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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Estou há um ano e quase dois meses sem comer açúcar (com excepção de um dia de Fevereiro em que resolvi comemorar o feito e fartei-me de comer doces...), há quase oito meses em restrição de fruta, de arroz e massas e, agora, também de pão. Para uma perdida gulosa como eu isto tem sido extremamente difícil mas, se tenho a pouca sorte de ter diabetes em ambos os lados da família com casos de cegueira e tudo, também tenho a sorte de ser daquelas pessoas que, se adoptar um estilo de vida e de alimentação cuidadoso, não fico diabética, de modo que não posso desperdiçar a oportunidade.
O açúcar é o meu veneno. Mesmo. Faz-me inflamações por todo o lado e outras coisas.
Para ser capaz de passar sem doces tenho que fazer o que fiz com o tabaco quando deixei de fumar, vai fazer 14 anos no mês que vem: tenho que convencer-se que sou uma diabética, mesmo não sendo (para não chegar a ser), por isso, tenho que ter os comportamentos dos diabéticos, da mesma maneira que sei que sou uma fumadora. Só que já não fumo, mas sou uma fumadora de modo que não posso, nunca mais, pegar em um cigarro. Tal como os alcoólicos... é certo que com o pão ou os doces é diferente. Consigo comer um doce uma vez por mês, ou um pãozinho, sem me viciar. Havemos de chegar a essa altura de poder, uma vez por mês, fazer uma pequenina batota (se o meu dearest deixar, que sem ele não tinha conseguido chegar aqui), que a vida não pode ser só sacrifícios mas, até lá, estamos em blackout total...
Aliás, duas: a primeira é não comer carne mais que duas vezes por semana, no máximo e, a segunda, é abster-me de comer quaisquer produtos de origem animal (leite, iogurtes, manteiga, etc.), pelo menos, três dias por semana.
A ONU considera que adoptar uma dieta livre de produtos animais é a única maneira de sobrevivermos e não destruirmos o planeta porque em breve seremos 9 biliões, tendo em conta o crescimento da população na Índia e na China, agora que egoisticamente acabaram com a política de um filho.
Parece-me que cada um tem que fazer a sua parte e tem que começar-se já de modo que vou iniciar um processo de desabituação desses produtos. Não é que coma muita carne mas como muitos produtos de origem animal.
apenas...
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