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Dinheiros públicos, vícios privados?

por beatriz j a, em 06.07.18

 

 

Não há dinheiro? Há pois e até é distribuído à balda...

 

Estado distribui milhões em subsídios sem controle

Foram atribuídos, em 2016, sob a forma de subvenções públicas, mais de 4,3 mil milhões de euros. Ao todo, 528 entidades públicas atribuíram a 92.558 beneficiários. O Conselho Coordenador do Sistema de Controlo Interno do Estado – organismo encarregue de proteger os interesses financeiros dos contribuintes portugueses - considera que os apoios públicos são distribuídos sem "rigor e objectividade". Maiores beneficiários destas subvenções são IPSS e empresas privadas.

 

publicado às 09:43


Pois claro que arrasa

por beatriz j a, em 26.06.18

 

Banco de Portugal arrasa propostas de divulgação de grandes devedores à banca

 

 

O presidente do Lloyds Bank, António Horta Osório, considerou esta sexta-feira ser de "elementar justiça" a divulgação de grandes créditos em incumprimento nos bancos ajudados pelo Estado, vincando que deveriam ter sido os acionistas a suportar tais perdas.

"Obviamente temos sigilo bancário em Portugal, mas esse princípio do sigilo bancário colide com outro princípio que me parece mais importante, que é o facto de que os bancos nunca deveriam ter tido de recorrer a ajudas públicas para continuar a operar", notou Horta Osório, sublinhando que "os bancos têm acionistas, esses acionistas obtiveram os resultados positivos quando os houve, e deveriam ter sido responsáveis pelas perdas, quando as houve".

 

Olha só como iam ficar os amigos e os amigos dos amigos, os que pediram dinheiro sabendo que não podiam pagar e os que emprestaram sabendo o mesmo, ou sendo tão estúpidos que nada viram e, sobretudo, os que fizeram isso tudo e continuam nos cargos de destruir dinheiro público?

Já o Horta Osório acha justo que isso se faça [Horta Osório: Divulgação de grandes créditos aos bancos é de “elementar justiça”] mas quem é o Horta Osório comparado com os nossos génios da banca e finanças? 

 

 

 

publicado às 06:58


Compreende-se...

por beatriz j a, em 03.11.15

 

 

Conservatório Nacional sem dinheiro pede donativos a amigos

 

A diretora explicou que "nos últimos 12 anos, os orçamentos rondavam os 180 mil euros. No ano passado desceu para 162 mil. Mas, este ano, a verba atribuída foi de 90 mil, menos 43% em relação ao orçamento do ano anterior, ou seja, menos 70 mil euros".

 

Foi preciso dinheiro para dar carros aos ministros, secretários, administradores públicos e quejandos (andarem no seu próprio carro é uma enorme ofensa) e aparelhá-los com aqueles extras indispensáveis à sobreviência que ao todo custaram 340 milhões de euros. Calculo que às escolas artísticas privadas não falte nada. Prioridades são prioridades...

 

 

publicado às 17:34


Pois claro que quer...

por beatriz j a, em 22.01.15

 

 

 

Ensino particular quer ser liberto da obrigação de ter vistos do TdC

Ministério da Educação e Ciência enviou tarde os contratos para visto do Tribunal de Contas e com falta de elementos.

 

 

publicado às 04:19


Para onde vai o nosso dinheiro?

por beatriz j a, em 02.02.14

 

 

 

No que respeita a subvenções? Vão para organismos que beneficiam o público? Para instituições essenciais à sociedade que não têm meios próprios e onde os seus trabalhadores passam dificuldades? Naa.. vão para o futebol e para a Mota-Engil... e 19.5 milhões para duas escolas privadas... só estou à espera do dia em que subvencionem o 'Elefante Branco'... afinal, prestam um serviço a muita gente que se acha essencial...

 

Federação de Futebol e Mota-Engil no top 10 das subvenções estatais em 2012

 

A FPF recebeu 8,8 milhões de euros para o pagamento da dívida fiscal dos clubes de futebol ao abrigo do chamado Totonegócio. Este acordo prevê que as verbas atribuídas pelos jogos sociais aos clubes de futebol sejam transferidas para a federação até ao pagamento de dívidas fiscais. No caso da Mota-Engil, a subvenção de 8,142 milhões de euros é justificada com o pagamento de obras de interesse turístico relativo à construção do novo Museu dos Coches, em Lisboa.

 

A lista inclui duas entidades de ensino privado: a Associação de Jardins-Escola João de Deus e a Cooperativa Didaxis, no distrito de Braga, tiveram direito a 19,5 milhões de euros.

 

A IGF analisou também o grau de transparência dos beneficiários em relação às subvenções. A partir de uma amostra das 30 entidades que maiores valores receberam, concluiu que a maioria, 63%, não divulga de forma adequada, designadamente no relatório e contas, o benefício atribuído pelo Estado. Apenas 11 em 30 o fizeram.

 

 

publicado às 09:09


Que notícia tão estranha...

por beatriz j a, em 28.09.13

 

Rede de Judiarias tem apoio de quatro milhões e meio - Portugal - DN

A maior parte da verba (quatro milhões) será disponibilizada no âmbito do "EEA Grants 2009-2014", um mecanismo financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA) através do qual a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega financiam, na qualidade de países doadores, diversas áreas prioritárias de ação junto dos Estados beneficiários do Fundo de Coesão da União Europeia.


Este é um projecto para a recuperação das rotas dos judeus sefarditas em Portugal. Muito interessante mas, 'área prioritária do fundo de coesão'...? Deve haver aqui qualquer coisa que me está a escapar...



publicado às 13:52

 

 

 

Contratos

'Holding' detém 13 escolas financiadas pelo Estado

Nem todas as escolas privadas com ensino gratuito pertencem a instituições sem fins lucrativos. A holding GPS [sigla de Gestão de Participações Sociais], gerida pelo antigo deputado socialista António Calvete, é proprietária de treze dos 93 colégios com contrato de associação com o Estado - além de empresas de comércio e serviços - pelos quais recebeu, em 2010, 33 milhões de euros.

 


publicado às 16:15

 

 

 

 

Maestro Graça Moura acusado de peculato

acusado pelo Ministério Público de se ter apropriado indevidamente de 720 mil euros de dinheiros públicos para fins pessoais quando estava à frente da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

 

Graça Moura, de 63 anos, que foi presidente daquela associação de 1992 a 2003, é acusado de ter gasto 720 mil euros de dinheiros públicos em artigos de lingerie masculina e feminina, em compras em supermercado, vinhos, charutos, joias, viagens e obras de arte.

Em causa está, por exemplo, o aluguer de uma limousina na Tailândia, no valor de 3971 euros, uma estadia em 'resort', safari e viagem de balão para duas pessoas, no valor de 1604 euros, ou charutos cubanos Cohiba, no valor de 1014 euros.

 

...andamos a pagar os luxos de pessoas deslumbradas... 



publicado às 08:58

 

 

 

Destino de 50 mil milhões de euros em fundos investigado

Segundo o diário, na sua edição de fim-de-semana, o dinheiro foi recebido por Portugal no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio e a sua aplicação não é clara.

A Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas acusa: "o dinheiro foi desbaratado", noticia o jornal i.

 

Ou seja, entre 2000 e 2006 recebemos 50 biliões da UE para fins específicos: eliminar a pobreza das Beiras, apoiar a criação de emprego e mais qualquer coisa. Nenhum dos objectivos foi alcançado. As coisas até ficaram piores. Mas o dinheiro foi todo gasto...como e onde é que não se sabe porque os responsáveis pela sua aplicação não estão obrigados -como o resto de nós- a prestar contas dos gastos de dinheiros públicos, de modo que o dinheiro...esfumou-se. O pior é que, ao que parece, os mesmos indivíduos são agora responsáveis pala aplicação e gestão do QCA IV/QREN.

 

 

publicado às 14:24


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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