primários directamente a , dirigentes sindicais, formadores em Acções promovidas por sindicatos,daquelas que sorveram os dinheiros da CEE, professores universitários, técnicos superiores da função pública, secretários de estado, ministros e por aí fora...

Estamos nas mãos deste pessoal, algum não é capaz, sequer, de escrever uma frase como deve ser, e para quem a revista Sábado deve ser o cúmulo da sofisticação intelectual.

 

 

publicado às 14:10


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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